Foram encontradas 710 questões.
Leia o caso a seguir.
Em um caso suspeito de meningite, durante a realização do exame citológico de LCR foi contabilizada a presença de 300 leucócitos por microlitro de LCR (VR: 0 - 5 Leucócitos/microlitro). Na análise diferencial dos leucócitos foram contabilizados 99% de mononucleares e 1% de polimorfonucleares (neutrófilos). Ausência de estruturas coradas pela tinta da China. A quantidade de proteínas era de 40 g/dL (VR: 15 - 45 g/dL). A glicose de 65% em relação ao valor sérico (VR: 50 a 70%).
Os dados sumarizados apontam para uma meningite possivelmente de ordem
Em um caso suspeito de meningite, durante a realização do exame citológico de LCR foi contabilizada a presença de 300 leucócitos por microlitro de LCR (VR: 0 - 5 Leucócitos/microlitro). Na análise diferencial dos leucócitos foram contabilizados 99% de mononucleares e 1% de polimorfonucleares (neutrófilos). Ausência de estruturas coradas pela tinta da China. A quantidade de proteínas era de 40 g/dL (VR: 15 - 45 g/dL). A glicose de 65% em relação ao valor sérico (VR: 50 a 70%).
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Leia o caso e analise a figura a seguir.
Em uma situação de rotina laboratorial de análise de urina, houve a necessidade de análise de uma amostra de 5 ml de urina com urgência. O cliente, homem de meia idade, relatava dificuldades para urinar e não conseguia coletar maior quantidade de amostra. Iniciou-se a análise pela cor, concluindo que se tratava de uma urina avermelhada. O aspecto era turvo e odor sui generis. Transferiu-se 5 ml de urina para o tubo cônico, submergiu-se a tira reativa de urina. Após o tempo de leitura, anotou-se a densidade observada de 1,020; o pH 6,0; traços de proteínas, nitrito negativo, glicose ausente e corpos cetônicos ausentes. Urobilinogênio normal. Bilirrubina ausente. Leucócitos ausentes e sangue +++/3+. Seguiu-se para a centrifugação do tubo cônico a 2.500 rpm por 10 minutos. Terminada a centrifugação, fez-se a leitura do depósito, intenso. Em seguida, retirou-se 4 ml do sobrenadante, ressuspendeu-se o depósito em 1 ml de urina restante, e, encaminhou-se a urina ressuspensa a câmara de Neubauer, procedendo à contagem dos elementos observados nos quadrantes laterais da câmara de Neubauer (A1, A2, A3 e A4 - Figura 3). Foram contabilizados, no somatório dos quadrantes A1, A2, A3 e A4, 1.500 hemácias, 15 piócitos, 10 células epiteliais escamosas. A microbiota era normal. Nenhum cristal ou cilindro foi visualizado.
Esquema de uma Câmara de Neubauer
Disponível em: < https://kasvi.com.br/como-e-realizada-contagem-de-celulas/>. Acesso em: 12 out. 2024.
Deve-se registrar no resultado a presença de
Em uma situação de rotina laboratorial de análise de urina, houve a necessidade de análise de uma amostra de 5 ml de urina com urgência. O cliente, homem de meia idade, relatava dificuldades para urinar e não conseguia coletar maior quantidade de amostra. Iniciou-se a análise pela cor, concluindo que se tratava de uma urina avermelhada. O aspecto era turvo e odor sui generis. Transferiu-se 5 ml de urina para o tubo cônico, submergiu-se a tira reativa de urina. Após o tempo de leitura, anotou-se a densidade observada de 1,020; o pH 6,0; traços de proteínas, nitrito negativo, glicose ausente e corpos cetônicos ausentes. Urobilinogênio normal. Bilirrubina ausente. Leucócitos ausentes e sangue +++/3+. Seguiu-se para a centrifugação do tubo cônico a 2.500 rpm por 10 minutos. Terminada a centrifugação, fez-se a leitura do depósito, intenso. Em seguida, retirou-se 4 ml do sobrenadante, ressuspendeu-se o depósito em 1 ml de urina restante, e, encaminhou-se a urina ressuspensa a câmara de Neubauer, procedendo à contagem dos elementos observados nos quadrantes laterais da câmara de Neubauer (A1, A2, A3 e A4 - Figura 3). Foram contabilizados, no somatório dos quadrantes A1, A2, A3 e A4, 1.500 hemácias, 15 piócitos, 10 células epiteliais escamosas. A microbiota era normal. Nenhum cristal ou cilindro foi visualizado.
Esquema de uma Câmara de Neubauer
Disponível em: < https://kasvi.com.br/como-e-realizada-contagem-de-celulas/>. Acesso em: 12 out. 2024.
