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Foram encontradas 30 questões.

1421184 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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TEXTO 2
PENSAMENTOS DO MILLÔR
O Estado só deveria dar ao indivíduo, como educação, o aprendizado da leitura. Daí em diante o cidadão seria, do ponto de vista oficial, completamente deseducado, o Estado criando apenas vastíssimas bibliotecas e centros de informações, onde o cidadão pudesse encontrar todas (mas todas mesmo) as tendências culturais existentes. Ao chegar à puberdade (14, 15, 16, 17 anos ou quando ele próprio decidisse) o cidadão frequentaria centros de aprendizado técnico, onde lidaria com máquinas e instrumentos necessários a uma educação técnica, não abstrata. Os cidadãos interessados apenas em atividades abstratas – escrever, pintar, psicanalisar ou politicar – frequentariam, se quisessem, locais de discussão – ágoras modernas – mas continuariam, no sentido atual, totalmente autodidatas. O sistema educacional vigente é apenas uma maneira de levar a ignorância às suas extremas consequências.
(Millôr Fernandes, Definitivo)

A alternativa que apresenta uma afirmação adequada sobre aspectos gráficos do texto é:
 

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1421183 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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TEXTO 2
PENSAMENTOS DO MILLÔR
O Estado só deveria dar ao indivíduo, como educação, o aprendizado da leitura. Daí em diante o cidadão seria, do ponto de vista oficial, completamente deseducado, o Estado criando apenas vastíssimas bibliotecas e centros de informações, onde o cidadão pudesse encontrar todas (mas todas mesmo) as tendências culturais existentes. Ao chegar à puberdade (14, 15, 16, 17 anos ou quando ele próprio decidisse) o cidadão frequentaria centros de aprendizado técnico, onde lidaria com máquinas e instrumentos necessários a uma educação técnica, não abstrata. Os cidadãos interessados apenas em atividades abstratas – escrever, pintar, psicanalisar ou politicar – frequentariam, se quisessem, locais de discussão – ágoras modernas – mas continuariam, no sentido atual, totalmente autodidatas. O sistema educacional vigente é apenas uma maneira de levar a ignorância às suas extremas consequências.
(Millôr Fernandes, Definitivo)




TEXTO 3
O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA
Dias de Figueiredo (org.)
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par
de outras, para ensinar e aprender?"
Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia-se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didáticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores “para as tecnologias”.Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didáticos só conseguem encontrar viabilidade econômica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já atualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas.
Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didáticos, e com uma indispensável ligação às redes eletrônicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.
“A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas)”.

A relação entre esses dois períodos do texto é:
 
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1421155 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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TEXTO 2
PENSAMENTOS DO MILLÔR
O Estado só deveria dar ao indivíduo, como educação, o aprendizado da leitura. Daí em diante o cidadão seria, do ponto de vista oficial, completamente deseducado, o Estado criando apenas vastíssimas bibliotecas e centros de informações, onde o cidadão pudesse encontrar todas (mas todas mesmo) as tendências culturais existentes. Ao chegar à puberdade (14, 15, 16, 17 anos ou quando ele próprio decidisse) o cidadão frequentaria centros de aprendizado técnico, onde lidaria com máquinas e instrumentos necessários a uma educação técnica, não abstrata. Os cidadãos interessados apenas em atividades abstratas – escrever, pintar, psicanalisar ou politicar – frequentariam, se quisessem, locais de discussão – ágoras modernas – mas continuariam, no sentido atual, totalmente autodidatas. O sistema educacional vigente é apenas uma maneira de levar a ignorância às suas extremas consequências.
(Millôr Fernandes, Definitivo)




TEXTO 3
O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA
Dias de Figueiredo (org.)
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par
de outras, para ensinar e aprender?"
Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia-se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didáticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores “para as tecnologias”.Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didáticos só conseguem encontrar viabilidade econômica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já atualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas.
Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didáticos, e com uma indispensável ligação às redes eletrônicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.
Os principais argumentos do entrevistado no texto 3 se apoiam em:
 
