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2495835 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Texto 4
– Você está se sentindo mal? – perguntou a ela.
Remedios, a bela, que segurava o lençol pelo outro extremo, deu um sorriso de piedade.
– Pelo contrário, – disse – nunca me senti tão bem.
Acabava de dizer isso quando Fernanda sentiu que um delicado vento de luz lhe arrancava os lençóis das mãos e os estendia em toda a sua amplitude. Amaranta sentiu um temor misterioso nas rendas das suas anáguas e tratou de se agarrar no lençol para não cair, no momento em que Remedios, a bela, começava a ascender. Úrsula, já quase cega, foi a única que teve serenidade para identificar a natureza daquele vento irremediável e deixou os lençóis a mercê da luz, olhando para Remedios, a bela, que lhe dizia adeus com a mão, entre o deslumbrante bater de asas dos lençóis que subiam com ela, que abandonavam com ela o ar dos escaravelhos e das dálias.
MARQUEZ, Gabriel García. Cem anos de solidão (fragmento). Rio de Janeiro: Editora Sabiá Ltda., 1969, p. 212, com adaptações.
Desse fragmento, a conjunção “ que” introduz uma oração
 

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2495833 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Texto 5.
HORACE WALPOLE, an 18th-century British author and collector, wrote that William Kent “was so much consulted by all who affected taste that nothing was thought complete without his assistance”. Kent was both prolific and polymathic—an architect, sculptor, painter, decorator and designer who dazzled Georgian Britain with his glitzy brand of Palladianism.
His surviving work includes the Treasury and Horse Guards buildings in London, and the interiors and furniture for some of Britain’s treasure houses, including Chiswick House in west London and Houghton Hall in Norfolk. The British artist was the originator of the English landscape garden and was responsible for the reintroduction of Palladian architecture to the country. The newly installed Hanoverian royal family became patrons: he was commissioned by Queen Caroline, wife of George II, to create a library at St James’s Palace, and by Frederick, the king’s eldest son, to design a royal barge. So why has Kent spent the better part of the two-and-a-half centuries since his death being largely disregarded?
A principal reason is that even during his lifetime he was divisive. William Hogarth, a satirical printmaker and a self-appointed champion of Britishness, despised the Italianate Kent. Hogarth called him a “contemptible dauber” and, in a popular print titled “The Bad Taste of the
Town”, showed “KNT” at the apex of the many follies unfurling over London. By the time Kent died in April 1748 the fickle eye of fashion had moved on to the neoclassicism of the Adam brothers and the Gothic revival. Obituaries were perfunctory: most took the same tone as the General Advertiser, which brusquely reported that Kent had died “of a Mortification of his Bowels”.
A new show aims to bring “Kentissime”—a term coined by Walpole—back to the limelight. The exhibition is the third in a collaborative series of monographs exploring Georgian “tastemakers”, organised by the Victoria and Albert Museum in London and the Bard Graduate Centre in New York. It sketches out Kent’s career, from his humble start as the son of a rural joiner and his first job as a coach-painter in Hull. It shows how his fortunes changed at the age of 23 when benefactors sent him to Italy. He returned a decade later as a favourite of the third Earl of Burlington, a young, fantastically wealthy gentleman architect with a deep desire to become the central arbiter of British taste. It was under his patronage and influence that Kent became one of the most sought-after designers and landscape gardeners of the day.
The exhibition contains around 200 pieces of Kent’s work, including plans, never realised, for redesigned Houses of Parliament. It also includes examples of his gilt furniture, much loved by some, but loathed by detractors as exemplifying his showy, deceitful style. Julius Bryant, one of the show’s curators and a longstanding Kent fan, says it will challenge ideas of good taste. “People who come expecting English understatement are in for a nasty surprise,” he says. “He was in-your-face and brash. And his clients loved it.”
“William Kent: Designing Georgian Britain” is at the Victoria and Albert Museum, in London, until July 13th From the print edition: Books and arts Source: <http://www.economist.com/node/21599329/print> Accessed on March 20th (adapted.)
Based on the text, it is correct to say that Horace Walpole
 

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2495690 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
O que é o Protocolo Ansi/Niso Z39.50?
 

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2495686 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Segundo a NBR 6023 Informação e Documentação – Referências – Elaboração, o documento jurídico inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais). A respeito dessas informações, assinale a alternativa que contém a correta referência para o Decreto nº 42.822, promulgado pelo Estado de São Paulo, Brasil.
 

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2495669 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Considerando os termos: museal; musealidade; musealia; e, musealização, assinale a alternativa que indica os respectivos significados.
 

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Praticado como é em todo mundo, o teatro de bonecos assumiu [no Brasil] fisionomias e espírito dramático diferenciados, dependendo da localização geográfica de cada uma de suas manifestações. Isso devido, obviamente, às próprias injunções de tradição cultural, costumes, formação social, econômica e política. Existe, em alguns estados do Nordeste do Brasil, uma forma de teatro de bonecos praticada por artistas do povo, que se denomina Mamulengo. É o Mamulengo um teatro de características inteiramente populares, no qual os atores são bonecos que falam, dançam, brigam e, quase sempre, morrem. Como em tantas outras manifestações artísticas da cultura popular nordestina, o Mamulengo revela, de modo singular, a rica expressividade do dia a dia do povo da região. Através dos bonecos, o povo se identifica com suas alegrias e suas tristezas, com seus temores e sua capacidade de fé, com seus tipos matreiros e seus elementos repressores, com o esmagamento de seus direitos e sua ânsia de liberdade.
Extraído de: Mamulengo – o teatro de bonecos popular no Brasil. Disponível em: <http://www.cultura.rj.gov.br/artigos>, com adaptações.
O Mamulengo é uma técnica teatral genuinamente brasileira, que se encontra inserida no chamado teatro
 

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2495622 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Considerando a transmissão ao vivo em rádio e TV, assinale a alternativa correta.
 

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2495587 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Expografia com acessibilidade universal se refere àquela
 

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2495575 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Considerando a comunicação pública, assinale a alternativa correta.
 

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2495572 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Necessita de condições ideais de temperatura e umidade para o desenvolvimento de suas colônias, podendo ser identificados(as) por manchas que se aderem ao suporte, que permanecem em suspensão sobre as partículas de poeira, que eclodem e começam a desenvolver, quando não tratadas.
As informações apresentadas se referem aos (às)
 

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