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Foram encontradas 65 questões.

3547818 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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A tese de que na Cabanagem houve várias “cabanagens” parece ter fundamento. Os interesses dos segmentos do grande contingente de “despossuídos” que participaram do movimento, e que foram responsáveis pela sua radicalização, chocaram-se com os das lideranças político-partidárias que estiveram à frente dos cabanos.

Fonte: JUNIOR, José Alves de Souza. Cabanagem, revolução amazônica, 1830-1840. São Paullo: Fundação Lauro Campos, 2022, p.73.

Assinale a opção que descreve corretamente a composição do movimento da Cabanagem.
 

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3547817 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Leia os trechos a seguir, que são declarações do presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, sobre a escravidão no território americano.

I. Meu objetivo principal nesta luta é salvar a União, e não salvar ou destruir a escravidão. Se eu pudesse salvar a União sem libertar nenhum escravo, eu o faria; e se eu pudesse salvar a União libertando todos os escravizados, eu o faria; e se eu pudesse salvar a União libertando alguns e deixando outros livres, eu também faria isso.
Fonte: https://www.loc.gov/collections/abraham-lincoln-papers/articlesand-essays/abraham-lincoln-and-emancipation/

II. Eu sou naturalmente antiescravidão. Se a escravidão não está errada, nada está errado. Não consigo me lembrar de quando não pensei e senti assim.
Fonte: https://www.loc.gov/collections/abraham-lincoln-papers/articlesand-essays/abraham-lincoln-and-emancipation/

Assinale a opção que apresenta corretamente a análise dos discursos, considerando sua utilização em sala de aula e as competências desenvolvidas por meio de seu uso.
 

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3547816 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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O Ato Adicional de 1834
 

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3547815 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Leia o trecho a seguir.

O que entendemos por Época Moderna? Tentar responder a essa pergunta implica discutir uma operação central da historiografia: a periodização. Delimitar conceitual e cronologicamente uma época é um esforço necessário na busca pela compreensão do passado e de atribuição de sentido à ação dos agentes históricos, à força de sujeitos coletivos e ao peso das instituições. Nos termos de uma operação de valor discursivo, a periodização não é passível de ser operacionalizada fora do âmbito da sua enunciação; isto é, ao se nomear e, assim, conferir particularidade a uma porção da história da humanidade, expõe-se imediatamente a fragilidade da linguagem em dar conta do sentido latente do que é delimitado pelo conceito. Para tanto, é preciso inicialmente esclarecer que “Época Moderna” “História Moderna” “Primeira Modernidade” e “Período Moderno” são expressões utilizadas como sinônimos funcionais na historiografia e no ensino escolar e universitário em nosso país. Todavia, essas expressões advêm de tradições historiográficas distintas e, assim, refletem estratégias de periodização nem sempre coincidentes. Ao se analisar processos históricos identificados como particularmente europeus, verificase que os tempos assumem velocidades diferentes na constituição da modernidade e mesmo do que se entende por moderno.
Adaptado de: ARAÚJO, André; Doré, Andréa; Lima, Luís Filipe; Machel, Marília; Rodrigues, Rui. A Época Moderna. Petrópolis: Editora Vozes, 2024, pp. 13 – 23.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o procedimento de nomear e periodizar a época moderna representa
 

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3547814 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Observe as imagens a seguir.

Enunciado 4166288-1

A imagem I é uma charge que retrata o rei Luís XIV da França no centro, flanqueado por dois personagens vestidos com trajes nobres. Na imagem II mostra D. Pedro II aos 12 anos, trajando uma vestimenta de gala, com uma aparência que sugere maior idade.

As opções a seguir descrevem corretamente a análise das duas imagens, de acordo com a representação dos monarcas, à exceção de uma. Assinale-a.

 

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3547813 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Associe os tratados relacionados à definição de territórios americanos durante o período colonial às respectivas medidas estabelecidas por cada um deles.

1 Tratado de Tordesilhas
2 Tratado de Madri
3 Tratado de Santo Ildefonso

( ) Garantiu o controle de Portugal sobre a maior parte da Bacia Amazônica; uma consequência desse tratado foi o surgimento das Guerras Guaraníticas.
( ) Definiu os territórios que poderiam ser explorados por castelhanos e portugueses nas regiões descobertas na América durante o período das grandes navegações.
( ) Estabeleceu, de forma definitiva, que a Colônia de Sacramento passasse a pertencer à Espanha, além de determinar a retomada, por Portugal, da Ilha de Santa Catarina.

Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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3547812 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Leia o trecho a seguir.

