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Foram encontradas 530 questões.

1687545 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Das alternativas abaixo, qual contém municípios que fazem divisa com Santo André:

 

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1687544 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Em setembro de 2015 veio a tona um escândalo de falsificação de resultados de emissões de poluentes de uma montadora de veículos alemã, essa montadora é a:

 

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1687543 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Complete corretamente a lacuna abaixo assinalando a alternativa correta.

Em Santo André, cada pessoa consome em média 150 litros de água por dia, o que é muito segundo a ONU (Organização das Nações Unidas) que preconiza um consumo diário de _____ litros por dia por pessoa.

 

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1687542 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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O prédio histórico da Estação da Luz em São Paulo sofreu um incêndio em dezembro de 2015. Infelizmente, um dos equipamentos culturais mais visitados de São Paulo foi totalmente queimado neste incêndio.

Falamos do:

 

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1687540 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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No setor de uma empresa trabalham 12 funcionários. Eles receberam um lote de processos para analisar e concluíram a tarefa em 24 dias. Se 3 funcionários desse setor estivessem em férias, a quantidade de dias necessários para realizar o mesmo trabalho seria de:

 

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1687539 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Paulo trabalha no setor de fiscalização de obras de uma empresa e percebeu que, durante um dia de trabalho, enquanto ele realiza 5 relatórios de obras, seu auxiliar faz 3 projetos. Se a mesma proporção for mantida, enquanto ele fizer 10 relatórios, seu auxiliar fará:

 

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1687538 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Uma família consumiu 8 m3 de água no mês. A tarifa de água no atacado é R$ 0,90 por metro cúbico, então, o valor em reais pago por essa família, por essa tarifa, nesse mês, foi:

 

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1687537 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nos itens abaixo de acordo com as regras de concordância nominal e em seguida assinale a alternativa correta.

( ) Água e esgoto tratados.

( ) Água e esgoto tratado.

( ) Esgoto e água tratada.

( ) Esgoto e água tratadas.

( ) Tratado esgoto e água.

 

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1687536 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 04.


Brasil ocupa a 11ª posição na AL em saneamento básico, diz estudo


Metade da população brasileira não conta com coleta de esgoto e apenas um quarto dela vive em localidades com tratamento dos dejetos, segundo estudo divulgado hoje (16) pelo Instituto Trata Brasil. O “Ranking do Saneamento nas 100 Maiores Cidades” foi feito com base em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Ministério das Cidades, relativos a 2014, e mostra que mais de 35 milhões de brasileiros ainda não recebem água tratada. De acordo com o Instituto Brasil, o país ocupa a 11ª posição entre 17 países analisados pela Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), estando atrás da Bolívia, Peru, Uruguai, Equador, Venezuela, Chile, México, Argentina, Colômbia e Costa Rica.

Nos últimos cinco anos, entre 2010 e 2014, 64% das cidades ampliaram os investimentos em até 29% da arrecadação e apenas 36% delas investiram acima dos 30% arrecadados nesse período. O valor relativo à soma das 20 cidades que mais investiram, em 2014, atinge R$ 827 milhões, quantia bem abaixo do montante arrecadado (R$ 3,8 bilhões). Na média dos últimos cinco anos, foram investidos R$ 188,24 milhões, o equivalente a R$ 71,47 por habitante.

Em nota, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, manifestou que “a preocupação é que os avanços em saneamento básico não só estão muito lentos no país, como cada vez mais concentrados onde a situação já está melhor. Estamos separando o Brasil em ilhas de estados e cidades que caminham para a universalização da água e esgotos, enquanto que uma grande parte do Brasil simplesmente não avança”. Ele alertou que, em consequência, a população fica mais vulnerável às doenças.

Na lista das dez cidades com a pior condição na coleta de esgoto, duas não têm nenhum tipo de atendimento do gênero: Ananindeua e Santarém, no estado do Pará. Ainda nesse estado aparece Belém, onde os serviços atendem apenas 12,7% da população.

As demais cidades são: Rio Branco, no Acre, com 21,23% da população atendida; Juazeiro do Norte, no Ceará (21,1%); Teresina, no Piauí (19,12%); Manaus, no Amazonas (9,9%); Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco (6,59%); Macapá, no Amapá (5,54%) e Porto Velho, em Roraima (2,04%).

Já em sentido oposto, dos dez municípios com a melhor situação, metade fica no estado de São Paulo, sem contudo, incluir a capital paulista: Franca, com 100% de atendimento; Piracicaba, com 99,95%; Santos, com 98,54%; Ribeirão Preto, com 98,5% e Santo André, com 98%%. Três são de Minas Gerais: Belo Horizonte (100%); Contagem (99,66%) e Uberaba (98%). As demais são: Curitiba, no Paraná com 99,18% e Volta Redonda, no Rio de Janeiro, com 98,96%.

Em relação ao tratamento de esgoto, entre as dez piores, três estão no estado de São Paulo: Bauru (3,75%); Itaquaquecetuba (3,68%) e Mauá (2,69%). Em metade do grupo, não existe nenhum tipo de tratamento: Ananindeua, Santarém, Porto Velho, São João do Meriti e Governador Valadares. Em Nova Iguaçu, o número é bem pequeno (0,05%), e em Belém do Pará (2,25%).