Deve-se registrar no resultado a presença de
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Leia o caso clínico a seguir.
Para a realização de um ensaio de hemaglutinação indireta para chagas, foi utilizada a metodologia semiquantitativa de determinação. Para isso, foram utilizados a amostra do cliente a ser testado (soro), uma placa de microtitulação e os reagentes fornecidos pelo fabricante, hemácias impregnadas com antígeno de Tripanossoma cruzi, tampão diluente e amostras controle negativo e positivo. Ainda seguindo as instruções do fabricante, em um tubo de ensaio, foram pipetados 310 microlitros de diluente e, em seguida, 10 microlitros de amostra (soro) do cliente. Em seguida, depois de devidamente homogeneizados o soro e o diluente, e com a placa devidamente pronta para uso, de acordo com as orientações do fabricante, foram colocados 50 microlitros da amostra diluída (tubo de ensaio) na terceira cavidade da placa de microtitulação. Na primeira cavidade foram colocados 50 microlitros de amostra controle positiva (pronta para uso) e na segunda cavidade, 50 microlitros de amostra controle negativa (pronta para uso). Na quarta, quinta, sexta, sétima, oitava, nona, décima, décima primeira e décima segunda cavidade foram colocados, em cada uma, 50 microlitros de solução diluente. Em seguida, 50 microlitros da amostra diluída (tubo de ensaio) foi também colocada na quarta cavidade, seguido de uma homogeneização com o diluente previamente colocado na cavidade. Feito isso, 50 microlitros da amostra da cavidade 4 foi transferida para a cavidade 5 e devidamente homogeneizada. Depois, 50 microlitros da amostra da cavidade 5 foi transferida para a cavidade 6, seguido de homogeneização. Todo o processo descrito para as cavidades 4, 5 e 6 foi repetido nas demais, até a décima segunda cavidade da placa. Em seguida, conforme orientado pelo fabricante, foram colocados 25 microlitros de hemácias sensibilizadas em cada cavidade, da primeira à décima segunda. A placa foi, em seguida, homogeneizada em agitador de placa por 4 minutos, depois, mantida em repouso por 2 horas, para, em seguida proceder-se a leitura de resultados. A aglutinação da reação foi observada nas cavidades 1, 3, 4, 5, 6 e 7. Considerada indeterminada na cavidade 8 e não aglutinada nas cavidades 2, 9, 10, 11 e 12.
A titulação a ser laudada no caso descrito é:
Para a realização de um ensaio de hemaglutinação indireta para chagas, foi utilizada a metodologia semiquantitativa de determinação. Para isso, foram utilizados a amostra do cliente a ser testado (soro), uma placa de microtitulação e os reagentes fornecidos pelo fabricante, hemácias impregnadas com antígeno de Tripanossoma cruzi, tampão diluente e amostras controle negativo e positivo. Ainda seguindo as instruções do fabricante, em um tubo de ensaio, foram pipetados 310 microlitros de diluente e, em seguida, 10 microlitros de amostra (soro) do cliente. Em seguida, depois de devidamente homogeneizados o soro e o diluente, e com a placa devidamente pronta para uso, de acordo com as orientações do fabricante, foram colocados 50 microlitros da amostra diluída (tubo de ensaio) na terceira cavidade da placa de microtitulação. Na primeira cavidade foram colocados 50 microlitros de amostra controle positiva (pronta para uso) e na segunda cavidade, 50 microlitros de amostra controle negativa (pronta para uso). Na quarta, quinta, sexta, sétima, oitava, nona, décima, décima primeira e décima segunda cavidade foram colocados, em cada uma, 50 microlitros de solução diluente. Em seguida, 50 microlitros da amostra diluída (tubo de ensaio) foi também colocada na quarta cavidade, seguido de uma homogeneização com o diluente previamente colocado na cavidade. Feito isso, 50 microlitros da amostra da cavidade 4 foi transferida para a cavidade 5 e devidamente homogeneizada. Depois, 50 microlitros da amostra da cavidade 5 foi transferida para a cavidade 6, seguido de homogeneização. Todo o processo descrito para as cavidades 4, 5 e 6 foi repetido nas demais, até a décima segunda cavidade da placa. Em seguida, conforme orientado pelo fabricante, foram colocados 25 microlitros de hemácias sensibilizadas em cada cavidade, da primeira à décima segunda. A placa foi, em seguida, homogeneizada em agitador de placa por 4 minutos, depois, mantida em repouso por 2 horas, para, em seguida proceder-se a leitura de resultados. A aglutinação da reação foi observada nas cavidades 1, 3, 4, 5, 6 e 7. Considerada indeterminada na cavidade 8 e não aglutinada nas cavidades 2, 9, 10, 11 e 12.
