Foram encontradas 60 questões.
Tem-se, ao todo, 40 cédulas de real, apenas de R$ 20,00
e de R$ 50,00, totalizando R$ 1.220,00. A razão entre o
número de cédulas de R$ 50,00 e o número de cédulas
de R$ 20,00 é
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A tabela apresenta a distribuição do total de atendimentos diários no telemarketing de uma pequena empresa,
realizados por Ana e Rita, na semana anterior:
Atendimentos realizados Ana Rita Segunda-feira 75% 25% Terça-feira 18% 82% Quarta-feira 36% 64% Quinta-feira 68% 32% Sexta-feira 51% 49%
Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que contém uma afirmação necessariamente verdadeira.
Atendimentos realizados Ana Rita Segunda-feira 75% 25% Terça-feira 18% 82% Quarta-feira 36% 64% Quinta-feira 68% 32% Sexta-feira 51% 49%
Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que contém uma afirmação necessariamente verdadeira.
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O gráfico apresenta a nota média dos candidatos que realizaram um concurso:

Sabendo-se que, nesse concurso, o número de candidatos com idades de 18 a 40 anos correspondeu ao dobro do número de candidatos com idades acima de 40 anos, é correto dizer que a nota média do grupo todo foi igual a
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Um frigorífico recebe insumos para a produção de um de seus produtos, de três fornecedores distintos. Do
fornecedor A, esse frigorífico recebe insumos a cada
4 dias; do fornecedor B, a cada 5 dias; e do fornecedor C, a cada 6 dias. Sabendo-se que os insumos
são recebidos independentemente dos dias, ou seja,
as entregas ocorrem inclusive aos finais de semana
e feriados, e que em uma segunda-feira o frigorífico
recebeu insumos dos três fornecedores, a vez imediatamente anterior em que ele recebeu os insumos dos
três fornecedores, em um mesmo dia, foi em
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Considere uma gasolina premium em que o volume de etanol anidro é igual a 25% do volume de gasolina pura.
Nessas condições, suponha que uma pessoa deseja
abastecer o seu veículo, com tanque de combustível
contendo apenas 10 litros de etanol anidro, colocando
apenas gasolina premium, de modo a ter em seu tanque,
após o abastecimento, 30 litros de gasolina pura. A quantidade de litros de Gasolina Premium que essa pessoa
deveria abastecer é
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Em uma empresa que fabrica arruelas, existem apenas
duas máquinas. Para fabricar uma quantidade x de arruelas, uma das máquinas realiza todo o serviço em 3
horas e 30 minutos, ininterruptos, trabalhando com a capacidade máxima de produção, e a outra máquina realiza
todo o serviço em 2 horas e 30 minutos, ininterruptos,
também trabalhando com a capacidade máxima de produção. Se ambas as máquinas iniciarem a produção, ao
mesmo tempo, com a capacidade máxima de produção,
e trabalhando de forma ininterrupta, o tempo mínimo
necessário para que elas produzam, ao todo, a quantidade x de arruelas será de
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Leia o texto para responder à questão.
O mundo é dos românticos
O que querem as mulheres? Freud, que era Freud, não
conseguiu responder à pergunta. Mas o “Wall Street Journal”
incendiou as sensibilidades com um cenário aterrador.
O mérito pertence a Gerard Baker. Escreveu o editorialista que, nos EUA, as mulheres já representam 57% dos
graduados com curso superior. Na pós-graduação, o número
sobe para 59%. O futuro será delas, não deles.
Todavia esse triunfo, embora positivo para uma sociedade mais igualitária, traz um problema inusitado. Se existem
três homens graduados para quatro mulheres na mesma
situação, com quem vão se casar as mulheres?
Explico melhor. Para um homem, o estatuto social ou profissional de uma mulher não é uma prioridade. E alguns, mais
inseguros, até preferem parceiras que estejam um degrau
abaixo das suas habilitações acadêmicas ou contas bancárias.
Com as mulheres, é a situação inversa. As donzelas valorizam o estatuto social ou profissional do homem de uma
forma mais seletiva. É fazer as contas: não haverá doutores
suficientes para tantas doutoras exigentes.
Quando li o editorial, ri e me perguntei: de onde saiu esse
dinossauro? Mas depois, com o riso a apagar-se, dei por mim
a pensar nas minhas amigas. Com quem casaram elas, afinal?
Na esmagadora maioria, casaram no interior da mesma
classe. Em teoria, algumas delas, médicas ou jornalistas,
poderiam se apaixonar pelo encanador. Na prática, isso só
acontece nos filmes de Hollywood.
