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2160563 Ano: 2022
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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No campo de estudo das desigualdades raciais, a ênfase ocorre tanto na sobrerrepresentação da população negra entre os pobres quanto na proporção de pobres dentro de cada grupo racial. Há mais negros (pretos e pardos) entre os pobres, da mesma forma que há maior proporção de pobres no grupo negro do que no grupo branco. Outro aspecto que se destaca é a manutenção dessas diferenças a despeito das recentes e significativas mudanças nas situações de pobreza. Os dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD) mostram que, em 1999, entre os 10% mais pobres da população brasileira, 68% deles eram negros (pretos e pardos); em 2008, essa proporção era de 70,8%. Estudos recentes sobre pobreza têm dado ênfase à questão da sua heterogeneidade, apontando, sobretudo, para a importância de outras variáveis, além da renda, para mensurá-la. Nesse sentido, procuram diluir a dicotomia entre pobres e não pobres e chamar a atenção para as diferenças tanto de concentração (grau) quanto das características da pobreza.
Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos.
In: Tempo Social, 24 (2), nov./2012, p. 236 (com adaptações).

Considerando o texto apresentado e o assunto nele tratado, julgue o item a seguir, acerca da relação entre “raça” e pobreza.
A noção de heterogeneidade da pobreza referida no texto indica que, diante das diferenças tão amplas da sociedade, nenhuma variável pode sobrepor-se a outra na compreensão das desigualdades.
 

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2160562 Ano: 2022
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Acerca do uso das novas tecnologias e da Internet como suporte para movimentos sociais e sua relação com a questão ideológica, julgue o próximo item.
No Brasil, desde 2013, as diferentes formas de uso das redes sociais apontam que, finalmente, foram criadas condições de aprofundar o debate político no espaço virtual das redes sociais na Internet.
 

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2160561 Ano: 2022
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Na violência de gênero, as ações violentas são produzidas em contextos e espaços relacionais, portanto, interpessoais, que têm cenários societais e históricos não uniformes. A centralidade das ações violentas — físicas, sexuais, psicológicas, patrimoniais ou morais — incide sobre a mulher, tanto no âmbito privado-familiar quanto nos espaços de trabalho e públicos.
Lourdes Maria Bandeira. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. In: Sociedade e Estado, 29(2), maio-ago./2014, p. 451 (com adaptações).
Considerando as informações do texto anterior e o amplo debate a respeito da relação entre violência, preconceito e gênero que se estabeleceu no campo da sociologia, julgue o item subsequente.
A violência de gênero reflete, sobretudo, a fragilidade das mulheres na sociedade.
 

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2160560 Ano: 2022
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Durante a criação do Grupo de Trabalho Interministerial População Negra, o então presidente Fernando Henrique Cardoso adotou uma postura bastante progressista e enfatizou a necessidade de modificar o quadro de discriminação por cor, bem como de encontrar mecanismos e processos capazes de tornar mais democrática a relação entre raças, grupos sociais e classes sociais. Apesar dessas importantes mudanças no modo como o Estado brasileiro historicamente se posicionava em relação à questão racial, a adoção de políticas afirmativas, como as cotas nas universidades, teve início somente após a realização da III Conferência Mundial Contra a Discriminação Racial, o Racismo, a Xenofobia e a Intolerância Correlata, ocorrida em 2001, em Durban, na África do Sul. A partir de então, foi possível identificar uma resposta ativa, por meio da criação e(ou) potencialização de órgãos governamentais dedicados ao tratamento das questões raciais nos países latinos.
Luciana Garcia de Mello. Da crítica à política: tensões entre reconhecimento e democracia racial na política de cotas da UFRGS. In: Civitas, 17(2), maio-ago./2017, p. 311 (com adaptações).
Com relação a questões sociológicas envolvendo diversidade étnica e cultural, julgue o item subsecutivo.
No contexto brasileiro, a questão racial é preterida em função da existência de outras tantas intolerâncias que foram e ainda são praticadas.
 