A titulação a ser laudada no caso descrito é:
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Leia os textos a seguir.
A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, que pode apresentar amplo espectro clínico, podendo evoluir para formas graves, inclusive a óbitos.
Evolução dos marcadores genéticos e sorológicos para a detecção de casos de dengue em função dos dias de sintomas.
BRASIL. Dengue: Diagnóstico e manejo clínico - adulto e criança. 4 ed. 2013. [Adaptado].
Embora a condução clínica possa efetivamente reduzir a quantidade de óbitos por dengue, a detecção confirmatória em muitos casos é importante, uma vez que a especificidade de sintomas pode inclusive redundar em não diagnóstico de outras doenças febris, potencialmente fatais, como a malária por exemplo.
Costa et al. Diagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra-Amazônia brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela do Rio de Janeiro. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., v. 43, 2010. [Adaptado].
O diagnóstico laboratorial da dengue conta com uma série de marcadores sorológicos e genéticos capazes de indicar a infecção em diferentes momentos da doença. A figura apresenta um gráfico que demonstra a presença desses marcadores em função dos dias de sintomas. Um exemplo de uso de marcador adequado em função do tempo de início de sintomas é
A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, que pode apresentar amplo espectro clínico, podendo evoluir para formas graves, inclusive a óbitos.
Evolução dos marcadores genéticos e sorológicos para a detecção de casos de dengue em função dos dias de sintomas.
BRASIL. Dengue: Diagnóstico e manejo clínico - adulto e criança. 4 ed. 2013. [Adaptado].
Embora a condução clínica possa efetivamente reduzir a quantidade de óbitos por dengue, a detecção confirmatória em muitos casos é importante, uma vez que a especificidade de sintomas pode inclusive redundar em não diagnóstico de outras doenças febris, potencialmente fatais, como a malária por exemplo.
Costa et al. Diagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra-Amazônia brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela do Rio de Janeiro. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., v. 43, 2010. [Adaptado].
O diagnóstico laboratorial da dengue conta com uma série de marcadores sorológicos e genéticos capazes de indicar a infecção em diferentes momentos da doença. A figura apresenta um gráfico que demonstra a presença desses marcadores em função dos dias de sintomas. Um exemplo de uso de marcador adequado em função do tempo de início de sintomas é
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Várias são as técnicas de diagnóstico para a doença de
Chagas em função da dinâmica de distribuição do parasito
no ciclo de vida parasitário. Destacam-se o emprego de
técnicas parasitológicas e sorológicas de detecção em
diferentes momentos da doença. São exemplos de técnicas
diagnósticas sorológicas
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O exame parasitológico de fezes (EPF) é fundamental para
a detecção de forma simples e barata de diversos parasitos
intestinais. Destaca-se pela facilidade de utilização e pelo
baixo custo de realização. Contudo, sabe-se que o EPF não
tem um método único de realização, mais de uma técnica é
descrita para a realização desse exame, muitas vezes com
diferentes características de sensibilidade para
determinados parasitos. Pela técnica de Willis detecta-se
com mais sensibilidade
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Além da malária, outras parasitoses podem ser
diagnosticadas por avaliação de esfregaço sanguíneo
periférico ou gota espessa. São exemplos de doenças
parasitárias que podem ser diagnosticadas por essas
técnicas:
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Além das condições genéticas que determinam hemólise,
como as talassemias por exemplo, ou incompatibilidade
materno fetal, condições outras também podem levar a
manifestações hemolíticas, como as condições parasitárias.
Há de se dar destaque nesse caso as infecções intra
eritrocitárias determinadas pelas infecções por protozoários
do gênero Plasmodium. São exemplos de formas
parasitárias passíveis de serem observadas em esfregaço
sanguíneo ou gota espessa de pacientes com malária:
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Um importante indício diagnóstico da etiologia da icterícia
por eritroblastose fetal (EF) são as tipagens sanguíneas
(mais especificamente detecção do antígeno D) e o teste de
Coombs da mãe e do bebê (por meio de sangue de cordão
ou periférico). Nessa situação, de EF, espera-se encontrar:
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Na eritroblastose fetal (EF), a presença de icterícia é bastante perceptível nos primeiros dias de vida, sendo inclusive necessário fototerapia para evitar o desenvolvimento de Kernicterus. Essa condição é caracterizada pela deposição tóxica de bilirrubina em gânglios cerebrais, sendo potencialmente letal ao bebê. A condição descrita refere-se à deposição especificamente de bilirrubina
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