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Eric Schmidt says encryption will help Google crack Chinese
censorship and stop the NSA
By Rich McCormick on January 24, 2014 02:08 am Email
Eric Schmidt thinks encryption is the answer to
many of the internefs problems. Google's executive
chairman said last November that "encrypting everything"
could "end government censorship in a decade." Now
Schmidt says that in that same decade, encryption could
"open up countries with strict censorship laws," giving their
people "a voice."
Speaking at the World Economic Forum in Davos,
Schmidt said that Google was attempting to strengthen its
encryption so the world's governments "won't be able to
penetrate it" and obtain private data. Those efforts, Schmidt
said, would create particular problems for "governments like
China's," which he thought responsible for "80 to 85 percent
of the world's industrial espionage." The Google chairman
also said he saw the eventual relaxation of Chinese
censorship over time as the number of people using social
media in the country continued to grow.
Schmidt suggested the debate over the NSA
surveillance scandal was good for the world, but also
chastised the US government, saying "because you can do
this monitoring does not mean you should do this
monitoring." He was also asked his reaction to comments
made by Microsoft that suggested non-US customers would
be able to store their data outside of the US. "I don't
understand it," was his reply.
(Disponível em www.theverge.com)
Read:
[...] encryption could "open up countries with strict censorship laws," giving their people "a voice."
[...] According to the text, If a country has a "strict censorship law", it means that:
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Eric Schmidt says encryption will help Google crack Chinese censorship and stop the NSA
By Rich McCormick on January 24, 2014 02:08 am Email
Eric Schmidt thinks encryption is the answer to many of the internefs problems. Google's executive chairman said last November that "encrypting everything" could "end government censorship in a decade." Now Schmidt says that in that same decade, encryption could "open up countries with strict censorship laws," giving their people "a voice."
Speaking at the World Economic Forum in Davos, Schmidt said that Google was attempting to strengthen its encryption so the world's governments "won't be able to penetrate it" and obtain private data. Those efforts, Schmidt said, would create particular problems for "governments like China's," which he thought responsible for "80 to 85 percent of the world's industrial espionage." The Google chairman also said he saw the eventual relaxation of Chinese censorship over time as the number of people using social media in the country continued to grow.
Schmidt suggested the debate over the NSA surveillance scandal was good for the world, but also chastised the US government, saying "because you can do this monitoring does not mean you should do this monitoring." He was also asked his reaction to comments made by Microsoft that suggested non-US customers would be able to store their data outside of the US. "I don't understand it," was his reply.
(Disponível em www.theverge.com)
In the expression "NSA surveillance", the word "surveillance" refers to:By Rich McCormick on January 24, 2014 02:08 am Email
Eric Schmidt thinks encryption is the answer to many of the internefs problems. Google's executive chairman said last November that "encrypting everything" could "end government censorship in a decade." Now Schmidt says that in that same decade, encryption could "open up countries with strict censorship laws," giving their people "a voice."
Speaking at the World Economic Forum in Davos, Schmidt said that Google was attempting to strengthen its encryption so the world's governments "won't be able to penetrate it" and obtain private data. Those efforts, Schmidt said, would create particular problems for "governments like China's," which he thought responsible for "80 to 85 percent of the world's industrial espionage." The Google chairman also said he saw the eventual relaxation of Chinese censorship over time as the number of people using social media in the country continued to grow.
Schmidt suggested the debate over the NSA surveillance scandal was good for the world, but also chastised the US government, saying "because you can do this monitoring does not mean you should do this monitoring." He was also asked his reaction to comments made by Microsoft that suggested non-US customers would be able to store their data outside of the US. "I don't understand it," was his reply.
(Disponível em www.theverge.com)
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Observe atentamente a MATRIZ a seguir:

Assinale a alternativa que contém os valores que devem ser colocados nas posições X, Y e Z da matriz.
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(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinho-do-nerd)
I. Texto verbal e não verbal, em conjunto, contribuem para a construção do humor. II. Há, no texto, passagens em que a linguagem não é literal, como ocorre com a palavra "museu". III. A palavra "laser", no contexto em que aparece, deveria ser grafada com "z". IV. As palavras "máquina" e "museu" têm exatamente o mesmo referencial concreto: um computador Core i7 com 8 gigas de RAM.
Está correto o que se afirma em:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeCrase

(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinho-do-nerd)
I. Há problemas em relação ao uso de vírgulas, considerando-se a norma padrão da língua. II. Há problemas em relação à acentuação gráfica, considerando-se a norma padrão da língua. III. Deveria haver acento indicativo de crase em "igual a minha", que aparece no segundo quadrinho.
