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O educador deve criar situações didáticas em que
seus educandos leiam antes de aprenderem a ler
convencionalmente. Para isso, deve:
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- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Educação e SociologiaFunção Social da Escola e Compromisso Social do Educador
- Pesquisa em Educação
- PPP: Projeto Político-Pedagógico
- Temas Educacionais PedagógicosParadigmas EducacionaisProtagonismo Juvenil e Cidadania
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e AprendizagemGestão da Aprendizagem
- O Processo Ação-Reflexão-Ação no Desenvolvimento do Trabalho Pedagógico
A escola de qualidade social adota como centralidade
o estudante e a aprendizagem, o que pressupõe
atendimento, entre outros, aos seguintes requisitos:
1. revisão das referências conceituais quanto aos
diferentes espaços e tempos educativos,
abrangendo espaços sociais na escola e fora
dela.
2. incompatibilidade entre a proposta curricular e a
infraestrutura entendida como espaço formativo
dotado de efetiva disponibilidade de tempos para
a sua utilização e acessibilidade.
3. foco no projeto político-pedagógico, no gosto
pela aprendizagem e na avaliação das
aprendizagens como instrumento de contínua
progressão dos estudantes.
4. integração dos profissionais da educação, dos
estudantes, das famílias, dos agentes da
comunidade interessados na educação.
Estão corretos apenas os requisitos:
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Acerca do uso dos recursos didáticos no processo de
ensino-aprendizagem, leia as afirmativas:
1. Os recursos didático-pedagógicos são
com ponentes do ambiente educacional
estimuladores do educando, facilitando e
enriquecendo o processo de ensino e
aprendizagem.
2. Algumas coisas que se encontram no ambiente
onde ocorre o processo ensino-aprendizagem
pode se transformar em um ótimo recurso
didático, desde que utilizado de forma adequada.
3. É todo material utilizado como auxílio no ensino-aprendizagem
do conteúdo proposto para ser
aplicado pelo professor a seus alunos.
4. Compreende uma diversidade de instrumentos e
métodos pedagógicos que são utilizados como
suporte experimental no desenvolvimento das
aulas e na organização do processo de ensino e
de aprendizagem.
5. O sucesso dos recursos didáticos empregados
nas salas de aula se deve ao fato de ser mais fácil
e atrativo para os educandos lidar com os
conteúdos.
Está correto apenas o que se apresenta em:
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A organização do percurso formativo, aberto e
contextualizado, deve ser construída em função das
peculiaridades do meio e das características,
interesses e necessidades dos estudantes, incluindo
não só os componentes curriculares centrais
obrigatórios, previstos na legislação e nas normas
educacionais, mas outros, também, de modo flexível
e variável, conforme cada projeto escolar, e
assegurando:
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Rondônia é um estado com significativa chegada de
pessoas provenientes de outras regiões. Entre as
alternativas a seguir, a região de origem onde
predomina a população residente no estado de
Rondônia, segundo dados do Censo de 2010 do
IBGE é:
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O estado de Rondônia é composto por diferentes
unidades de relevo, sendo uma delas a seguinte:
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Cândido Mariano da Silva Rondon, militar do exército
brasileiro, nascido na segunda metade do século XIX,
teve grande importância no processo de
interiorização do Brasil. Com o objetivo de construir
as bases da integração nacional, Cândido Rondon
chefiou, principalmente:
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Entre os municípios de Rondônia a seguir, assinale o
que se localiza mais ao sul.
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Entre os políticos a seguir assinale o primeiro
governador do Estado de Rondônia eleito por voto
direto.
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O apagão poderá nos trazer alguma luz
Não tivemos guerra, não tivemos revolução,
mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada
na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes,
como os humildes. A onda narcisista da democracia
liberal ficará mais “cabreira", as gargalhadas das
colunas sociais serão menos luminosas, nossos
flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das
estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão
mais tímidas, os peitos de silicone, menos
arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na
escuridão de nossas vidas de classe média. [...]
Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia
de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará
lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril
que teve e ainda tem; teremos saudades do matão,
do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor
de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos
das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts”
da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos,
apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais:
“Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio,
cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta
luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs
em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais
pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu
caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que
esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou
a tapa.
[...]
O apagão nos mostrará que somos
subdesenvolvidos, que essa superestrutura
modernizante está sobre pés de barro. O apagão é
um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”,
nos lembrando da escuridão física e mental em que
vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O
apagão nos fará mais pensativos e conscientes de
nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites
estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços
infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda,
se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidra-universo
torce seu corpo cravejado de estrelas...”.
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá
nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para
trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará
entender os flagelados do Nordeste, que sempre
olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão
nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois
aprendemos que a natureza é quando não
respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos,
respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos
arroubos de autossuficiência.
O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias
e noites, que serão nítidos sem as luzes que a
modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer
esquecer que as cidades, de perto, são feias e
injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo
enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a
verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e
playboys, que terão medo dos “manos" em
cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais
recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se
revalorize como prazer calmo e doce e fique menos
rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a
diminuição das diversões eletrônicas noturnas.
O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez,
mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois
descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo,
pois nunca entenderemos como, com três agências
cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa
por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo
de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz
sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha
de S. Paulo,São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site.
<www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso
em 14out. 2016. (Fragmento)
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