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Foram encontradas 77 questões.

2437060 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Com base na leitura do texto e sua compreensão, analise as afirmativas a seguir:
I. O objetivo central do texto é apresentar uma crítica à transformação do mundo provocada pela flexibilização dos regimes democráticos na Europa e nos EUA, tendo em vista a perda da igualdade social com a crise econômica que vem assolando os dois continentes nos últimos anos.
II. Segundo o texto, a falha da regulamentação financeira na Europa e nos EUA levou à crise de 2008 e teve como resposta o autoritário capitalismo de Estado dos países asiáticos, que vem, por sua vez, construindo um caminho para o surgimento de movimentos de esquerda, ainda que incipientes.
III. O texto aponta que, em oposição aos países asiáticos, vêm surgindo movimentos de direita nos EUA e na Europa capazes de abafar uma iniciativa esquerdista de contrabalançar os efeitos da crise e a superconcentração de riqueza.
Assinale
 

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2437036 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação.
No período acima, empregou-se corretamente o acento grave indicativo de crase. Assinale a alternativa em que isso NÃO tenha ocorrido.
 

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2436652 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidas. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
As ocorrências de palavra QUE no trecho acima classificam-se, respectivamente, como
 

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2435847 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva(c) que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado(b).
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas(a), supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita(d) (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda"(e) e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Assinale o termo que, no texto, desempenhe função sintática idêntica à de das classes médias.
 

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Em relação à competência privativa do Senado Federal, analise os itens a seguir:

I. processar e julgar Ministro de Estado em crime conexo a crime de responsabilidade;

II. suspender a execução de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do STF;

III. aprovar a escolha dos chefes de missão diplomática de caráter permanente.

Assinale

 

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2435384 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FGV
Orgão: Senado

O enunciado a seguir refere-se a questão.

No primeiro momento do dia 01/01/20X1 a Cia. Comercial apurou o seguinte balancete:

Caixa

10.000,00

Estoque (produto A)

7.000,00

Estoque (produto B)

5.000,00

Total ativo circulante

22.000,00

Imobilizado bruto (máquina X)

20.000,00

Imobilizado bruto (máquina Y)

45.000,00

Depreciação acumulada (máquina X)

– 11.000,00

Depreciação acumulada (máquina Y)

– 35.000,00

Total ativo não circulante

19.000,00

Ativo total

41.000,00

Fornecedores a pagar

– 7.500,00

Total passivo circulante

– 7.500,00

Empréstimos e financiamentos (vence em 20X4)

– 14.000,00

Total passivo não circulante

– 14.000,00

Capital social

– 9.500,00

Reserva de lucros

– 10.000,00

Patrimônio líquido

– 19.500,00

Passivo total mais patrimônio líquido

– 41.000,00

Com relação a esse balancete, sabe-se que

• o estoque era composto por 100 unidades do produto A e 50 unidades do produto B; e que é controlado periodicamente (no final de cada mês) e mensurado pelo método do custo médio ponderado fixo.

• as expectativas de tempo de vida útil e de valor residual das máquinas são: tempo de vida útil = 5 anos (máquina X) e 15 anos (máquina Y); valor residual = $2.000 (máquina X) e $9.000 (máquina Y).

Durante o mês de janeiro/20X1 a Cia. Comercial efetuou as seguintes transações:

• Compra de mercadorias: 50 unidades produto A, à vista, por $85 cada; 40 unidades do produto B, a prazo, por $109 cada. O prazo de pagamento é de 45 dias, portanto, coerente com o prazo normal de mercado e o fornecedor não cobrou qualquer juro por esse período.

• Venda de mercadorias: 80 unidades produto A, à vista, por $110 cada; 80 unidades do produto B, à vista, por $200 cada.

• Pagamento de contas a pagar a fornecedores (referente ao saldo inicial): $6.000.

• Fechamento da folha de pagamentos de janeiro e reconhecimento da despesa de salários no valor total de $3.000, esse valor só será pago aos empregados no dia 03/02/20X1.

• Reconhecimento da despesa de aluguel de janeiro e respectivo pagamento integral no valor $4.000

• Reconhecimento e apropriação da despesa financeira correspondente aos empréstimos e financiamentos no valor de $200. Os juros serão pagos junto com a amortização do principal (em 20X4)

• Aumento do capital social no valor total de $20.000, sendo $18.000 integralizados imediatamente em dinheiro e $2.000 a integralizar em 20X3.

• Reconhecimento da depreciação do imobilizado.