E se o leitor desconfia do meu universo pessoal, há sempre estudos impessoais para esclarecer estas matérias. Um
deles foi realizado pela Universidade de Swansea, no Reino
Unido.
Os pesquisadores entrevistaram 2.700 alunos de cinco países (Singapura, Malásia, Austrália, Noruega e Reino
Unido) com uma pergunta fundamental: o que mais valoriza
num potencial parceiro? Na lista de opções, estas oito características: beleza, finanças, gentileza, humor, castidade,
religiosidade, criatividade, desejo de ter filhos.
Os resultados, partilhados pela revista “Time”, não mentem: os homens valorizam mais a beleza; as mulheres valorizam mais as finanças. O mundo é um lugar cruel?
Não, porque o mesmo estudo coloca no primeiro lugar
para cada um dos sexos a mesma virtude imaterial: a gentileza. Antes da beleza (para eles) ou do dinheiro (para elas),
parece que essa formosura da alma é o artigo mais cobiçado.
A Ocidente e a Oriente.
Será que todo mundo realmente diz a verdade nessas
pesquisas?
(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/
2019/10/o-mundo-e-dos-romanticos.shtml. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O mundo é dos românticos
O que querem as mulheres? Freud, que era Freud, não
conseguiu responder à pergunta. Mas o “Wall Street Journal”
incendiou as sensibilidades com um cenário aterrador.
O mérito pertence a Gerard Baker. Escreveu o editorialista que, nos EUA, as mulheres já representam 57% dos
graduados com curso superior. Na pós-graduação, o número
sobe para 59%. O futuro será delas, não deles.
Todavia esse triunfo, embora positivo para uma sociedade mais igualitária, traz um problema inusitado. Se existem
três homens graduados para quatro mulheres na mesma
situação, com quem vão se casar as mulheres?
Explico melhor. Para um homem, o estatuto social ou profissional de uma mulher não é uma prioridade. E alguns, mais
inseguros, até preferem parceiras que estejam um degrau
abaixo das suas habilitações acadêmicas ou contas bancárias.
Com as mulheres, é a situação inversa. As donzelas valorizam o estatuto social ou profissional do homem de uma
forma mais seletiva. É fazer as contas: não haverá doutores
suficientes para tantas doutoras exigentes.
Quando li o editorial, ri e me perguntei: de onde saiu esse
dinossauro? Mas depois, com o riso a apagar-se, dei por mim
a pensar nas minhas amigas. Com quem casaram elas, afinal?
Na esmagadora maioria, casaram no interior da mesma
classe. Em teoria, algumas delas, médicas ou jornalistas,
poderiam se apaixonar pelo encanador. Na prática, isso só
acontece nos filmes de Hollywood.
E se o leitor desconfia do meu universo pessoal, há sempre estudos impessoais para esclarecer estas matérias. Um
deles foi realizado pela Universidade de Swansea, no Reino
Unido.
Os pesquisadores entrevistaram 2.700 alunos de cinco países (Singapura, Malásia, Austrália, Noruega e Reino
Unido) com uma pergunta fundamental: o que mais valoriza
num potencial parceiro? Na lista de opções, estas oito características: beleza, finanças, gentileza, humor, castidade,
religiosidade, criatividade, desejo de ter filhos.
Os resultados, partilhados pela revista “Time”, não mentem: os homens valorizam mais a beleza; as mulheres valorizam mais as finanças. O mundo é um lugar cruel?
Não, porque o mesmo estudo coloca no primeiro lugar
para cada um dos sexos a mesma virtude imaterial: a gentileza. Antes da beleza (para eles) ou do dinheiro (para elas),
parece que essa formosura da alma é o artigo mais cobiçado.
A Ocidente e a Oriente.
Será que todo mundo realmente diz a verdade nessas
pesquisas?
(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/
2019/10/o-mundo-e-dos-romanticos.shtml. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O mundo é dos românticos
O que querem as mulheres? Freud, que era Freud, não
conseguiu responder à pergunta. Mas o “Wall Street Journal”
incendiou as sensibilidades com um cenário aterrador.
O mérito pertence a Gerard Baker. Escreveu o editorialista que, nos EUA, as mulheres já representam 57% dos
graduados com curso superior. Na pós-graduação, o número
sobe para 59%. O futuro será delas, não deles.
Todavia esse triunfo, embora positivo para uma sociedade mais igualitária, traz um problema inusitado. Se existem
três homens graduados para quatro mulheres na mesma
situação, com quem vão se casar as mulheres?
Explico melhor. Para um homem, o estatuto social ou profissional de uma mulher não é uma prioridade. E alguns, mais
inseguros, até preferem parceiras que estejam um degrau
abaixo das suas habilitações acadêmicas ou contas bancárias.
