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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

A eletroneuromiografia pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre doença de Lyme e doença de Hansen.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

O diagnóstico de esclerose múltipla pode ser estabelecido com apenas um exame de neuroimagem.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Os potenciais evocados, principalmente o visual, são exames fundamentais para se estabelecer o diagnóstico de esclerose múltipla.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Para se estabelecer o diagnóstico diferencial da esclerose múltipla é necessária a coleta de líquor.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Para se estabelecer o diagnóstico da doença de Alzheimer os testes neuropsicológicos são secundários aos exames de imagem.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Para se estabelecer o diagnóstico da doença de Parkinson é necessário pelo menos um exame complementar.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Na paralisia facial periférica, em sua fase aguda (antes de uma semana), a eletroneuromiografia é um exame complementar indicado.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Na paralisia facial periférica, em sua fase aguda (antes de uma semana), a tomografia computadorizada de crânio é um exame complementar indicado.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

síndrome de Guillain Barré, os parâmetros mais importantes a serem observados são a presença de bloqueio de condução e a latência da onda F.

 

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No diagnóstico diferencial das doenças neurológicas, o uso de exames complementares é frequente. A utilização desses exames, no entanto, deve ser auxiliar e apropriada. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem.

Na síndrome de Guillain Barré, em sua fase superaguda, a eletroneuromiografia pode estar normal.

 

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