• No final do dia 31/01/20X1 a entidade vendeu a máquina X por $8.000 à vista.

Qual seria o valor total do custo das mercadorias vendidas em janeiro/20X1?

 

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2434864 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Athens rehearses the nightmare of default
By Joshua Chaffin in Athens
Constantine Michalos, president of the Athens chamber of commerce, sat in his office - around the corner from where protesters were hurling chunks of marble at riot police - and contemplated what was once unthinkable: that Greece would default on its debt and then be forced into a messy exit from the euro.
"AII hell would break loose;" Mr Michalos said , sketching a society that would quickly run short of fuel, food, medicine and necessities. "VOu would have social upheaval."
Since the crisis began, it has been widely held that a default would prove disastrous not only for Greece but also for the entire European Union, and that it was to be avoided at ali costs.
That assumption is being questioned as never before. Some officials argue that the blowback from a Greek default might not be so debilitating, after alI.
"I am not advocating a Greek default, hard or soft - but I'm not excluding the possibility of it if the f Greeks don't get their acts together, Europe is prepared... I think we've taken the necessary measures." Alexander Stubb, Finland's Europe minister, told the Financiai Times.
That view is by no means unanimous among Greece's creditors. François Fillon, French prime minister, bn Friday had a stinging rebuke for those who would consider it. "To put in play the default of Greece is completely irresponsible," he told broadcaster RTL.
Stéphane Deo, European economist at UBS, warned that a Greek default could wreak havoc across the continent, including bank runs.
In rumour-prone Athens, business leaders, politicians and economists are aghast at open discussion of default. "It would be a nightmare," said Vannis Stournaras, head of the Foundation for Economic and Industrial Research, an Athens think-tank. "Vou would see serial defaults ... Banks would collapse completely. There would be no banks."
An important factor in any default would be the reaction of the European Central Bank. It might be possible to keep Greece in the eurozone an contain the damage if the ECB were to provide a lifeline to the country's banks, some analysts believe.
But it is also possible Frankfurt would decide it could no longer accept Greek government bonds as collateral. Without ECB liquidity - cut off from financial markets - Athens would have to print drachmas to pay its bills.
The new currency would plunge in value against the euro. That would trigger another wave of defaults for businesses and citizens, unable to pay outstanding debts in euros. Litigation, and even deeper recession, would probably ensue.
Platon Monokroussos, research head at Eurobank EFG, believes a Greek default might even cascade into a full-blown EU exit, beca use government would probably try to impose capital controls, close borders and take measures that violated EU law.
Greece's mainstream politicians appear aware of this. Lucas Papademos, the prime minister, warned MPs that the country faced "catastrophe" if it did not approve a sweeping austerity package tied to the loan.
Opinion polls show more than 70 per cent of Greeks determined to remain in the eurozone despite enduring two years of austerity and economic contraction.
However, there is a minority - particularly on the far left - that wants out. Their chief argument, endorsed by some well-known foreign economists, is that a devalued drachma would lower wages and instantly make Greece more competitive.
They tend to point to Argentina, which broke its \Iif peg with the dollar more than a decade ago, defaulted on its foreign debt and has since fared far better than many expected.
Yet that comparison overlooks the fact that the Greek economy - unlike Argentina's - boasts a small production base and few exporters. Most of its companies rely on imports, which would rocket in cost. Sceptical, too, are ordinary citizens. "We are not Argentina," Mr. Stournaras said. "We are not even self-sufficient in agriculture."
(Adapted from: FinanciaI Times http://www.ft.comjintljcmsjsjOj76d064c6-5992-11e1- 8d 36-00144 fea bdcO. htm I#axzz 1 m I F7WITI)
From paragraphs 6, 7 and 8 we may conclude that
 

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2434681 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FGV
Orgão: Senado

O enunciado a seguir refere-se a questão.

Determinada empresa apurou os saldos finais de cada conta patrimonial relativamente aos períodos encerrados em 31/12/20X6 e 31/12/20X7, bem como apurou o saldo final de cada conta patrimonial relativamente ao período encerrado 31/12/20X7. Entretanto, não elaborou as demonstrações contábeis na formatação estabelecida pela Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações), mas disponibilizou todos os saldos conforme abaixo:

Contas patrimoniais

31/12/20X6

31/12/20X7

Caixa

10.000,00

15.000,00

Contas a pagar (curto prazo)

14.000,00

11.900,00

Contas a receber (curto prazo)

20.000,00

28.000,00

Estoques

42.000,00

37.500,00

Empréstimos e Financiamentos (longo prazo)

