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Foram encontradas 50 questões.

2925654 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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As opções a seguir apresentam contraindicações para a realização do exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolaou), à exceção de uma. Assinale-a.

 

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2925653 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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O Método de Credé é uma profilaxia realizada no recém-nascido com o objetivo de prevenir a

 

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2925650 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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Considerando as normas gerais de organização de um refrigerador utilizado na conservação de imunobiológicos, analise as afirmativas a seguir.

I. Na segunda prateleira devem ser colocadas as vacinas bacterianas, os soros e as vacinas virais que não podem ser congeladas.

II. O termostato deve ser ajustado de modo a encontrar o ponto ideal que vai permitir a manutenção da temperatura do refrigerador entre +2°C e +8°C.

III. Os produtos que permanecem na embalagem original são arrumados de forma a manter uma distância de dois dedos, aproximadamente, entre as caixas, ficando à mesma distância das paredes do refrigerador.

Assinale:

 

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2925649 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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Pessoas com histórico de reação anafilática após a ingestão de ovo não devem receber a vacina contra

 

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2925648 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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Considerando as vias de administração e as doses recomendadas pelo Ministério da Saúde, relacione as vacinas listadas a seguir com a forma de aplicação.

1. DTP (tríplice bacteriana)

2. BCG-ID (contra tuberculose)

3. SRC (tríplice viral)

4. Hepatite B

( ) Intradérmica – 0,1 mL

( ) Intramuscular – 1,0 mL ≥ 20 anos

( ) Subcutânea – 0,5 mL

( ) Intramuscular – 0,5 mL

Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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2925647 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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Foram prescritos 150 mg de uma determinada medicação EV de 8 em 8 horas. Como a unidade só tem frasco-ampola de 500 mg, ele será diluído em 5 mL de soluto.

Assinale a opção que indica quantos mL desta solução devem ser administrados a cada 8 horas.

 

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2925646 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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A Bota de Unna é um tipo de tratamento compressivo que a visa melhorar a função da bomba muscular da panturrilha e reduzir o edema, melhorando, assim, o retorno venoso. Esse tipo de curativo é indicado em caso de

 

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2925645 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FGV
Orgão: SES-AM
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Durante a realização de um curativo, o profissional de saúde observou que a ferida apresentava, além de outras caraterísticas, sinais flogísticos. Isso indica que a ferida está

 

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País precisa racionalizar consumo de eletricidade?

Há previsão de chuvas para a maior parte das regiões do país nos próximos dias. Ainda assim, por força da longa estiagem que afetou o Sudeste e o Centro-Oeste, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) trabalha com uma estimativa de que no atual período úmido o volume de chuvas não ultrapasse 67% da média histórica nas áreas que abrigam os principais reservatórios das hidrelétricas.

No Sudoeste, o volume de água acumulada nos reservatórios caiu para o mesmo patamar registrado em igual período em 2001 (34%), ano em que o país teve de recorrer a um programa de racionamento de eletricidade. Desde então muita coisa aconteceu para reduzir a necessidade de um novo racionamento.

Linhas de transmissão foram instaladas, aumentando a capacidade de transferência de eletricidade de uma região para outra (em 2001, de fato, a energia que sobrava no Sul ou no Norte não pôde ser transferida para o Sudeste e o Nordeste). O parque gerador também recebeu considerável reforço de usinas termoelétricas e há uma crescente contribuição da energia eólica, ainda que em termos relativos essa participação não ultrapasse 1% da eletricidade consumida.

Mas a verdade é que a oferta de energia depende agora dos humores de São Pedro. A hidroeletricidade responde por mais de 70% da capacidade de geração, e praticamente todas as novas usinas hidráulicas operam a fio d’água, ou seja, dependem da vazão dos rios. Se estivessem concluídas, as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Madeira, e Belo Monte, no Xingu, poderiam estar operando a plena capacidade em face da grande cheia dos rios que as abastecem.

Os reservatórios remanescentes não mais asseguram o suprimento de eletricidade do país por vários anos, e sim por meses.

