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Acerca da avaliação radiológica do paciente com doença inflamatória intestinal (doença de Crohn e retocolite ulcerativa), julgue os itens a seguir.
A ausência de radiação ionizante nos exames de ressonância tem tornado a modalidade mais atrativa no acompanhamento da patologia em pacientes mais jovens, dado que há perspectiva de múltiplos exames para seguimento da doença no futuro.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A associação de polipose adenomatosa familiar com o caso em tela é mais de 40%.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A associação com litíase das vias biliares pode estar presente em até 20% dos casos de adenoma de papila.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A tomografia computadorizada e a ecoendoscopia têm a mesma acurácia em demonstrar invasão local no caso de um adenocarcinoma associado.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A abordagem cirúrgica na situação apresentada é a terapêutica de escolha.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso em apreço, há risco de haver adenocarcinoma não detectado por biópsias endoscópicas.
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Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Caso a referida lesão seja menor que 4 cm, o caso é indicativo de papilectomia endoscópica.
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Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
Com o objetivo de identificar áreas com neoplasia precoce, a cromoscopia com lugol poderia ter sido proposta nas endoscopias anteriores ao diagnóstico de câncer no paciente descrito.
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Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tratamento prévio da acalasia pode reduzir o risco de neoplasias.
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Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tipo histológico mais comum do câncer de esôfago é o adenocarcinoma.
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