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Para Bossle (2019), muitos autores da Educação Física vêm desenvolvendo a aproximação entre a cultura corporal de movimento e o pensamento de Paulo Freire, como é o caso de:
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Ao pesquisar sobre a relevância da Educação Libertadora na Educação Física Escolar, Bossle (2019) encontra na produção científica da área dois aspectos simbólicos da obra de Paulo Freire, tais como:
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O Coletivo de Autores (2012) defende o conceito de currículo ampliado, que tem como uma das suas referências a relação das matérias enquanto parte e com o currículo enquanto todo. Os autores assinalam que a materialização desse currículo ampliado na escola ocorre por meio da:
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Kunz (2006) assinala que a estrutura básica para uma pedagogia do ensino do esporte, na Educação Física escolar, deve estar apoiada nos dois seguintes aspectos teóricos:
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Neira (2011) destaca que o currículo cultural da Educação Física escolar fundamenta-se teoricamente nas seguintes linhas teóricas:
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Castellani Filho (2013), após fazer uma análise da história da Educação Física no Brasil, assinala que existem dois blocos de tendências antagônicos. São eles:
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O livro Coletivo de Autores (2012) é uma obra que critica a Educação Física ancorada no paradigma da aptidão física, notadamente excludente, e que historicamente defende os interesses do capital. Esta obra propõe uma abordagem pedagógica que tem os seus princípios voltados aos interesses da classe:
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Um dos princípios curriculares da abordagem crítico-superadora é a contemporaneidade do conteúdo, sendo necessário garantir aos estudantes acesso ao que há de mais moderno no mundo contemporâneo quanto ao desenvolvimento da ciência, da arte e da cultura. Ao abordar este princípio, a abordagem crítico-superadora traz ao debate a necessidade de considerar como contemporâneo o que Dermeval Saviani (1991 apud Coletivo de Autores, 2012) classifica como conhecimento clássico. Para o autor, o conhecimento clássico é:
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Em “Educação Física e o conceito de cultura”, Daólio (2010) propõe uma educação física da desordem, a qual atuaria sobre o ser humano nas suas manifestações corporais, que são acima de tudo culturais. Tal educação física da desordem considera o outro a partir de uma relação:
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De acordo com Fonseca e Ramos (2017) em "Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de Educação Física", existe um público de estudantes que é excluído com frequência das aulas de Educação Física.
Admitindo o conceito de inclusão destacado pelos autores, são excluídos:
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