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Maria precisa escolher uma pessoa que não usa óculos dentre as pessoas de uma sala representadas na tabela abaixo:

Usam óculos Não usam óculos
Homens 5 7
Mulheres 8 5

A probabilidade de Maria fazer sua escolha, sabendo que a pessoa é mulher é de:

 

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2296029 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
No filme “Thelma e Louise” (1991), na cena final as protagonistas se lançam com o carro do alto de um precipício. Sendo h a altura do precipício, d a distância que o carro atinge o solo em relação à borda do precipício e g a aceleração da gravidade, e considerando que a superfície do alto de precipício é horizontalmente plana, assinale a alternativa que corresponde à velocidade do carro no momento em que perde o contato com o solo.
 

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2296028 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
No limiar da Idade Moderna (século XVII), vemos as duas concepções de lei (Natural e Positiva) colocada a serviço de um ideário político (Hobbes e Locke). O que nos parece importante observar é que a parti dessa distinção chegamos a uma outra concepção de lei, a que separa:
Assinale a alternativa correta.
 

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2296027 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Maria José Sancho era un mujer de unos cuarenta y pico años. Alta, con el pelo gris, y mucha personalidad. Entoces la reconocí.
Entró en mi oficina, con una expresión preocupada, y me dijo.
- Mira, voy a ir directa al grano.
- Adelante.
« Me gusta la gente que va directa al grano », pensé yo, y empezó a explicármelo todo.
- Colaboro con la Asociación de Vecinos de Peñalbina. Es un barrio obrero, Enunciado 3211607-1 sabes ?, cerca del parque de San Isidro. En la Asociación tenemos una sección de ayuda a los trabajadores extrajeros. Ahora hay muchos inmigrantes: africanos, sudamericanos, polacos... Tienen muchos problemas, como puedes imaginar: problemas de vivienda, de trabajo... Algunos voluntarios dan clases de español, los ayudamos con la burocracia, y todo eso. Uno de los chicos extranjeros, ahora...
Bueno, resumiendo, lo busca la Policía y nosotros queremos ayudarlo. Estamos completamente seguros de que no ha hecho nada. Por eso necesitamos un detective privado.
Tomado del libro Lejos de casa, de Loures Miquel y Neus Sans
Señale la respuesta correcta.
La expresión "ir directa al grano" significa:
 

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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
No excerto transcrito abaixo, identifique os referentes textuais dos termos em destaque e assinale a alternativa correta:
“Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação." (3°§)
 

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2296025 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A tabela indica o total de pessoas de uma empresa que calçam de 34 a 39.
Número calçado
34 35 36 37 38 39
Total de pessoas
17 14 15 20 9 15
De acordo com a tabela é correto afirmar que:
 

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2296024 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
A recent study, performed with children aged 2 months to 10 years, produced clinicai evidence delineating the stages a child goes through in developing a self-image. It involved exposing the child to his reflection in both a true mirror and then one that was convexly distorted. Children from 9 to 10 months old were highly responsive to both the true and the distorted mirror images. Their excitement, attention, and activity seemed to be unaffected by the distortion, indicating they had no self-image. Slightly older children, aged 10 to 11 months, made rhythmic circular movements when exposed to their distorted image as though attempting to correct the distortion. This change in response indicates the child may have some idea of his image and perhaps recognizes the distorted image is wrong. Amarked change in response changes when a child reaches 18 to 22 months of age. The child avoids both images, having begun to develop a self-image which does not match the mirror image. From 2 to 5 years, the child has developed a definite self-image which is recognizable in the mirror, since the child literally flees the distorted image. Children ages 7 to 10 had reached a levei of cognitive development which allowed them to laugh at the distorted images, play with the mirror and observe the changes they could effect.
Crescer magazine 1992
Choose the correct antonym for “avoids” in the sentence “The child avoids both images”:
 

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2296023 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Texto
Ninguém nasce sabendo ler: aprende-se à medida que vive. Se "ler livros" geralmente se aprende nos bancos da cola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida: a leitura do voo das arribações que indicam a seca [...] independe da aprendizagem formal e se perfaz na interação cotidiana como o mundo das coisas e dos outros.
Como entre tais coisas e tais outros incluem-se também livros e leitores, fecha-se o círculo: lê-se para entender o mundo, para viver melhor. em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela.
Do mundo da leitura à leitura do mundo, o trajeto se cumpre sempre refazendo-se, inclusive, por um vice-versa que transforma a leitura em prática circular e infinita. Como fonte de saber e de sabedoria, a leitura não esgota seu poder de sedução nos estreitos círculos da escola.
(Marisa Lajolo. Do mundo da Leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993. p.7)
De acordo com o posicionamento apresentado pela autora, ao longo do texto, é correto afirmar que:
 

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2296022 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Texto I
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
Texto II
Ninguém nasce sabendo ler: aprende-se à medida que vive. Se "ler livros" geralmente se aprende nos bancos da cola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida: a leitura do voo das arribações que indicam a seca [...] independe da aprendizagem formal e se perfaz na interação cotidiana como o mundo das coisas e dos outros.
Como entre tais coisas e tais outros incluem-se também livros e leitores, fecha-se o círculo: lê-se para entender o mundo, para viver melhor. em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela.
Do mundo da leitura à leitura do mundo, o trajeto se cumpre sempre refazendo-se, inclusive, por um vice-versa que transforma a leitura em prática circular e infinita. Como fonte de saber e de sabedoria, a leitura não esgota seu poder de sedução nos estreitos círculos da escola.
(Marisa Lajolo. Do mundo da Leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993. p.7)
Embora os textos I e II abordem o mesmo tema - a leitura; não o fazem do mesmo modo. Após confrontá-los, assinale a afirmação correta.
 

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2296021 Ano: 2014
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
É obrigação do Estado, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um e em condições de dignidade. Assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna.
 

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