Para evitar equívocos chamamos de monarquia pluricontinental algo distinto de monarquia compósita. Para John Elliott, esta última monarquia era algo constituído por vários reinos, com estatutos próprios que preexistiam à formação de tal monarquia. Os vários reinos eram, desse modo, preservados, nos termos de suas formações originais, com seus corpos de leis, normas e direitos locais. Cada uma dessas unidades mantinha sua capacidade de autogoverno no interior de um complexo monárquico mais amplo. Nesse formato, o rei – o monarca – operava como a cabeça do corpo social, constituído pelos vários reinos que se mantinham regidos por suas regras coadunadas com as leis maiores editadas pela Coroa. A monarquia pluricontinental é entendida de modo bastante diverso. Nela há um só reino – o de Portugal –, uma só nobreza de solar, mas também diversas conquistas extra europeias. Nela há um grande conjunto de leis, regras e corporações – concelhos, corpos de ordenanças, irmandades, posturas, dentre vários outros elementos constitutivos – que engendram aderência e significado às diversas áreas vinculadas entre si e ao reino no interior dessa monarquia. Tratavam-se, na verdade, na América lusa, por exemplo, de poderes locais – no limite, se organizaram enquanto capitanias – que tomavam instituições sócio-organizacionais reinóis como referência para a formalização de sua organização social.
Adaptado de: FRAGOSO, João; Gouvêa, Maria de Fátima. Monarquia pluricontinental e repúblicas: algumas reflexões sobre a América lusa nos séculos XVI-XVIII. Tempo, n. 27, p. 55.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que a monarquia
 

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3547811 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Observe a imagem e leia o texto a seguir.

Enunciado 4166285-1

Fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_cuzque%C3%B1a_de_pintura#cite_ ref-5

A Escola Cusquenha de artes foi um movimento artístico desenvolvido no Peru durante o período colonial, com influências da cultura do Renascimento e do Barroco. Esse estilo foi introduzido pelos jesuítas como uma ferramenta didática para evangelizar os indígenas, especialmente os indígenas nobres, ensinando-os a pintar elementos religiosos. As pinturas decoravam catedrais e capelas de conventos na América hispânica, como exemplificado na imagem reproduzida, que representa Nossa Senhora de Belém. O formato triangular da imagem faz alusão à Pachamama, divindade andina considerada a mãe da terra.

Com base na observação da imagem e na leitura do trecho, é correto afirmar que o movimento artístico

 

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3547810 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Leia o trecho a seguir.

Os envolvidos também desempenhavam diferentes formas de trabalho simbólico ao cocriar a crença coletiva de que todos os vassalos tinham acesso ao ouvido do governante. A ficção do diálogo entre governados e governante era um pilar da confiança dos vassalos na monarquia. Foi desse diálogo epistolar e da construção de confiança que surgiu a comunicação em todo o mundo. De fato, esse intercâmbio não apenas deu origem a muitas de suas leis, mas também moldou profundamente a sociedade nas Índias e constituiu, em si, um elemento fundamental de um projeto coletivo. Sob essa perspectiva, os Estados e sua formação não são simplesmente produtos de aparatos coercitivos que se impõem sobre comunidades passivas, mas o resultado de processos comunicativos que tornaram ambas as partes mais poderosas.
Adaptado de: MASTERS, Adrian. We, the King: Creating Royal Legislation in the Sixteenth-Century Spanish New World. Cambrigde: Cambridge University Press, 2023, pp. 7-8.

Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre o projeto da monarquia hispânica sobre seus domínios na época moderna.
 

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3547809 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Leia o trecho a seguir.

Testemunhas da execução de Carlos I afirmaram que, após a cabeça do rei ser cortada, a multidão que assistia emitiu um longo e profundo gemido coletivo. Nesse momento sem palavras, podemos começar a imaginar as consequências culturais do regicídio. Quase todos os escritores sobre casamento e família do século anterior haviam traçado a equação habitual entre o domínio do pai sobre sua família e o domínio do rei sobre seus súditos. Cada um refletia o outro, e cada um funcionava para sustentar a autoridade do outro. Para nós, a metáfora é apenas uma comparação, mas no período moderno inicial, as semelhanças ainda falavam de alguma identidade comum ou compartilhada. Dizer que a família era como o Estado e vice-versa implicava um tipo de conexão entre os dois que não conseguimos mais imaginar plenamente. Executar o rei implicava um desafio à autoridade dos pais em todo o país.
Adaptado de: FISSELL, Mary. Vernacular Bodies: The politics of reproduction in early modern England. Oxford: Oxford University Press, 2004, p. 164.

Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação da autora sobre o regicídio ocorrido na Guerra Civil da Inglaterra e seus impactos culturais.
 

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