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Considere como espaço amostral de um experimento a região do plano cartesiano dada pelo quadrado com vértices (0,0), (0,1), (1,0), (1,1). Suponha que a probabilidade da região A (evento) seja a área dessa região. Considere os eventos:
A = conjunto de pontos cuja distância à origem, (0,0), seja menor ou igual a 1 e B = {(x,y) : x < 0,5 e y < 0,5}
A probabilidade de ocorrer A e não ocorrer B, que denotamos por P(A ∩ Bc), é dada por
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− Bruno chegou depois de Felipe;
− Paulo chegou quatro posições à frente de César;
− Sérgio ficou imediatamente depois de Felipe na classificação final.
Sabendo que um dos amigos chama-se Renato, é correto concluir que o primeiro e o último colocados foram, respectivamente,
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Como parte no contrato administrativo, a Administração pode
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Instruções: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.
O poder do mercado e o dever do Estado
A grave crise econômica que, de um modo ou de outro, todos os países vêm atravessando pôs a nu a fragilidade desse deus moderno, o todo-poderoso Mercado – até então incensado como o centro ativo e exclusivo de todas as operações econômicas. Atribuíram-lhe não apenas “racionalidade própria” como um temperamento sensível: quantas vezes não se ouviu dizer que “o mercado anda nervoso”? Pois essa entidade divinizada, deixada a saciar livremente seu apetite, acabou devorando as próprias entranhas.
E o mocinho, quem diria, teve de ser socorrido pelo vilão dos mercadólatras, o Estado. Governos de vários países viram-se obrigados a abrir os cofres públicos e injetar somas astronômicas em bancos e empresas privadas, para evitar que o grande desastre chegasse a hecatombe. A lição é dura, mas pode ser proveitosa: se é essencial a função do mercado no desenvolvimento da economia, não menos essencial é o papel do Estado na definição dos rumos e das prioridades a que devem atender os investimentos financeiros e a produção de riquezas. O equacionamento entre os interesses do capital e as necessidades sociais é um desafio permanente. Mercado e Estado, num sistema capitalista civilizado, devem assumir a responsabilidade de satisfazerem, em conjunto, as demandas da ordem social.
A gestão desse equacionamento, no regime democrático, é delegada ao poder político, a quem cabe formular as metas de desenvolvimento. Em alguns países desenvolvidos, como a França, em que é historicamente viva a consciência dos direitos da sociedade, as reivindicações e os protestos são enérgicos, multidões saem à rua tão logo se configure uma crise, para chamar o Estado à responsabilidade de gestor maior das políticas públicas.
A presente crise global tornou urgente uma nova arquitetura das macropolíticas econômicas, para cuja formulação e controle o poder público deve atuar como agente decisivo. Ficou claro, sobretudo com o exemplo da situação norteamericana, que capitais voláteis e ganhos fictícios envenenam o próprio mercado, cujas “leis” não podem obstar a busca de justiça social.
(Domício Menezes, inédito)
Atente para as seguintes afirmações, referentes ao segundo parágrafo:
I. É um desafio equacionar a voracidade do mercado e a supremacia do Estado, pois ambas comprometem o atendimento a demandas sociais.
II. Se cabe ao mercado o desenvolvimento da economia, é dever de um sistema capitalista civilizado exercer as funções do Estado.
III. Foram necessários maciços investimentos públicos em setores do mercado, cuja derrocada ameaçava atingir proporções catastróficas.
Está correto o que se afirma em
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A variável aleatória X tem distribuição Binomial onde o número de ensaios é 4. Sabendo-se que P(X = 1) = P(X = 2), o valor esperado de X e P(X = 3) são dados, respectivamente, por
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“Se o IPCA de abril for menor do que 2%, então os valores constantes no contrato não sofrerão qualquer correção.”
De acordo com essa cláusula, é correto concluir que, necessariamente, se
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