24.000,00

20.000,00

Empréstimos e Financiamentos (curto prazo)

2.400,00

1.600,00

Reservas de Lucros

12.400,00

18.400,00

Imobilizado

30.800,00

28.400,00

Capital Social

50.000,00

57.000,00

Contas de resultado (somente de 20X7)

31/12/20X7

Despesas financeiras

5.000,00

Despesas administrativas

16.300,00

Receita de vendas

70.000,00

Despesas comerciais

21.900,00

Custos das mercadorias vendidas

25.000,00

Despesa com imposto de renda

360,00

O retorno do patrimônio líquido em 20X7 é, aproximadamente,

 

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2434108 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
É interessante constatar, em tal contexto, o surgimento em várias países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O período é composto por oito orações.
II. Não há orações subordinadas substantivas desenvolvidas.
III. Há uma oração intercalada.
Assinale
 

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Questão presente nas seguintes provas
2433577 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Athens rehearses the nightmare of default
By Joshua Chaffin in Athens
Constantine Michalos, president of the Athens chamber of commerce, sat in his office - around the corner from where protesters were hurling chunks of marble at riot police - and contemplated what was once unthinkable: that Greece would default on its debt and then be forced into a messy exit from the euro.
"AII hell would break loose;" Mr Michalos said , sketching a society that would quickly run short of fuel, food, medicine and necessities. "VOu would have social upheaval."
Since the crisis began, it has been widely held that a default would prove disastrous not only for Greece but also for the entire European Union, and that it was to be avoided at ali costs.
That assumption is being questioned as never before. Some officials argue that the blowback from a Greek default might not be so debilitating, after alI.
"I am not advocating a Greek default, hard or soft - but I'm not excluding the possibility of it if the f Greeks don't get their acts together, Europe is prepared... I think we've taken the necessary measures." Alexander Stubb, Finland's Europe minister, told the Financiai Times.
That view is by no means unanimous among Greece's creditors. François Fillon, French prime minister, bn Friday had a stinging rebuke for those who would consider it. "To put in play the default of Greece is completely irresponsible," he told broadcaster RTL.
Stéphane Deo, European economist at UBS, warned that a Greek default could wreak havoc across the continent, including bank runs.
In rumour-prone Athens, business leaders, politicians and economists are aghast at open discussion of default. "It would be a nightmare," said Vannis Stournaras, head of the Foundation for Economic and Industrial Research, an Athens think-tank. "Vou would see serial defaults ... Banks would collapse completely. There would be no banks."
An important factor in any default would be the reaction of the European Central Bank. It might be possible to keep Greece in the eurozone an contain the damage if the ECB were to provide a lifeline to the country's banks, some analysts believe.
But it is also possible Frankfurt would decide it could no longer accept Greek government bonds as collateral. Without ECB liquidity - cut off from financial markets - Athens would have to print drachmas to pay its bills.
The new currency would plunge in value against the euro. That would trigger another wave of defaults for businesses and citizens, unable to pay outstanding debts in euros. Litigation, and even deeper recession, would probably ensue.
Platon Monokroussos, research head at Eurobank EFG, believes a Greek default might even cascade into a full-blown EU exit, beca use government would probably try to impose capital controls, close borders and take measures that violated EU law.
Greece's mainstream politicians appear aware of this. Lucas Papademos, the prime minister, warned MPs that the country faced "catastrophe" if it did not approve a sweeping austerity package tied to the loan.
Opinion polls show more than 70 per cent of Greeks determined to remain in the eurozone despite enduring two years of austerity and economic contraction.
However, there is a minority - particularly on the far left - that wants out. Their chief argument, endorsed by some well-known foreign economists, is that a devalued drachma would lower wages and instantly make Greece more competitive.
They tend to point to Argentina, which broke its \Iif peg with the dollar more than a decade ago, defaulted on its foreign debt and has since fared far better than many expected.
Yet that comparison overlooks the fact that the Greek economy - unlike Argentina's - boasts a small production base and few exporters. Most of its companies rely on imports, which would rocket in cost. Sceptical, too, are ordinary citizens. "We are not Argentina," Mr. Stournaras said. "We are not even self-sufficient in agriculture."
(Adapted from: FinanciaI Times http://www.ft.comjintljcmsjsjOj76d064c6-5992-11e1- 8d 36-00144 fea bdcO. htm I#axzz 1 m I F7WITI)
The following definitions all apply to rebuke EXCEPT
 

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