Está correto o que se afirma em:
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Homens são maioria em financiamento coletivo
pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que
fomentam atividades artísticas e culturais são os que
despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30
anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário
de uma empresa privada da área de comunicação,
administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos
que participam de financiamentos coletivos de projetos pela
internet, os chamados crowdfundings, de acordo com
pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade
de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de
pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital,
principalmente de pessoas físicas e através da internet, com
o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai
de pequenos negócios e startups a demandas de regiões
afetadas por desastres naturais, mas também com forte
participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e
o grupo com formação superior completa é o que mais tem
participantes na plataforma de financiamento (39%). Os
participantes de crowdfunding classificam como "freqüente"
o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora
maioria busca informações em sites e portais de notícias
(81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na
seqüência como fonte de informação (55%), antes de
televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a
pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo
que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva
de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até
R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é
menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por
exemplo, respondem por 14% do total de participantes do
crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população
brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento
coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da
população. A menor proporção dos participantes de
crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta
traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso,
colocou questões para a base de usuários, assinantes de
newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No
total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a
um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do
ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www.estado.com.br)
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(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinho-do-nerd)
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- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Homens são maioria em financiamento coletivo
pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que
fomentam atividades artísticas e culturais são os que
despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30
anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário
de uma empresa privada da área de comunicação,
administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos
que participam de financiamentos coletivos de projetos pela
internet, os chamados crowdfundings, de acordo com
pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade
de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de
pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital,
principalmente de pessoas físicas e através da internet, com
o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai
de pequenos negócios e startups a demandas de regiões
afetadas por desastres naturais, mas também com forte
participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e
o grupo com formação superior completa é o que mais tem
participantes na plataforma de financiamento (39%). Os
participantes de crowdfunding classificam como "freqüente"
o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora
maioria busca informações em sites e portais de notícias
(81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na
seqüência como fonte de informação (55%), antes de
televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a
pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo
que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva
de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até
R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é
menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por
exemplo, respondem por 14% do total de participantes do
crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população
brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento
coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da
população. A menor proporção dos participantes de
crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta
traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso,
colocou questões para a base de usuários, assinantes de
newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No
total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a
um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do
ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www.estado.com.br)
"Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês."
Agora, assinale a alternativa em que ele tenha sido reescrito sem alteração significativa de sentido e sem desvios em relação à norma padrão.
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Homens são maioria em financiamento coletivo
pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que
fomentam atividades artísticas e culturais são os que
despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30
anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário
de uma empresa privada da área de comunicação,
administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos
que participam de financiamentos coletivos de projetos pela
internet, os chamados crowdfundings, de acordo com
pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade
de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de
pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital,
principalmente de pessoas físicas e através da internet, com
o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai
de pequenos negócios e startups a demandas de regiões
afetadas por desastres naturais, mas também com forte
participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e
o grupo com formação superior completa é o que mais tem
participantes na plataforma de financiamento (39%). Os
participantes de crowdfunding classificam como "freqüente"
o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora
maioria busca informações em sites e portais de notícias
(81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na
seqüência como fonte de informação (55%), antes de
televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a
pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo
que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva
de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até
R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é
menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por
exemplo, respondem por 14% do total de participantes do
crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população
brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento
coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da
população. A menor proporção dos participantes de
crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta
traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso,
colocou questões para a base de usuários, assinantes de
newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No
total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a
um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do
ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www.estado.com.br)
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Questão presente nas seguintes provas
Homens são maioria em financiamento coletivo
pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que
fomentam atividades artísticas e culturais são os que
despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30
anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário
de uma empresa privada da área de comunicação,
administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos
que participam de financiamentos coletivos de projetos pela
internet, os chamados crowdfundings, de acordo com
pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade
de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de
pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital,
principalmente de pessoas físicas e através da internet, com
o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai
de pequenos negócios e startups a demandas de regiões
afetadas por desastres naturais, mas também com forte
participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e
o grupo com formação superior completa é o que mais tem
participantes na plataforma de financiamento (39%). Os
participantes de crowdfunding classificam como "freqüente"
o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora
maioria busca informações em sites e portais de notícias
(81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na
seqüência como fonte de informação (55%), antes de
televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a
pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo
que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva
de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até
R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é
menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por
exemplo, respondem por 14% do total de participantes do
crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população
brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento
coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da
população. A menor proporção dos participantes de
crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta
traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso,
colocou questões para a base de usuários, assinantes de
newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No
total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a
um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do
ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www.estado.com.br)
I. Morfologicamente, trata-se de um pronome demonstrativo. II. Participa de um processo de coesão referencial endofórica anafórica. III. Retoma ideias presentes no período antecedente.
Está correto o que se afirma em:
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