Foram encontradas 50 questões.
Examine a tirinha da cartunista Laerte, publicada em seu perfil do Instagram em 15.01.2025.

https://www.instagram.com/laerteminotaura/. Acesso em: 16jan.2025.
Na construção do sentido de sua tirinha, a cartunista lança mão, sobretudo, da seguinte figura de linguagem:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o poema “Urge
o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).
Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.
Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.
Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o poema “Urge
o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).
Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.
Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.
Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o poema “Urge
o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).
Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.
Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.
Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Verifica-se um exemplo de dêixis espacial no seguinte verso:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o poema “Urge
o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).
Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.
Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.
Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o poema “Urge
o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).
Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.
Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.
Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia a crônica
“Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.
A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe
se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha
adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia
alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não
lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi
ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o
mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava
até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e
naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o
chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros
que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias
conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de
cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não
conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a
ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor,
como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as
paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama,
refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado.
Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe
disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde
sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que
ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro
novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você
parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a
casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e
disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco
– apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou
a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e
fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa
de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o
pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma
coisa. Catorze anos é fogo.
VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de
crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia a crônica
“Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.
A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe
se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha
adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia
alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não
lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi
ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o
mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava
até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e
naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o
chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros
que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias
conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de
cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não
conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a
ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor,
como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as
paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama,
refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado.
Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe
disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde
sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que
ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro
novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você
parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a
casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e
disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco
– apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou
a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e
fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa
de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o
pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma
coisa. Catorze anos é fogo.
VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de
crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia a crônica
“Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.
A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe
se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha
adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia
alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não
lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi
ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o
mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava
até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e
naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o
chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros
que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias
conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de
cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não
conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a
ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor,
como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as
paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama,
refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado.
Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe
disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde
sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que
ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro
novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você
parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a
casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e
disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco
– apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou
a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e
fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa
de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o
pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma
coisa. Catorze anos é fogo.
VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de
crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
I. “havia alguma coisa diferente dos outros verões”.
II. “Naquela noite a filha leu um pouco”.
III. “Catorze anos é fogo”.
Verifica-se o emprego de linguagem figurada apenas em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia a crônica
“Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.
A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe
se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha
adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia
alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não
lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi
ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o
mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava
até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e
naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o
chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros
que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias
conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de
cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não
conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a
ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor,
como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as
paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama,
refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado.
Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe
disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde
sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que
ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro
novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você
parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a
casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e
disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco
– apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou
a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e
fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa
de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o
pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma
coisa. Catorze anos é fogo.
VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de
crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. Adaptado.
Ocorre o chamado discurso indireto livre no seguinte trecho da crônica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container