Foram encontradas 1.020 questões.
- ConceitosCulturaNoção Antropológica de Cultura
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia CríticaCultura de massa e indústria cultural
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Estratificação e desigualdade social
- Cultura e sociedade
- Desigualdades de raça, classe e gênero
- Cultura e identidade nacional
Em 1991, o então presidente americano, George
Bush, ansioso por restaurar uma maioria conservadora na Suprema Corte dos Estados Unidos da América,
encaminhou a indicação de Clarence Thomas, um juiz
negro de visões políticas conservadoras. No raciocínio de Bush, os eleitores brancos (que podiam ter preconceitos em relação a um juiz negro) provavelmente
apoiaram Thomas porque ele era conservador em termos da legislação de igualdade de direitos, e os eleitores negros (que apoiam políticas liberais em questões
de raça) apoiariam Thomas por ele ser negro.
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Segundo Stuart Hall, o Presidente Bush teria agido assim porque
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Segundo Stuart Hall, o Presidente Bush teria agido assim porque
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O sujeito, previamente vivido como tendo uma identidade unificada e estável, está se tornando fragmentado;
composto não de uma única, mas de várias identidades,
algumas vezes contraditórias ou não resolvidas. Correspondentemente, as identidades, que compunham as paisagens sociais “lá fora” e que asseguravam nossa conformidade subjetiva com as “necessidades” objetivas da
cultura, estão entrando em colapso, como resultado de
mudanças estruturais e institucionais.
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Para Stuart Hall, o processo de fragmentação descrito no excerto
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Para Stuart Hall, o processo de fragmentação descrito no excerto
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia CríticaCultura de massa e indústria cultural
- Estratificação e desigualdade social
- Cultura e sociedade
- Formas de estratificação social
Para ser eficaz, a tentação de consumir, e de consumir mais, deve ser transmitida em todas as direções e
dirigida indiscriminadamente a todos que se disponham
a ouvir. No entanto, o número de pessoas capazes de
ouvir é maior do que o daquelas que podem reagir da
maneira pretendida pela mensagem sedutora. Os que
não podem agir de acordo com os desejos induzidos
são apresentados todos os dias ao olhar deslumbrado
daqueles que podem. O consumo excessivo, aprendem
eles, é sinal de sucesso, uma autoestrada que conduz
ao aplauso público e à fama.
(Zygmunt Bauman, Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, 2022. Adaptado)
Segundo Bauman, o consumo é concebido na sociedade contemporânea como
(Zygmunt Bauman, Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, 2022. Adaptado)
Segundo Bauman, o consumo é concebido na sociedade contemporânea como
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A “sociedade de consumidores” é um tipo de sociedade
que “interpela” seus membros (ou seja, dirige-se a eles,
os saúda, apela a eles, questiona-os, mas também os
interrompe e “irrompe sobre” eles) basicamente na condição de consumidores. Ao fazê-lo, a “sociedade” (ou
quaisquer agências humanas dotadas de instrumentos
de coerção e meios de persuasão ocultos por trás desse conceito ou imagem) espera ser ouvida, entendida e
obedecida. Ela avalia – recompensa e penaliza – seus
membros segundo a prontidão e adequação da resposta
deles à interpelação.
(Zygmunt Bauman, Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, 2022. Adaptado)
Para Bauman, a interpelação consumista tem como principal consequência
(Zygmunt Bauman, Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, 2022. Adaptado)
Para Bauman, a interpelação consumista tem como principal consequência
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
A assim chamada variante ‘dialética’ põe a práxis e a sua
compreensão numa relação apenas exterior de condicionamentos e de determinações recíprocas – compreendam-se elas como ‘teoria dialética da auto-organização’
ou como ‘sociologia dialética da práxis’, ou como ‘teoria
das relações dialéticas’. A variante dialética está exposta
ao perigo de tratar a práxis e a compreensão como simples momentos do processo.