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2160559 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Teoria do medalhão

(diálogo)

— Saiu o último conviva do nosso modesto jantar. Com que, meu peralta, chegaste aos teus vinte e um anos. Há vinte e um anos, no dia 5 de agosto de 1854, vinhas tu à luz, um pirralho de nada, e estás homem, longos bigodes, alguns namoros...

— Papai...

— Não te ponhas com denguices, e falemos como dois amigos sérios. Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Senta-te e conversemos. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. (...) Mas qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum. (...)

— Sim, senhor.

— Entretanto, assim como é de boa economia guardar um pão para a velhice, assim também é de boa prática social acautelar um ofício para a hipótese de que os outros falhem, ou não indenizem suficientemente o esforço da nossa ambição. É isto o que te aconselho hoje, dia da tua maioridade.

— Creia que lhe agradeço; mas que ofício, não me dirá?

— Nenhum me parece mais útil e cabido que o de medalhão. Ser medalhão foi o sonho da minha mocidade; faltaram-me, porém, as instruções de um pai, e acabo como vês, sem outra consolação e relevo moral, além das esperanças que deposito em ti. Ouve-me bem, meu querido filho, ouve-me e entende. (...)

— Entendo.

— Venhamos ao principal. Uma vez entrado na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente (...).

— Mas quem lhe diz que eu...

— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Não me refiro tanto à fidelidade com que repetes numa sala as opiniões ouvidas numa esquina, e vice-versa, porque esse fato, posto indique certa carência de ideias, ainda assim pode não passar de uma traição da memória. Não; refiro-me ao gesto correto e perfilado com que usas expender francamente as tuas simpatias ou antipatias acerca do corte de um colete, das dimensões de um chapéu, do ranger ou calar das botas novas. Eis aí um sintoma eloquente, eis aí uma esperança. No entanto, podendo acontecer que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias, urge aparelhar fortemente o espírito. As ideias são de sua natureza espontâneas e súbitas; por mais que as soframos, elas irrompem e precipitam-se. Daí a certeza com que o vulgo, cujo faro é extremamente delicado, distingue o medalhão completo do medalhão incompleto.

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: 50 contos escolhidos de Machado de Assis. Seleção, introdução e notas de John Gledson. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 82-83 (com adaptações).

Considerando o texto Teoria do medalhão e o conjunto da obra de Machado de Assis, julgue o item a seguir, quanto à relação entre a ironia machadiana e o veio satírico presente em obras de diferentes contextos e épocas da literatura brasileira.

A ironia machadiana presente no conto apresentado mantém clara afinidade, na forma e no conteúdo, com a sátira de Gregório de Matos à cidade da Bahia no século XVII: ambas criticam a vida de aparências e tomam partido dos explorados.

 

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2160558 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Teoria do medalhão

(diálogo)

— Saiu o último conviva do nosso modesto jantar. Com que, meu peralta, chegaste aos teus vinte e um anos. Há vinte e um anos, no dia 5 de agosto de 1854, vinhas tu à luz, um pirralho de nada, e estás homem, longos bigodes, alguns namoros...

— Papai...

— Não te ponhas com denguices, e falemos como dois amigos sérios. Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Senta-te e conversemos. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. (...) Mas qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum. (...)

— Sim, senhor.

— Entretanto, assim como é de boa economia guardar um pão para a velhice, assim também é de boa prática social acautelar um ofício para a hipótese de que os outros falhem, ou não indenizem suficientemente o esforço da nossa ambição. É isto o que te aconselho hoje, dia da tua maioridade.

— Creia que lhe agradeço; mas que ofício, não me dirá?

— Nenhum me parece mais útil e cabido que o de medalhão. Ser medalhão foi o sonho da minha mocidade; faltaram-me, porém, as instruções de um pai, e acabo como vês, sem outra consolação e relevo moral, além das esperanças que deposito em ti. Ouve-me bem, meu querido filho, ouve-me e entende. (...)

— Entendo.