Sobre o acesso à água potável, o levantamento aponta para as 20 cidades com a melhor situação e cobertura total: Belo Horizonte; Campina Grande; Ribeirão Preto; João Pessoa; Curitiba; Canoas; Porto alegre; Santos; são Bernardo do Campo; Diadema; Carapicuíba; Uberlândia e Florianópolis. Jás dez piores são: Ananindeua (26,89%); Porto Velho (31,43%; Macapá (36,92%); Santarém (45,34%); Rio Branco (50,21%); Caucaia (67,58%); aparecida de Goiânia (70,7%); Jaboatão dos Guararapes (73,19%); Gravataí (75,21%) e Belford Roxo (80,05%).


Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-03/brasil-ocupa11a-posicao-na-al-em-saneamento-basico-diz-estudo. Acesso em 19/04/2016.

Na frase “Na lista das dez cidades com a pior condição na coleta de esgoto, duas não têm nenhum tipo de atendimento do gênero.”, os termos grifados classificam-se como:

 

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1687535 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 04.


Brasil ocupa a 11ª posição na AL em saneamento básico, diz estudo


Metade da população brasileira não conta com coleta de esgoto e apenas um quarto dela vive em localidades com tratamento dos dejetos, segundo estudo divulgado hoje (16) pelo Instituto Trata Brasil. O “Ranking do Saneamento nas 100 Maiores Cidades” foi feito com base em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Ministério das Cidades, relativos a 2014, e mostra que mais de 35 milhões de brasileiros ainda não recebem água tratada. De acordo com o Instituto Brasil, o país ocupa a 11ª posição entre 17 países analisados pela Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), estando atrás da Bolívia, Peru, Uruguai, Equador, Venezuela, Chile, México, Argentina, Colômbia e Costa Rica.

Nos últimos cinco anos, entre 2010 e 2014, 64% das cidades ampliaram os investimentos em até 29% da arrecadação e apenas 36% delas investiram acima dos 30% arrecadados nesse período. O valor relativo à soma das 20 cidades que mais investiram, em 2014, atinge R$ 827 milhões, quantia bem abaixo do montante arrecadado (R$ 3,8 bilhões). Na média dos últimos cinco anos, foram investidos R$ 188,24 milhões, o equivalente a R$ 71,47 por habitante.

Em nota, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, manifestou que “a preocupação é que os avanços em saneamento básico não só estão muito lentos no país, como cada vez mais concentrados onde a situação já está melhor. Estamos separando o Brasil em ilhas de estados e cidades que caminham para a universalização da água e esgotos, enquanto que uma grande parte do Brasil simplesmente não avança”. Ele alertou que, em consequência, a população fica mais vulnerável às doenças.

Na lista das dez cidades com a pior condição na coleta de esgoto, duas não têm nenhum tipo de atendimento do gênero: Ananindeua e Santarém, no estado do Pará. Ainda nesse estado aparece Belém, onde os serviços atendem apenas 12,7% da população.

As demais cidades são: Rio Branco, no Acre, com 21,23% da população atendida; Juazeiro do Norte, no Ceará (21,1%); Teresina, no Piauí (19,12%); Manaus, no Amazonas (9,9%); Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco (6,59%); Macapá, no Amapá (5,54%) e Porto Velho, em Roraima (2,04%).

Já em sentido oposto, dos dez municípios com a melhor situação, metade fica no estado de São Paulo, sem contudo, incluir a capital paulista: Franca, com 100% de atendimento; Piracicaba, com 99,95%; Santos, com 98,54%; Ribeirão Preto, com 98,5% e Santo André, com 98%%. Três são de Minas Gerais: Belo Horizonte (100%); Contagem (99,66%) e Uberaba (98%). As demais são: Curitiba, no Paraná com 99,18% e Volta Redonda, no Rio de Janeiro, com 98,96%.

Em relação ao tratamento de esgoto, entre as dez piores, três estão no estado de São Paulo: Bauru (3,75%); Itaquaquecetuba (3,68%) e Mauá (2,69%). Em metade do grupo, não existe nenhum tipo de tratamento: Ananindeua, Santarém, Porto Velho, São João do Meriti e Governador Valadares. Em Nova Iguaçu, o número é bem pequeno (0,05%), e em Belém do Pará (2,25%).

Sobre o acesso à água potável, o levantamento aponta para as 20 cidades com a melhor situação e cobertura total: Belo Horizonte; Campina Grande; Ribeirão Preto; João Pessoa; Curitiba; Canoas; Porto alegre; Santos; são Bernardo do Campo; Diadema; Carapicuíba; Uberlândia e Florianópolis. Jás dez piores são: Ananindeua (26,89%); Porto Velho (31,43%; Macapá (36,92%); Santarém (45,34%); Rio Branco (50,21%); Caucaia (67,58%); aparecida de Goiânia (70,7%); Jaboatão dos Guararapes (73,19%); Gravataí (75,21%) e Belford Roxo (80,05%).


Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-03/brasil-ocupa11a-posicao-na-al-em-saneamento-basico-diz-estudo. Acesso em 19/04/2016.

Considere o trecho: “Nos últimos cinco anos, entre 2010 e 2014, 64% das cidades ampliaram os investimentos em até 29% da arrecadação e apenas 36% delas investiram acima dos 30% arrecadados nesse período”. Se os verbos grifados forem flexionados para futuro do presente do indicativo, tem-se:

 

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