Foram encontradas 732 questões.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de
doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao
pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa,
sensação de bem-estar classificada como péssima, associada
a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última
semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda
de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias
por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos
intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA =
100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR =
22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e
sensível à palpação profunda, além de presença de massas
palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais
revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL,
hematócrito = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da
proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
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Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de
doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao
pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa,
sensação de bem-estar classificada como péssima, associada
a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última
semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda
de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias
por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos
intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA =
100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR =
22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e
sensível à palpação profunda, além de presença de massas
palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais
revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL,
hematócrito = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da
proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
terapêutico.
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
terapêutico.
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Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia
progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia
progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
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progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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