Foram encontradas 30 questões.
Considere um argumento com as premissas P1 e P2 a seguir.
P1: Raquel é boa pessoa e Ruth não é má pessoa.
P2: Ruth é má pessoa ou Gustavo não é boa pessoa.
Uma conclusão que torna o argumento válido é:
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Considere os seguintes conjuntos:
A = { conjunto formado por pessoas que gostam de jaca }
B = { conjunto formado por pessoas que dormem cedo }
Se os conjuntos A, B e A ∪ B possuem respectivamente 42, 36 e 51 elementos, então, a quantidade de pessoas que gostam de jaca e dormem cedo é igual ao:
A = { conjunto formado por pessoas que gostam de jaca }
B = { conjunto formado por pessoas que dormem cedo }
Se os conjuntos A, B e A ∪ B possuem respectivamente 42, 36 e 51 elementos, então, a quantidade de pessoas que gostam de jaca e dormem cedo é igual ao:
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A sequência a seguir foi formada, a partir do segundo termo,
seguindo um padrão no cálculo de cada termo.

Mantido o mesmo padrão, a soma dos algarismos de X vale:
Mantido o mesmo padrão, a soma dos algarismos de X vale:
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Uma empresa oferece um desconto para seus funcionários
que desejam fazer a compra de determinado produto que eles
mesmos fabricam. Normalmente, o produto custa R$ 600,00,
mas os funcionários têm desconto de x % sobre esse valor, sendo
x igual ao número de anos que eles trabalham na empresa.
Márcio, que trabalha há 8 anos nessa empresa, Meire,
que trabalha há T anos, e Mônica, que trabalha há 2T anos,
compraram um produto cada, pagando um total de R$ 1.698,00.
Dessa forma, o valor de T é igual a:
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Em um concurso público, exatamente 4/7 dos candidatos
aprovados são mulheres. Dentre essas mulheres, exatamente
3/8 nasceram em Cuiabá. Entre essas mulheres aprovadas que
nasceram em Cuiabá, exatamente 16/27 têm nível superior.
Com essas informações, o menor número possível de candidatos aprovados equivale a:
Com essas informações, o menor número possível de candidatos aprovados equivale a:
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Leia o texto a seguir:
E tinha a cabeça cheia deles - Marina Colasanti
Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da
mãe, começava esta a catar-lhe piolhos.
Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem,
patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando
entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância
ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos
inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de
cafuné.
Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos
os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida,
enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia
penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe
entrefechava os olhos.
Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa
de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu
naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando
a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou
seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do
fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro
pensamento.
Fonte: https://contobrasileiro.com.br/e-tinha-a-cabeca-cheia-deles-marinacolassanti/. Acesso em 21/09/2023
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Leia o texto a seguir:
E tinha a cabeça cheia deles - Marina Colasanti
Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da
mãe, começava esta a catar-lhe piolhos.
Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem,
patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando
entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância
ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos
inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de
cafuné.
Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos
os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida,
enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia
penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe
entrefechava os olhos.
Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa
de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu
naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando
a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou
seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do
fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro
pensamento.
Fonte: https://contobrasileiro.com.br/e-tinha-a-cabeca-cheia-deles-marinacolassanti/. Acesso em 21/09/2023
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E tinha a cabeça cheia deles - Marina Colasanti
Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da
mãe, começava esta a catar-lhe piolhos.
Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem,
patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando
entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância
ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos
inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de
cafuné.
Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos
os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida,
enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia
penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe
entrefechava os olhos.
Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa
de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu
naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando
a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou
seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do
fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro
pensamento.
Fonte: https://contobrasileiro.com.br/e-tinha-a-cabeca-cheia-deles-marinacolassanti/. Acesso em 21/09/2023
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E tinha a cabeça cheia deles - Marina Colasanti
Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da
mãe, começava esta a catar-lhe piolhos.
Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem,
patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando
entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância
ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos
inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de
cafuné.
Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos
os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida,
enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia
penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe
entrefechava os olhos.
Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa
de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu
naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando
a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou
seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do
fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro
pensamento.
Fonte: https://contobrasileiro.com.br/e-tinha-a-cabeca-cheia-deles-marinacolassanti/. Acesso em 21/09/2023
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- Psicopedagogia
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Estudos contemporâneos têm apontado que o homem
moderno não consegue ouvir, porque:
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