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Foram encontradas 60 questões.

2290197 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Na questão, indique a alternativa que completa corretamente cada sentença:
“I think reading the news is really .”
 

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2290195 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Na questão, indique a alternativa que completa corretamente cada sentença:
“We were really by snakes”.
 

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2290190 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
A recent study, performed with children aged 2 months to 10 years, produced clinicai evidence delineating the stages a child goes through in developing a self-image. It involved exposing the child to his reflection in both a true mirror and then one that was convexly distorted. Children from 9 to 10 months old were highly responsive to both the true and the distorted mirror images. Their excitement, attention, and activity seemed to be unaffected by the distortion, indicating they had no self-image. Slightly older children, aged 10 to 11 months, made rhythmic circular movements when exposed to their distorted image as though attempting to correct the distortion. This change in response indicates the child may have some idea of his image and perhaps recognizes the distorted image is wrong. Amarked change in response changes when a child reaches 18 to 22 months of age. The child avoids both images, having begun to develop a self-image which does not match the mirror image. From 2 to 5 years, the child has developed a definite self-image which is recognizable in the mirror, since the child literally flees the distorted image. Children ages 7 to 10 had reached a levei of cognitive development which allowed them to laugh at the distorted images, play with the mirror and observe the changes they could effect.
Crescer magazine 1992
Choose the alternative that describes the first thing the children did that indicated they were beginning to develop self-image.
 

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2290161 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
A recent study, performed with children aged 2 months to 10 years, produced clinicai evidence delineating the stages a child goes through in developing a self-image. It involved exposing the child to his reflection in both a true mirror and then one that was convexly distorted. Children from 9 to 10 months old were highly responsive to both the true and the distorted mirror images. Their excitement, attention, and activity seemed to be unaffected by the distortion, indicating they had no self-image. Slightly older children, aged 10 to 11 months, made rhythmic circular movements when exposed to their distorted image as though attempting to correct the distortion. This change in response indicates the child may have some idea of his image and perhaps recognizes the distorted image is wrong. Amarked change in response changes when a child reaches 18 to 22 months of age. The child avoids both images, having begun to develop a self-image which does not match the mirror image. From 2 to 5 years, the child has developed a definite self-image which is recognizable in the mirror, since the child literally flees the distorted image. Children ages 7 to 10 had reached a levei of cognitive development which allowed them to laugh at the distorted images, play with the mirror and observe the changes they could effect.
Crescer magazine 1992
Choose the alternative that indicates in which age group the children tried to avoid only the false image.
 

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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Em seu texto, Guiomar de Grammon expõe sua opinião acerca da leitura. Destaca-se, dentre as estratégias utilizadas, o uso:
 

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2290121 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
Michael Joseph Jackson’s story was an American tale of celebrity and excess that took him from musical boy wonder to global pop superstar to sad figure haunted by lawsuits, paparazzi and failed plastic surgery.
At the height of his career, Mr. Jackson was indisputably the biggest star in the world; he sold more than 750 million albums. He spent a lifetime surprising people, in his last years mainly because of a surreal personal life, lurid legal scandals, serial plastic surgeries and erratic public behaviorthat turned him — on his very best days — into the butt of late-night talk-show jokes and tabloid headlines.
Mr. Jackson died atage 50 in Los Angeles on June25,2009. His death itself became an enormous spectacle. On television and on the Internet, tens of millions of people worldwide watched a memorial Service at the Staples Center in Los Angeles.
The cause of Mr. Jackson’s death was a mixture of the powerful anesthetic propofol and the anti-anxiety drug lorazepam, according to the Los Angeles County Coroner’s Office.
Two days after Mr. Jackson’s death his personal doctor, Conrad Murray, told detectives that he had been using propofol nearly daily for the last two months to help Mr. Jackson sleep. But he said that he had been trying to wean Mr. Jackson off the drug and had tried sedatives instead. Dr. Murray was charged with involuntary manslaughter for providing him with propofol.
Adapted from New York Times, Nov. 29, 2011
Choose the alternative that describes the way Michael Jackson spent his life, according to the article:
 

