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Foram encontradas 120 questões.

97365 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Um usuário está utilizando o MySQL e criou um banco de dados denominado pessoal e em seguida executou diversos outros comandos. Desejando criar uma tabela FUNCIONARIOS, nesse banco, ele deve antes definir para o MySQL que o banco ficará corrente. Um exemplo do emprego desses comandos está indicado em:

 

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97364 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Observe a figura abaixo, gerada no software Power Designer.

Enunciado 2915489-1

Ela mostra uma ferramenta de desenvolvimento de sistemas denominada diagrama:

 

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97363 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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No MySQL, o comando UPDATE permite a edição ou atualização de valores de dados existentes. Dentre as alternativas abaixo, aquela que apresenta sintaxe correta é:

 

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97362 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Ao estruturar um banco de dados INFORMIX, há necessidade de executar sua normalização, visando a minimizar problemas de lógica. No quadro abaixo, estão as formas normais e suas regras.

Enunciado 2915487-1

Ocorre correspondência entre FORMA NORMAL e REGRA nas alternativas de números:

 

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97361 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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No contexto do SQL Server 2000, existem rotinas ou stored procedures que executam automaticamente quando uma ação INSERT, UPDATE ou DELETE ocorre numa tabela. Por exemplo, pode ser utilizada para enviar uma mensagem de e-mail quando a tabela FORNECEDORES recebe novos dados.


Essas rotinas são denominadas:
 

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97360 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Um usuário do MySQL deseja excluir um banco de dados denominado pedidos. Para isso, ele deve executar o seguinte comando:
 

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97359 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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No MySQL, um analista conectou-se como root. Para visualizar os nomes dos bancos de dados no servidor, o comando necessário é:

 

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97358 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Para uma instalação mínima padrão do MySQL em um servidor Linux, deve-se executar o seguinte comando:
 

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97283 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Para que valores de !$ x !$ é verdadeira a implicação !$ x > 2 !$ !$ \rightarrow !$ !$ x > 3 !$ ?
 

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97213 Ano: 2006
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: SEFAZ-MS
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Google as well as Yahoo, Microsoft and AOL among others are gearing up to keep a much closer eye on all of us, so that within five years these and other firms will routinely track our movements, friends, interests, purchases and correspondence - then make money by helping marketers take advantage of the information.

These companies' brash plans are pushing us toward a thorny choice that will determine the future of computing. Google and other Web-oriented, information-service giants are determined to build a breathtaking array of services based on your personal information, and they're betting you'll be willing to share it with them in order for you to reap the benefits. But if we cooperate and let them in on the details of our lives, we'll lose much of our privacy, and possibly a lot more.

A privacy backlash, however, would stifle these potentially revolutionary services before they get off the ground - and leave the computer industry's biggest plans for growth in tatters. That may be just what some people want. The U.S. Congress is considering four bills that would make it illegal to collect and share information online or through cell phones about people without clearer warning and permission. These sorts of restrictions are already in effect throughout much of Europe, thanks in part to European Union directives on privacy and electronic communications passed in 2002 and 2003.

The good news is that there's no reason to choose between technology and privacy. New technologies are emerging that can doctor our data so that companies know just enough about us to ply us with customized services, while preventing them from getting a clear picture of our private lives. The question is again one of trust: in this case, whether people will come to trust the companies that are trying to build these new technologies.


(abridged from Next Frontiers in Newsweek, April 3, 2006)


The main point in paragraph 4 is
 

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