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Foram encontradas 50 questões.

211627 Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
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A profissão de químico foi regulamentada a partir de um decreto-lei e a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Química foi definida pela “Lei Mater dos Químicos”, promulgada pelo então presidente da República, Juscelino Kubitschek, a data na qual se comemora o “Dia Nacional do Químico”. A alternativa que compreende corretamente número e data do decreto-lei que regulamenta a profissão de químico é:
 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

Leia e analise.

enunciado 211585-1

(Disponível em: http://redacaoemrede.blogspot.com.br/2016/01/linguagem-uma-charge-fundamentada-no.html.)

Em relação ao texto “Alfabeto de emojis”, pode-se afirmar que a charge
 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

Acerca dos termos grifados no 2º§ do texto, está correto o que se afirma em:
 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

No 1º§, o suposto enunciado a ser escrito por um historiador no futuro tem seu sentido estruturado
 

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Em Summerhill, “as crianças não são obrigadas a assistir as aulas e, além disso, as decisões da escola são tomadas em assembleias onde todos votam, incluindo professores, alunos e funcionários. Para o autor, a experiência nessa escola mostrou que, sem a coerção das escolas tradicionais, os estudantes orientam sua aprendizagem através do seu próprio interesse, ao invés de orientar pelo que lhe é imposto”.

O texto anterior ilustra algumas facetas da Escola de Summerhill, fundada por Alexander Neill. A ciência pedagógica aponta que esta filosofia sustenta a

Questão Anulada

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211793 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
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Para a análise de cátions, dividimos, de modo geral, os cátions em três grupos (principal, transição e outros metais). Os demais são omitidos por serem muito tóxicos, muito caros ou relativamente raros. Para a realização da análise de cátions em uma mistura é requerido um tratamento sistemático. O procedimento, geralmente, consiste em remover sucessivos grupos de cátions por precipitação. O esquema padrão de análise qualitativa separa os cátions em quatro grupos, com reagentes e pH ajustados. Assinale a alternativa que classifica somente os metais para o grupo II de cátions em análise qualitativa.
Questão Anulada

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211790 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
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Vários compostos orgânicos com átomos de halogênios diferentes de cloro foram ou são usados comercialmente. Como exemplo, os fréons são utilizados como propelentes de aerossóis e como gases de refrigerante, o 1,2-dibrometano (EBD) é utilizado como inseticida em grãos, o ácido 2,4-diclorofenoxiacético é utilizado como herbicida. Sabendo qual a função orgânica e como ela se caracteriza no composto, podemos compreender qual uso o composto poderá ter.

Analise, a seguir, a tabela de compostos e alguns usos específicos.

enunciado 211790-1
Assinale a alternativa que relaciona corretamente o composto ao seu uso.
Questão Anulada

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211789 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
Provas:

Vários compostos orgânicos com átomos de halogênios diferentes de cloro foram ou são usados comercialmente. Como exemplo, os fréons são utilizados como propelentes de aerossóis e como gases de refrigerante, o 1,2-dibrometano (EBD) é utilizado como inseticida em grãos, o ácido 2,4-diclorofenoxiacético é utilizado como herbicida. Sabendo qual a função orgânica e como ela se caracteriza no composto, podemos compreender qual uso o composto poderá ter.

Analise, a seguir, a tabela de compostos e alguns usos específicos.

enunciado 211789-1
Assinale a alternativa que corresponde à soma das massas molares dos compostos 1 e 4.
Questão Anulada

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211786 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
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“Sendo a reação entre um álcool diidroxílico com ácido dicarboxílico há a produção de um éster com grupos terminais reativos e água. Considere que o álcool nesta reação possui 5 carbonos e o ácido com 6 carbonos.”
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a massa molecular do éster produzido.
Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
211785 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
Provas:
“Sendo a reação entre um álcool diidroxílico com ácido dicarboxílico há a produção de um éster com grupos terminais reativos e água. Considere que o álcool nesta reação possui 5 carbonos e o ácido com 6 carbonos.”
Assinale, a seguir, quantos átomos de água foram produzidos a partir de 620,5 g do ácido.
Questão Anulada

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