— Venhamos ao principal. Uma vez entrado na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente (...).

— Mas quem lhe diz que eu...

— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Não me refiro tanto à fidelidade com que repetes numa sala as opiniões ouvidas numa esquina, e vice-versa, porque esse fato, posto indique certa carência de ideias, ainda assim pode não passar de uma traição da memória. Não; refiro-me ao gesto correto e perfilado com que usas expender francamente as tuas simpatias ou antipatias acerca do corte de um colete, das dimensões de um chapéu, do ranger ou calar das botas novas. Eis aí um sintoma eloquente, eis aí uma esperança. No entanto, podendo acontecer que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias, urge aparelhar fortemente o espírito. As ideias são de sua natureza espontâneas e súbitas; por mais que as soframos, elas irrompem e precipitam-se. Daí a certeza com que o vulgo, cujo faro é extremamente delicado, distingue o medalhão completo do medalhão incompleto.

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: 50 contos escolhidos de Machado de Assis. Seleção, introdução e notas de John Gledson. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 82-83 (com adaptações).

Considerando o texto Teoria do medalhão e o conjunto da obra de Machado de Assis, julgue o item a seguir, quanto à relação entre a ironia machadiana e o veio satírico presente em obras de diferentes contextos e épocas da literatura brasileira.

Comparando-se a ironia com que Machado de Assis apresenta os representantes da elite local à sátira feita pelos árcades aos representantes da coroa portuguesa, conclui-se que, nos dois casos, os autores estão em oposição à ordem social estabelecida.

 

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2160557 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Teoria do medalhão

(diálogo)

— Saiu o último conviva do nosso modesto jantar. Com que, meu peralta, chegaste aos teus vinte e um anos. Há vinte e um anos, no dia 5 de agosto de 1854, vinhas tu à luz, um pirralho de nada, e estás homem, longos bigodes, alguns namoros...

— Papai...

— Não te ponhas com denguices, e falemos como dois amigos sérios. Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Senta-te e conversemos. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. (...) Mas qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum. (...)

— Sim, senhor.

— Entretanto, assim como é de boa economia guardar um pão para a velhice, assim também é de boa prática social acautelar um ofício para a hipótese de que os outros falhem, ou não indenizem suficientemente o esforço da nossa ambição. É isto o que te aconselho hoje, dia da tua maioridade.

— Creia que lhe agradeço; mas que ofício, não me dirá?

— Nenhum me parece mais útil e cabido que o de medalhão. Ser medalhão foi o sonho da minha mocidade; faltaram-me, porém, as instruções de um pai, e acabo como vês, sem outra consolação e relevo moral, além das esperanças que deposito em ti. Ouve-me bem, meu querido filho, ouve-me e entende. (...)

— Entendo.

— Venhamos ao principal. Uma vez entrado na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente (...).

— Mas quem lhe diz que eu...

— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Não me refiro tanto à fidelidade com que repetes numa sala as opiniões ouvidas numa esquina, e vice-versa, porque esse fato, posto indique certa carência de ideias, ainda assim pode não passar de uma traição da memória. Não; refiro-me ao gesto correto e perfilado com que usas expender francamente as tuas simpatias ou antipatias acerca do corte de um colete, das dimensões de um chapéu, do ranger ou calar das botas novas. Eis aí um sintoma eloquente, eis aí uma esperança. No entanto, podendo acontecer que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias, urge aparelhar fortemente o espírito. As ideias são de sua natureza espontâneas e súbitas; por mais que as soframos, elas irrompem e precipitam-se. Daí a certeza com que o vulgo, cujo faro é extremamente delicado, distingue o medalhão completo do medalhão incompleto.

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: 50 contos escolhidos de Machado de Assis. Seleção, introdução e notas de John Gledson. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 82-83 (com adaptações).

Considerando o texto Teoria do medalhão e o conjunto da obra de Machado de Assis, julgue o item a seguir, quanto à relação entre a ironia machadiana e o veio satírico presente em obras de diferentes contextos e épocas da literatura brasileira.