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1414164 Ano: 2013
Disciplina: Português
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Orgão: SEDUC-RJ
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TEXTO 2
PENSAMENTOS DO MILLÔR
O Estado só deveria dar ao indivíduo, como educação, o aprendizado da leitura. Daí em diante o cidadão seria, do ponto de vista oficial, completamente deseducado, o Estado criando apenas vastíssimas bibliotecas e centros de informações, onde o cidadão pudesse encontrar todas (mas todas mesmo) as tendências culturais existentes. Ao chegar à puberdade (14, 15, 16, 17 anos ou quando ele próprio decidisse) o cidadão frequentaria centros de aprendizado técnico, onde lidaria com máquinas e instrumentos necessários a uma educação técnica, não abstrata. Os cidadãos interessados apenas em atividades abstratas – escrever, pintar, psicanalisar ou politicar – frequentariam, se quisessem, locais de discussão – ágoras modernas – mas continuariam, no sentido atual, totalmente autodidatas. O sistema educacional vigente é apenas uma maneira de levar a ignorância às suas extremas consequências.
(Millôr Fernandes, Definitivo)




TEXTO 3
O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA
Dias de Figueiredo (org.)
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par
de outras, para ensinar e aprender?"
Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia-se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didáticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores “para as tecnologias”.Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didáticos só conseguem encontrar viabilidade econômica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já atualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas.
Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didáticos, e com uma indispensável ligação às redes eletrônicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.
O texto 3 é de autoria de um autor lusitano. A comprovação dessa a?rmativa se dá por meio do seguinte fato:
 
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1414163 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
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TEXTO 2
PENSAMENTOS DO MILLÔR
O Estado só deveria dar ao indivíduo, como educação, o aprendizado da leitura. Daí em diante o cidadão seria, do ponto de vista oficial, completamente deseducado, o Estado criando apenas vastíssimas bibliotecas e centros de informações, onde o cidadão pudesse encontrar todas (mas todas mesmo) as tendências culturais existentes. Ao chegar à puberdade (14, 15, 16, 17 anos ou quando ele próprio decidisse) o cidadão frequentaria centros de aprendizado técnico, onde lidaria com máquinas e instrumentos necessários a uma educação técnica, não abstrata. Os cidadãos interessados apenas em atividades abstratas – escrever, pintar, psicanalisar ou politicar – frequentariam, se quisessem, locais de discussão – ágoras modernas – mas continuariam, no sentido atual, totalmente autodidatas. O sistema educacional vigente é apenas uma maneira de levar a ignorância às suas extremas consequências.
(Millôr Fernandes, Definitivo)




TEXTO 3
O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA
Dias de Figueiredo (org.)
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par
de outras, para ensinar e aprender?"
Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia-se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didáticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores “para as tecnologias”.Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didáticos só conseguem encontrar viabilidade econômica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já atualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas.
Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didáticos, e com uma indispensável ligação às redes eletrônicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.
“Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didáticos, e com uma indispensável ligação às redes electrônicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado”.

O comentário adequado sobre componentes desse segmento do texto é:
 
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379269 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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ZABALA, em “A Prática Educativa”, afirma que muitos educadores menosprezam as contribuições da Psicologia da Aprendizagem acerca de como se ensina e se aprende. Segundo o autor esse comportamento se explica em função da seguinte razão:
 
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379267 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a alternativa abaixo que constitui finalidade da educação brasileira é:
 
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379266 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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Em conformidade com o art. 23 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação básica poderá organizar-se das diversas formas previstas nesse dispositivo legal, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. Sobre as disposições constantes desse diploma legal, a alternativa que traz um comentário correto é:
 
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379260 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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Conforme Antoni Zabala, em “A Prática Educativa”, o termo conteúdos atitudinais engloba uma série de conteúdos que podem ser agrupados em valores, atitudes e normas. É correto afirmar que constitui um exemplo de atitude:
 
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379259 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: SEDUC-RJ
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Antoni Zabala diz que nossa estrutura cognitiva está configurada por uma rede de esquemas de conhecimento. Esses esquemas se definem como as representações que uma pessoa possui, num momento dado de sua existência, sobre algum objeto do conhecimento. Assim, é correto afirmar que a natureza dos esquemas de conhecimento de um aluno depende de:
 
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