(Wolfdietrich Schmied-Kowarzik. “A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses as Feuerbach”. Problemata: Revista Internacional de Filosofia, 2019)
Segundo Schmied-Kowarzik, a variante interpretativa ‘dialética’ estaria equivocada por conceber a práxis
(Wolfdietrich Schmied-Kowarzik. “A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses as Feuerbach”. Problemata: Revista Internacional de Filosofia, 2019)
Segundo Schmied-Kowarzik, a variante interpretativa ‘dialética’ estaria equivocada por conceber a práxis
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A manipulação do imaginário social é particularmente
importante em momentos de mudança política e social,
em momentos de redefinição de identidades coletivas.
Não foi por acaso que a Revolução Francesa, em suas
várias fases, tornou-se um exemplo clássico de tentativa de manipular os sentimentos coletivos no esforço de
criar um novo sistema político, uma nova sociedade, um
novo ser humano.
(José Murilo de Carvalho, A formação das almas: o imaginário da República no Brasil, 2017. Adaptado)
Segundo José Murilo de Carvalho, o exemplo da manipulação do imaginário na Revolução Francesa mostra que
(José Murilo de Carvalho, A formação das almas: o imaginário da República no Brasil, 2017. Adaptado)
Segundo José Murilo de Carvalho, o exemplo da manipulação do imaginário na Revolução Francesa mostra que
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Estava em curso uma fase importante no processo
de construção de um pensamento capaz de pensar
a realidade nacional. Os partidários da modernização que atuavam na comunidade tradicional brasileira
necessitavam urgente e desesperadamente de novos
argumentos intelectuais para reforçar suas posições.
Uma nova ideologia que reorganizasse e reexplicasse
a natureza de seu ambiente social e institucional. Não
é de estranhar que esse grupo tenha vasculhado todos
os recursos europeus à procura de concepções úteis a
esse propósito.
(Octávio Ianni, A ideia de Brasil moderno, 1994)
Para Octávio Ianni, os intelectuais brasileiros mencionados
(Octávio Ianni, A ideia de Brasil moderno, 1994)
Para Octávio Ianni, os intelectuais brasileiros mencionados
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Quando se trata das novas formas de acumulação do
capital, um primeiro elemento diz respeito à temática da
qualidade nos processos produtivos. A falácia da qualidade total, tão difundida no mundo empresarial moderno, na empresa enxuta da era da reestruturação produtiva, torna-se evidente.
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Segundo Ricardo Antunes, em que consiste tal falácia?
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Segundo Ricardo Antunes, em que consiste tal falácia?
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Nas últimas décadas, o capitalismo viu-se frente a um
quadro crítico acentuado. O entendimento dos elementos
constitutivos essenciais dessa crise é de grande complexidade, uma vez que nesse mesmo período ocorreram
mutações intensas, econômicas, sociais, políticas, ideológicas, com fortes repercussões no ideário, na subjetividade e nos valores constitutivos da classe-que-vive-do-
-trabalho, mutações diversas e que tiveram forte impacto.
Essa crise estrutural fez com que fosse implementado um
amplo processo de reestruturação do capital, que afetou
fortemente o mundo do trabalho.
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Para Ricardo Antunes, o processo de reestruturação mencionado no excerto teve como objetivo
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Para Ricardo Antunes, o processo de reestruturação mencionado no excerto teve como objetivo
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Em sua obra Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a
afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes ressalta que: “Mesmo que 90% do material e dos recursos
de trabalho necessários para a produção e distribuição
de uma mercadoria comercializada lucrativamente – por
exemplo, um produto cosmético: um creme facial –, da
propaganda eletrônica ou da sua embalagem, sejam em
termos físicos ou figurativos (mas, em relação aos custos
de produção, efetivamente real), levadas direto para o
lixo, e apenas 10% sejam dedicados ao preparado químico, responsável pelos benefícios reais ou imaginários
do creme ao consumidor, as práticas obviamente devastadoras envolvidas no processo aparecem como plenamente justificadas”.
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
As justificações mencionadas pelo autor ocorrem no contexto
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
As justificações mencionadas pelo autor ocorrem no contexto
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