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2290119 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Read the Mother Teresa’s “Anyway Poem” and answerthe question:
People are often unreasonable, illogical and self centered;
Forgive them anyway.
If you are kind, people may accuse you of selfish, ulterior motives;
Be kind anyway.
Ifyou are successful, you will win some false friends and some true enemies;
Succeed anyway.
Ifyou are honest and frank, people may cheat you;
Be honest and frank anyway.
Whatyou spend years building, someone could destroy overnight;
Build anyway.
Ifyou find serenity and happiness, they may be jealous;
Be happy anyway.
The goodyou do today people will often forget tomorrow;
Do good anyway.
Give the world the best you have, and it may never be enough;
Give the world the best you’ve got anyway. You see, in the final analysis, it is between you and your God; It was never between you and them anyway.
[Reportedly inscribed on the wall of Mother Teresa’s children’s home in Calcutta, and attributed to her. However, an article in the New York Times has since reported (March 8, 2002)]
“Give the world the best vou’ve got anyway”. Choose the alternative that contains the full form of “you’ve got”:
 

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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Considere a última frase do texto para responder à questão.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Essa frase é bastante emblemática da concepção da autora. Analise os comentários sobre ela e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Sabendo que em um texto as informações podem ser agrupadas em fatos ou opiniões, esta frase simbolizaria um fato.
II. A leitura teria o poder de tornar o homem um ser perigoso para os demais, dificultando a vida em sociedade.
III. Se escrevêssemos “deve tornar” ao invés de “pode tornar” não haveria alterações semânticas consideráveis.
IV. A palavra “perigosamente” produz um efeito de sentido que reforça a tese da autora.
 

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2290109 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
A recent study, performed with children aged 2 months to 10 years, produced clinicai evidence delineating the stages a child goes through in developing a self-image. It involved exposing the child to his reflection in both a true mirror and then one that was convexly distorted. Children from 9 to 10 months old were highly responsive to both the true and the distorted mirror images. Their excitement, attention, and activity seemed to be unaffected by the distortion, indicating they had no self-image. Slightly older children, aged 10 to 11 months, made rhythmic circular movements when exposed to their distorted image as though attempting to correct the distortion. This change in response indicates the child may have some idea of his image and perhaps recognizes the distorted image is wrong. Amarked change in response changes when a child reaches 18 to 22 months of age. The child avoids both images, having begun to develop a self-image which does not match the mirror image. From 2 to 5 years, the child has developed a definite self-image which is recognizable in the mirror, since the child literally flees the distorted image. Children ages 7 to 10 had reached a levei of cognitive development which allowed them to laugh at the distorted images, play with the mirror and observe the changes they could effect.
Crescer magazine 1992
Choose the alternative that best explains the purpose of the study described in the text:
 

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2290107 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
A recent study, performed with children aged 2 months to 10 years, produced clinicai evidence delineating the stages a child goes through in developing a self-image. It involved exposing the child to his reflection in both a true mirror and then one that was convexly distorted. Children from 9 to 10 months old were highly responsive to both the true and the distorted mirror images. Their excitement, attention, and activity seemed to be unaffected by the distortion, indicating they had no self-image. Slightly older children, aged 10 to 11 months, made rhythmic circular movements when exposed to their distorted image as though attempting to correct the distortion. This change in response indicates the child may have some idea of his image and perhaps recognizes the distorted image is wrong. Amarked change in response changes when a child reaches 18 to 22 months of age. The child avoids both images, having begun to develop a self-image which does not match the mirror image. From 2 to 5 years, the child has developed a definite self-image which is recognizable in the mirror, since the child literally flees the distorted image. Children ages 7 to 10 had reached a levei of cognitive development which allowed them to laugh at the distorted images, play with the mirror and observe the changes they could effect.
Crescer magazine 1992
The word “literally” in “since the child Iiterailv flees the distorted image” is:
 

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