Foram encontradas 30 questões.
- LegislaçãoEducação Especial: Leis, Tratados e Normas Especiais
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com
Deficiência). Em relação a definição de elemento
de urbanização, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei nº 9.394/1996) dispõe sobre a
Organização da Educação Nacional. Sobre o
assunto, assinale a alternativa que apresenta
incorretamente uma incumbência do Estado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
- LegislaçãoLei 9.131/1995: Conselho Nacional de Educação
A Resolução nº 04/2010 do Conselho Nacional
de Educação (Câmara de Educação Básica) –
CNE/CEB – define Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a Educação Básica.
Acerca das etapas da Educação Básica,
assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
I. Dois níveis de desenvolvimento na aprendizagem, o real e o potencial. II. A linguagem, a identidade e a ética são elementos que devem estar contidos em uma visão crítica de mundo. III. A relação entre língua, território e cultura.
Estão corretas as afirmativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
I. Os professores desenvolvem o ensino de leitura e de escrita a partir do método tradicional, ou seja, o professor é o detentor do conhecimento e os alunos devem acompanhar apenas os seus ensinamentos.
II. A habilidade de escrita ocupa um lugar especial nas aulas de língua estrangeira. Por ser a mais tradicional das atividades e pelo fato de a maior parte dos programas de exames exigir que os alunos produzam algum trabalho escrito.
III. Professores e alunos iniciam juntos atividades de escrita, eles se envolvem em processos de escrita, moldando significados, trabalhando para alcançar objetivos e criar diferentes textos.
Estão corretas as afirmativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoReticências
TEXTO 1
POLÍTICAS PÚBLICAS
PARA EDUCAÇÃO RURAL
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O
texto original consta do Currículo de
Referência Único do Acre
O Currículo de Referência Único do Acre, apoiado
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBN), nº 9394 (1996), dispõe sobre princípios e
objetivos, estrutura e organização dos níveis e
modalidades da Educação e do ensino. Este
Currículo destaca, inclusive, a Educação Básica
escolar realizada no campo. Ele apresenta a
obrigatoriedade da oferta da educação infantil, do
ensino fundamental e do ensino médio para todos.
Pode-se ler na íntegra: “Em 2006 o Sistema de
Ensino foi reformulado e tornou obrigatória a oferta
de ensino fundamental completo para as clientelas
urbana e rural, de seis a quatorze anos. Nessa
perspectiva, atualmente temos em uma única rede,
distintas realidades de atendimento de escolas,
organizadas de acordo com a localização do
perímetro rural, 18 escolas com: Classes Seriadas,
que atende o Ensino Fundamental e Ensino Médio;
Classes Multisseriadas, que reúne em um único
espaço crianças do 1º ao 5º ano, com um único
professor; programas – ensino infantil – Asas da
Florestania Infantil – oferta domiciliar, Asas
Fundamental II e Médio – oferta abrangendo as
grandes áreas do conhecimento – modular, para
atender as comunidades das áreas de mais difícil
acesso”.
(Currículo de Referência Único do Acre,
Texto Introdutório, Seção 5.3 Ensino Rural, p.27)
A Modalidade de Oferta da Educação Básica do
Ensino Rural possui “(...) identidade própria e deve
considerar as diversas situações, o perfil e a faixa
etária dos estudantes, o tempo e espaço de seus
sujeitos, podendo ainda ter organização curricular
diferenciada.
Em meio aos desafios da Educação Rural, todas
as ofertas de Ensino estão organizadas e baseadas
nas Diretrizes Curriculares do Estado, além de
estarem amparadas na LDB, 9394/1996, e na
Resolução CEE/AC Nº 160/2013, Capítulo I, Da
Organização Escolar – Art. 2º e Art. 12 que
descreve sobre a legalidade da realidade brasileira
e acreana no sentido de flexibilizar a organização a
fim de que a oferta atenda a diversidade regional,
metodologias diversificadas sem, contudo,
descuidar da qualidade nem, sobretudo, se
distanciar da filosofia da Educação Nacional”.
(Currículo de Referência Único do Acre, Texto Introdutório, Seção
5.3 Ensino Rural, p.27 e p.28). A partir dessas bases legais, há o
desenvolvimento de currículos para as modalidades e anos com as
respectivas diferenças e considerando as diversidades já
comentadas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1
POLÍTICAS PÚBLICAS
PARA EDUCAÇÃO RURAL
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O
texto original consta do Currículo de
Referência Único do Acre
O Currículo de Referência Único do Acre, apoiado
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBN), nº 9394 (1996), dispõe sobre princípios e
objetivos, estrutura e organização dos níveis e
modalidades da Educação e do ensino. Este
Currículo destaca, inclusive, a Educação Básica
escolar realizada no campo. Ele apresenta a
obrigatoriedade da oferta da educação infantil, do
ensino fundamental e do ensino médio para todos.
Pode-se ler na íntegra: “Em 2006 o Sistema de
Ensino foi reformulado e tornou obrigatória a oferta
de ensino fundamental completo para as clientelas
urbana e rural, de seis a quatorze anos. Nessa
perspectiva, atualmente temos em uma única rede,
distintas realidades de atendimento de escolas,
organizadas de acordo com a localização do
perímetro rural, 18 escolas com: Classes Seriadas,
que atende o Ensino Fundamental e Ensino Médio;
Classes Multisseriadas, que reúne em um único
espaço crianças do 1º ao 5º ano, com um único
professor; programas – ensino infantil – Asas da
Florestania Infantil – oferta domiciliar, Asas
Fundamental II e Médio – oferta abrangendo as
grandes áreas do conhecimento – modular, para
atender as comunidades das áreas de mais difícil
acesso”.
(Currículo de Referência Único do Acre,
Texto Introdutório, Seção 5.3 Ensino Rural, p.27)
A Modalidade de Oferta da Educação Básica do
Ensino Rural possui “(...) identidade própria e deve
considerar as diversas situações, o perfil e a faixa
etária dos estudantes, o tempo e espaço de seus
sujeitos, podendo ainda ter organização curricular
diferenciada.
Em meio aos desafios da Educação Rural, todas
as ofertas de Ensino estão organizadas e baseadas
nas Diretrizes Curriculares do Estado, além de
estarem amparadas na LDB, 9394/1996, e na
Resolução CEE/AC Nº 160/2013, Capítulo I, Da
Organização Escolar – Art. 2º e Art. 12 que
descreve sobre a legalidade da realidade brasileira
e acreana no sentido de flexibilizar a organização a
fim de que a oferta atenda a diversidade regional,
metodologias diversificadas sem, contudo,
descuidar da qualidade nem, sobretudo, se
distanciar da filosofia da Educação Nacional”.
(Currículo de Referência Único do Acre, Texto Introdutório, Seção
5.3 Ensino Rural, p.27 e p.28). A partir dessas bases legais, há o
desenvolvimento de currículos para as modalidades e anos com as
respectivas diferenças e considerando as diversidades já
comentadas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container