Foram encontradas 60 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Memorial monta exposição com
grandes nomes das artes brasileiras
da Folha Online
Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
“São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

(http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)
O texto __________ e a frase colocada abaixo da ilustração é _________ .Memorial monta exposição com
grandes nomes das artes brasileiras
da Folha Online
Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
“São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

(http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)
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Sobre esse texto, pode-se dizer que
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Leia o texto para responder à questão.
Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
Sobre o poema, é possível dizer que:Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
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Leia os textos para responder à questão.
I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.
(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)
II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.
(Veja, 17.06.2009)
III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.
(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém trechos de reportagens.I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.
(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)
II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.
(Veja, 17.06.2009)
III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.
(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
IV. O estudo “Violência e Convivência nas Escolas”, realizado por pesquisadores da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. “Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral”, afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.
(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
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Em geral, a leitura por prazer associa-se à leitura de literatura. É natural que isso aconteça, pois os textos literários, cada um em seu nível e no nível adequado dos alunos poderão “enganchá-los” com maior probabilidade. Entretanto, também é muito frequente que a leitura de um texto literário seja associada ao trabalho sobre esses textos – questionários de comentário de textos, análise da prosa etc. – que, por outro lado, é totalmente necessário.
(Isabel Solé, Estratégias de leitura, 1998)
Segundo a autora,
(Isabel Solé, Estratégias de leitura, 1998)
Segundo a autora,
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A Edição 204, de agosto de 2007, da revista Nova Escola, publicou uma matéria que tinha por título “Vou alfabetizar todos eles até o fim do ano’‘, para divulgar práticas bem sucedidas de uma professora alfabetizadora.
Leia os comentários transcritos do site da revista a esse respeito, para responder à questão.
Comentário 1
Apesar de essa matéria ser antiga gostaria de compartilhar minha experiência. Trabalho com essa fundamentação didática há alguns anos e traz resultados formidáveis na aprendizagem da leitura e da escrita. ALÉM DE SER DIVERTIDO! Um abraço.
M.S.A.P. Postado em 15/06/2009 23:58:26.
Comentário 2
Parabenizo a professora pela atitude de ensino com as crianças, é um modelo para todos outros educadores, como mãe de um aluno de 1ª série irá ajudar mais ainda no ensino dele, e junto com a professora que está seguindo a mesma meta com os alunos está dando bons resultados. S.H.P.S. . Postado em 15.05.2009 14:20:45.
(http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/vou-alfabetizar-todos-eles-fim-ano-423796.shtml?comments=yes#mostrar Acesso em 03.11.2009)
No comentário 1, minha e há alguns anos referem-se, respectivamente, aLeia os comentários transcritos do site da revista a esse respeito, para responder à questão.
Comentário 1
Apesar de essa matéria ser antiga gostaria de compartilhar minha experiência. Trabalho com essa fundamentação didática há alguns anos e traz resultados formidáveis na aprendizagem da leitura e da escrita. ALÉM DE SER DIVERTIDO! Um abraço.
M.S.A.P. Postado em 15/06/2009 23:58:26.
Comentário 2
Parabenizo a professora pela atitude de ensino com as crianças, é um modelo para todos outros educadores, como mãe de um aluno de 1ª série irá ajudar mais ainda no ensino dele, e junto com a professora que está seguindo a mesma meta com os alunos está dando bons resultados. S.H.P.S. . Postado em 15.05.2009 14:20:45.
(http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/vou-alfabetizar-todos-eles-fim-ano-423796.shtml?comments=yes#mostrar Acesso em 03.11.2009)
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Leia o texto para responder à questão.
Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
O título – “Sem barra” – aliado a outros recursos, tais como a repetição enfática do verbo cantar nos versos – “a cigarra canta, / canta o dia inteiro” –, é demonstrativo do seguinte ponto de vista do eu lírico:Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
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Observe a escrita.

(Emília Ferreiro. Reflexões sobre alfabetização, 1996)
Segundo Emília Ferreiro, a escrita produzida por essa criança de 6 anos é

(Emília Ferreiro. Reflexões sobre alfabetização, 1996)
Segundo Emília Ferreiro, a escrita produzida por essa criança de 6 anos é
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Leia os textos para responder à questão.
I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.
(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)
II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.
(Veja, 17.06.2009)
III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.
(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
Para argumentar sobre a necessidade de o professor realizar permanentemente atividades de atualização e de formação profissional, deve-se selecionar somente o(s) texto(s)I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.
(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)
II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.
(Veja, 17.06.2009)
III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.
(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
IV. O estudo “Violência e Convivência nas Escolas”, realizado por pesquisadores da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. “Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral”, afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.
(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
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986801
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
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Considere a seqüência de paisagens do porto do Rio de Janeiro para responder à questão.

Considere as afirmações relacionadas à sequência das paisagens. 
I. Em 1608, o meio natural é predominante. A ocupação do espaço, na forma de um pequeno porto, deve-se às condições naturais favoráveis a essa finalidade.
II. A transformação da paisagem que se percebe entre 1608 e 1808 é produto da atividade comercial, evidenciada pelos vários navios no porto, e que impulsionou a expansão urbana.
III. Entre 1808 e 1930, é nítida na paisagem urbana a mudança econômica: a atividade comercial cede lugar à indústria, evidenciada nos vários edifícios próximos ao antigo porto.
IV. Em 2008, percebe-se que a atividade industrial permanece como o centro da economia, moldando a paisagem urbana com galpões industriais e fazendo desaparecer a área portuária.
Está correto que se afirma apenas em
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