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Foram encontradas 60 questões.

1693819 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

Assinale a alternativa em que as palavras estejam na seguinte ordem: oxítona – paroxítona – proparoxítona.

 

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1693818 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes...” O termo destacado pode ser substituído por
 

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1693817 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

É sabido que o fenômeno da crase vem indicado na escrita pelo sinal grave ( ` ), cuja presença sobre o a/as é facultativa em certos casos. Em qual das alternativas abaixo a crase é facultativa.

 

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1693816 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

Assinale a opção que NÃO expressa o significado da seguinte frase do texto: “...lamento dizer que a resposta foi puro vitupério...”

 

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1693815 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

“Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta.” A expressão coloquial em destaque pode ser melhor traduzida por

 

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1693814 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

A partir do trecho “...toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim...infere-se que o autor quis mostrar um primeiro limite à liberdade de não se fazer o que quiser. Esse primeiro limite diz respeito à(a)

 

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1693813 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

Após ler o texto I, é CORRETO afirmar que

I. existem algumas liberdades que não podem ser toleradas.

II. há limites para a liberdade.

III. a liberdade não é uma questão de grau.

IV. só devem existir restrições à liberdade no ensino.

V. quem advoga a liberdade da educação afirma que as crianças não devem fazer o que desejarem.

Estão CORRETAS

 

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1693812 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto I para responder às questões de 01 a 09.

Texto I

No Ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molharem os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de defesa. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(RUSSEL, B. Ensaios Céticos. 2. ed. São Paulo, Nacional, 1957

O tema geral do texto I é:

 

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1693849 Ano: 2008
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Um recipiente em forma de paralelepípedo tem as seguintes especificações: largura de 10 cm, espessura de 5 cm e altura de 8 cm. Este recipiente contém água até a altura de 5 cm, quando é inserida, em seu interior, uma pedra. No momento em que a pedra fica totalmente submersa, a altura da água no recipiente sobe de 2 cm. Assim, o volume da pedra no interior deste recipiente é igual a

Questão Anulada

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1693823 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SEE-PE

Leia atentamente o texto II para responder às questões de 09 a 15.

TEXTO II
Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “Deixe estar, seu malandro, que já te curo!...” E em voz alta: - Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor. - Muito bem! - exclama o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.
Ao ouvir falar em cachorro, Dona Raposa não quis saber de histórias e tratou de pôr- se ao fresco, dizendo:
- Infelizmente, amigo co-ri- có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a fresca, sim? Até logo.
E raspou-se.
Contra esperteza, esperteza e meia.
(Monteiro Lobato)

A Língua Portuguesa utiliza o acento diferencial para distinguir homógrafos tônicos de átonos. No trecho seguinte “...pôr-se ao fresco...” a palavra em destaque (que é verbo) recebe um acento diferencial para não ser confundida com por (preposição). Sobre o acento diferencial, analise os itens abaixo.

I. pélo (verbo) é diferente de pêlo (substantivo).
II. pára (verbo) é diferente de para (conjunção).
III. pôde (3ª. pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), diferente de pode (3ª. pessoa do singular do presente do indicativo)
Somente está CORRETO o que se afirma em
Questão Desatualizada

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