Na tradição da poesia satírica — do Barroco ao Romantismo —, diferentemente do texto de Machado de Assis, os personagens satirizados, propositadamente, não falam de si mesmos; uma vez que eles figuram nas obras como alvo da visão crítica do autor, é sempre o poeta quem fala sobre os defeitos deles.

 

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2160556 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Resolvo-me a contar, depois de muita hesitação, casos passados há dez anos. Não conservo notas: algumas que tomei foram inutilizadas, e assim, com o decorrer do tempo, ia-me parecendo cada vez mais difícil, quase impossível, redigir esta narrativa. Além disso, julgando a matéria superior às minhas forças, esperei que outros mais aptos se ocupassem dela. Não vai aqui falsa modéstia, como adiante se verá. Também me afligiu a ideia de jogar no papel criaturas vivas, sem disfarces, com os nomes que têm no registro civil. Repugnava-me deformá-las, dar-lhes pseudônimo, fazer do livro uma espécie de romance; mas teria eu o direito de utilizá-las em história presumivelmente verdadeira? Que diriam elas se se vissem impressas, realizando atos esquecidos, repetindo palavras contestáveis e obliteradas? Restar-me-ia alegar que o DIP, a polícia, enfim, os hábitos de um decênio de arrocho, me impediram o trabalho. Isto, porém, seria injustiça. Nunca tivemos censura prévia em obra de arte. Efetivamente se queimaram alguns livros, mas foram raríssimos esses autos de fé. Em geral a reação se limitou a suprimir ataques diretos, palavras de ordem, tiradas demagógicas, e disto escasso prejuízo veio à produção literária. Certos escritores se desculpam de não haverem forjado coisas excelentes por falta de liberdade — talvez ingênuo recurso de justificar inépcia ou preguiça. Liberdade completa ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei, ainda nos podemos mexer. Não será impossível acharmos nas livrarias libelos terríveis contra a república novíssima, às vezes com louvores dos sustentáculos dela, indulgentes ou cegos. Não caluniemos o nosso pequenino fascismo tupinambá: se o fizermos, perderemos qualquer vestígio de autoridade e, quando formos verazes, ninguém nos dará crédito. De fato ele não nos impediu escrever. Apenas nos suprimiu o desejo de entregar-nos a esse exercício.

Graciliano Ramos. Memórias do cárcere. Editora Record.

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item subsecutivo, relacionados ao Modernismo e a tendências contemporâneas da literatura brasileira.

No texto, o autor pondera sobre os sentidos de liberdade para depois tecer uma crítica a escritores que atribuem à prisão a falta de criatividade.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2160555 Ano: 2022
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Afirmam os historiadores da filosofia que esta possui data e local de nascimento: nasceu entre o final do século VII a. C. e o início do século VI a. C., nas colônias gregas da Ásia Menor — particularmente as que formavam a Jônia —, e o primeiro filósofo, Tales, era natural de Mileto. Além da data e do local, a filosofia também possui, ao nascer, um conteúdo preciso: é uma cosmologia, isto é, uma explicação racional sobre a origem e a ordem do mundo, o cosmos.

Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia.

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, a respeito da emergência da filosofia grega.

Além de Mileto, Éfeso também se situava na Jônia, onde o principal expoente da filosofia pré-socrática era Heráclito, famoso pela obscuridade de seu pensamento.

 

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2160554 Ano: 2022
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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O conhecimento do universal in abstracto é conhecimento especulativo; o conhecimento do universal in concreto é conhecimento comum. O conhecimento filosófico é conhecimento especulativo da razão e começa, portanto, onde o uso comum da razão começa a tentar o conhecimento do universal in abstracto.

Immanuel Kant. Manual dos cursos de lógica geral.

Considerando o texto precedente e aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente.

Não há diferença entre o uso comum da razão e seu uso especulativo, porque o conhecimento humano deve ser universal.

 

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