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Está em conformidade com a norma-padrão de concordância e de regência verbal e nominal a frase:
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Leia o texto para responder a questão.
Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
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precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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Histórias de médico em formação
Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é
um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se
precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a
água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo
sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança
que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a
rotina mencionada nos livros jamais existe.
É raro o médico que não tenha passado por um serviço
de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se,
por meio de um concurso público, um estágio de dois anos.
Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes
mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para
conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia
de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu,
foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no
serviço de urgência.
Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre
atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que
chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário
me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no
rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância
e nos dirigimos para o local.
Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo
na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem
estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação
ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham
me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca.
Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu
auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me,
horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em
quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio
senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço
para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se
oporia, além do morto?
Fizemos a rápida encenação, depois partimos.
(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
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(Willian Leite. Anésia # 551. www.willtirando.com.br. 26.03.2021)
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(Willian Leite. Anésia # 551. www.willtirando.com.br. 26.03.2021)
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