Em pleno período úmido, quando a ocorrência de chuvas abundantes ainda é possível, talvez não faça sentido a adoção já de um plano de racionamento de energia. Com a economia crescendo pouco, o racionamento precipitado poderia ter impacto negativo desnecessário sobre a produção, já debilitada por outros fatores. No entanto, como a situação dos reservatórios está em ponto crítico e a previsão de chuvas é incerta, o mínimo que se deveria esperar das autoridades seria um esforço em prol da racionalização do uso de energia, como primeira iniciativa. No passado, a população e os setores produtivos deram provas de que respondem com presteza aos estímulos à racionalização do consumo de eletricidade. E, se preciso for, todos estariam preparados para o racionamento, em um segundo momento.

O que não pode é o governo ficar de braços cruzados, por causa do ano eleitoral, fingindo que não há qualquer risco de desabastecimento. Por causa de seus interesses políticos, o governo não deveria jogar com a sorte e expor a população a uma situação com consequências muito sérias se o país tiver de ser submetido, mais tarde, a um forte racionamento de energia.

(Opinião, O Globo, 07/03/2014)
Após a leitura do texto, é correto afirmar que o título tem valor de
 

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País precisa racionalizar consumo de eletricidade?

Há previsão de chuvas para a maior parte das regiões do país nos próximos dias. Ainda assim, por força da longa estiagem que afetou o Sudeste e o Centro-Oeste, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) trabalha com uma estimativa de que no atual período úmido o volume de chuvas não ultrapasse 67% da média histórica nas áreas que abrigam os principais reservatórios das hidrelétricas.

No Sudoeste, o volume de água acumulada nos reservatórios caiu para o mesmo patamar registrado em igual período em 2001 (34%), ano em que o país teve de recorrer a um programa de racionamento de eletricidade. Desde então muita coisa aconteceu para reduzir a necessidade de um novo racionamento.

Linhas de transmissão foram instaladas, aumentando a capacidade de transferência de eletricidade de uma região para outra (em 2001, de fato, a energia que sobrava no Sul ou no Norte não pôde ser transferida para o Sudeste e o Nordeste). O parque gerador também recebeu considerável reforço de usinas termoelétricas e há uma crescente contribuição da energia eólica, ainda que em termos relativos essa participação não ultrapasse 1% da eletricidade consumida.

Mas a verdade é que a oferta de energia depende agora dos humores de São Pedro. A hidroeletricidade responde por mais de 70% da capacidade de geração, e praticamente todas as novas usinas hidráulicas operam a fio d’água, ou seja, dependem da vazão dos rios. Se estivessem concluídas, as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Madeira, e Belo Monte, no Xingu, poderiam estar operando a plena capacidade em face da grande cheia dos rios que as abastecem.

Os reservatórios remanescentes não mais asseguram o suprimento de eletricidade do país por vários anos, e sim por meses.

Em pleno período úmido, quando a ocorrência de chuvas abundantes ainda é possível, talvez não faça sentido a adoção já de um plano de racionamento de energia. Com a economia crescendo pouco, o racionamento precipitado poderia ter impacto negativo desnecessário sobre a produção, já debilitada por outros fatores. No entanto, como a situação dos reservatórios está em ponto crítico e a previsão de chuvas é incerta, o mínimo que se deveria esperar das autoridades seria um esforço em prol da racionalização do uso de energia, como primeira iniciativa. No passado, a população e os setores produtivos deram provas de que respondem com presteza aos estímulos à racionalização do consumo de eletricidade. E, se preciso for, todos estariam preparados para o racionamento, em um segundo momento.

O que não pode é o governo ficar de braços cruzados, por causa do ano eleitoral, fingindo que não há qualquer risco de desabastecimento. Por causa de seus interesses políticos, o governo não deveria jogar com a sorte e expor a população a uma situação com consequências muito sérias se o país tiver de ser submetido, mais tarde, a um forte racionamento de energia.

(Opinião, O Globo, 07/03/2014)
“...todas as novas usinas hidráulicas operam a fio d’água, ou seja, dependem da vazão dos rios...”.

No segmento acima, o termo sublinhado indica
 

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