Com as mulheres, é a situação inversa. As donzelas valorizam o estatuto social ou profissional do homem de uma
forma mais seletiva. É fazer as contas: não haverá doutores
suficientes para tantas doutoras exigentes.
Quando li o editorial, ri e me perguntei: de onde saiu esse
dinossauro? Mas depois, com o riso a apagar-se, dei por mim
a pensar nas minhas amigas. Com quem casaram elas, afinal?
Na esmagadora maioria, casaram no interior da mesma
classe. Em teoria, algumas delas, médicas ou jornalistas,
poderiam se apaixonar pelo encanador. Na prática, isso só
acontece nos filmes de Hollywood.
E se o leitor desconfia do meu universo pessoal, há sempre estudos impessoais para esclarecer estas matérias. Um
deles foi realizado pela Universidade de Swansea, no Reino
Unido.
Os pesquisadores entrevistaram 2.700 alunos de cinco países (Singapura, Malásia, Austrália, Noruega e Reino
Unido) com uma pergunta fundamental: o que mais valoriza
num potencial parceiro? Na lista de opções, estas oito características: beleza, finanças, gentileza, humor, castidade,
religiosidade, criatividade, desejo de ter filhos.
Os resultados, partilhados pela revista “Time”, não mentem: os homens valorizam mais a beleza; as mulheres valorizam mais as finanças. O mundo é um lugar cruel?
Não, porque o mesmo estudo coloca no primeiro lugar
para cada um dos sexos a mesma virtude imaterial: a gentileza. Antes da beleza (para eles) ou do dinheiro (para elas),
parece que essa formosura da alma é o artigo mais cobiçado.
A Ocidente e a Oriente.
Será que todo mundo realmente diz a verdade nessas
pesquisas?
(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/
2019/10/o-mundo-e-dos-romanticos.shtml. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
O mundo é dos românticos
O que querem as mulheres? Freud, que era Freud, não
conseguiu responder à pergunta. Mas o “Wall Street Journal”
incendiou as sensibilidades com um cenário aterrador.
O mérito pertence a Gerard Baker. Escreveu o editorialista que, nos EUA, as mulheres já representam 57% dos
graduados com curso superior. Na pós-graduação, o número
sobe para 59%. O futuro será delas, não deles.
Todavia esse triunfo, embora positivo para uma sociedade mais igualitária, traz um problema inusitado. Se existem
três homens graduados para quatro mulheres na mesma
situação, com quem vão se casar as mulheres?
Explico melhor. Para um homem, o estatuto social ou profissional de uma mulher não é uma prioridade. E alguns, mais
inseguros, até preferem parceiras que estejam um degrau
abaixo das suas habilitações acadêmicas ou contas bancárias.
Com as mulheres, é a situação inversa. As donzelas valorizam o estatuto social ou profissional do homem de uma
forma mais seletiva. É fazer as contas: não haverá doutores
suficientes para tantas doutoras exigentes.
Quando li o editorial, ri e me perguntei: de onde saiu esse
dinossauro? Mas depois, com o riso a apagar-se, dei por mim
a pensar nas minhas amigas. Com quem casaram elas, afinal?
Na esmagadora maioria, casaram no interior da mesma
classe. Em teoria, algumas delas, médicas ou jornalistas,
poderiam se apaixonar pelo encanador. Na prática, isso só
acontece nos filmes de Hollywood.
E se o leitor desconfia do meu universo pessoal, há sempre estudos impessoais para esclarecer estas matérias. Um
deles foi realizado pela Universidade de Swansea, no Reino
Unido.
Os pesquisadores entrevistaram 2.700 alunos de cinco países (Singapura, Malásia, Austrália, Noruega e Reino
Unido) com uma pergunta fundamental: o que mais valoriza
num potencial parceiro? Na lista de opções, estas oito características: beleza, finanças, gentileza, humor, castidade,
religiosidade, criatividade, desejo de ter filhos.
Os resultados, partilhados pela revista “Time”, não mentem: os homens valorizam mais a beleza; as mulheres valorizam mais as finanças. O mundo é um lugar cruel?
Não, porque o mesmo estudo coloca no primeiro lugar
para cada um dos sexos a mesma virtude imaterial: a gentileza. Antes da beleza (para eles) ou do dinheiro (para elas),
parece que essa formosura da alma é o artigo mais cobiçado.
A Ocidente e a Oriente.
Será que todo mundo realmente diz a verdade nessas
pesquisas?
(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/
2019/10/o-mundo-e-dos-romanticos.shtml. Adaptado)
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