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A diarreia do viajante é definida como uma diarreia aguda,
infecciosa, que acomete viajantes provenientes de áreas de
melhor saneamento básico que visitam áreas de baixo
saneamento básico. Dentre as complicações descritas
nessa condição clínica, qual complicação pode ser
observada após infecção pelo Campylobacter jejuni?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 18 anos, apresenta há 3 anos diarreia aquosa diária, 5 vezes ao dia, sem sangue ou muco, com restos alimentares e com aspecto oleoso, acompanhada de distensão e cólicas abdominais. Sente também fraqueza e cansaço. Nega comorbidades ou uso de medicações contínuas. Exame físico: IMC 18; descorada +/4. Abdome distendido, timpânico, indolor, sem visceromegalias, RHA presentes. Exames laboratoriais: anemia hipocrômica e microcítica, e ferropenia. Exames fecais: leucócitos fecais negativos e calprotectina normal. Gordura fecal 15g/dia.
A partir do caso apresentado, qual exame complementar poderá auxiliar na investigação da etiologia do quadro diarreico?
Paciente do sexo feminino, 18 anos, apresenta há 3 anos diarreia aquosa diária, 5 vezes ao dia, sem sangue ou muco, com restos alimentares e com aspecto oleoso, acompanhada de distensão e cólicas abdominais. Sente também fraqueza e cansaço. Nega comorbidades ou uso de medicações contínuas. Exame físico: IMC 18; descorada +/4. Abdome distendido, timpânico, indolor, sem visceromegalias, RHA presentes. Exames laboratoriais: anemia hipocrômica e microcítica, e ferropenia. Exames fecais: leucócitos fecais negativos e calprotectina normal. Gordura fecal 15g/dia.
A partir do caso apresentado, qual exame complementar poderá auxiliar na investigação da etiologia do quadro diarreico?
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Dentre os fatores que englobam a fisiopatologia da Doença
do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), observa-se que
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A ascite é uma das principais complicações em pacientes
portadores de cirrose hepática e é definida como o acúmulo
anormal de líquido seroso na cavidade peritoneal.
Considerando os fatores que englobam a fisiopatologia da
ascite na cirrose hepática, sabe-se que
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 75 anos, tabagista de longa data, diabético, vem ao consultório médico pois notou esclera amarelada, colúria, acolia fecal e prurido, sintomas que estão em piora progressiva. Ao exame físico: icterício +++/4; abdome plano, flácido, indolor, sem visceromegalias, com sinal de Courvoisier positivo. Macicez móvel negativa.
Diante deste quadro clínico, qual é a principal hipótese diagnóstica?
Paciente do sexo masculino, 75 anos, tabagista de longa data, diabético, vem ao consultório médico pois notou esclera amarelada, colúria, acolia fecal e prurido, sintomas que estão em piora progressiva. Ao exame físico: icterício +++/4; abdome plano, flácido, indolor, sem visceromegalias, com sinal de Courvoisier positivo. Macicez móvel negativa.
Diante deste quadro clínico, qual é a principal hipótese diagnóstica?
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A hipertensão portal é definida como um aumento anormal
da pressão sanguínea na veia porta e suas ramificações e a
classificação usual de suas causas é baseada no local do
aumento da resistência ao fluxo sanguíneo portal. A causa
típica de hipertensão portal intra-hepática pré-sinusoidal é a
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 35 anos, obesa, sem comorbidades ou uso de medicações, procura o médico relatando tosse seca e dor torácica há 3 meses. Nega pirose, nega regurgitação ácida ou outras queixas. Traz EDA realizada recentemente: esôfago, estômago e duodeno sem alterações. Utilizou nos últimos 2 meses esomeprazol 80mg/dia sem nenhuma melhora dos sintomas.
Neste caso, qual conduta deve ser seguida?
Paciente do sexo feminino, 35 anos, obesa, sem comorbidades ou uso de medicações, procura o médico relatando tosse seca e dor torácica há 3 meses. Nega pirose, nega regurgitação ácida ou outras queixas. Traz EDA realizada recentemente: esôfago, estômago e duodeno sem alterações. Utilizou nos últimos 2 meses esomeprazol 80mg/dia sem nenhuma melhora dos sintomas.
Neste caso, qual conduta deve ser seguida?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 56 anos, natural e procedente do interior da Bahia, queixa-se de disfagia tanto para sólidos quanto para líquidos, acompanhada de regurgitação noturna de comida não digerida e vômitos após grandes refeições. Nega outros sintomas. Refere que o quadro se iniciou há 10 anos, de forma insidiosa, e vem piorando lentamente.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para este paciente, qual exame complementar deve ser solicitado para auxiliar o diagnóstico?
Paciente do sexo masculino, 56 anos, natural e procedente do interior da Bahia, queixa-se de disfagia tanto para sólidos quanto para líquidos, acompanhada de regurgitação noturna de comida não digerida e vômitos após grandes refeições. Nega outros sintomas. Refere que o quadro se iniciou há 10 anos, de forma insidiosa, e vem piorando lentamente.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para este paciente, qual exame complementar deve ser solicitado para auxiliar o diagnóstico?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 70 anos, hipertensa e dislipidêmica, vai ao médico devido aumento de volume abdominal. Ao exame físico, encontra-se descorada +/4, anictérica, hidratada. Exame físico cardiopulmonar sem alterações. Abdome globoso, indolor, sem visceromegalias, Traube timpânico, com macicez móvel positiva, RHA presentes. Membros inferiores sem edema. Exames séricos: Hb 11 VCM 86 leucócitos 6000 (diferencial normal), plaquetas 240.000; TGO 25 U/L TGP 28 U/L FA 40 U/L gamaGT 30 U/L bilirrubinas totais 1,0mg/dl Albumina 3,6g/dl TAP = 13 segundos (RNI 1,0). Realizado paracentese diagnóstica, cuja análise do líquido ascítico mostrou: proteínas totais 3,4g/dl albumina 2,8g/dl leucócitos 520/mm³ (90% de linfócitos).
Neste caso, qual etiologia é compatível com a causa da ascite?
Paciente do sexo feminino, 70 anos, hipertensa e dislipidêmica, vai ao médico devido aumento de volume abdominal. Ao exame físico, encontra-se descorada +/4, anictérica, hidratada. Exame físico cardiopulmonar sem alterações. Abdome globoso, indolor, sem visceromegalias, Traube timpânico, com macicez móvel positiva, RHA presentes. Membros inferiores sem edema. Exames séricos: Hb 11 VCM 86 leucócitos 6000 (diferencial normal), plaquetas 240.000; TGO 25 U/L TGP 28 U/L FA 40 U/L gamaGT 30 U/L bilirrubinas totais 1,0mg/dl Albumina 3,6g/dl TAP = 13 segundos (RNI 1,0). Realizado paracentese diagnóstica, cuja análise do líquido ascítico mostrou: proteínas totais 3,4g/dl albumina 2,8g/dl leucócitos 520/mm³ (90% de linfócitos).
Neste caso, qual etiologia é compatível com a causa da ascite?
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Leia o caso a seguir.
Uma estudante de medicina está no ambulatório de gastroenterologia atendendo um paciente encaminhado devido suspeita de hepatopatia crônica, com exame de anti HCV positivo. Após anamese e exame físico, seu professor orienta que sejam solicitados exames complementares.
Quais exames têm a finalidade de avaliar a presença de hipertensão portal?
Uma estudante de medicina está no ambulatório de gastroenterologia atendendo um paciente encaminhado devido suspeita de hepatopatia crônica, com exame de anti HCV positivo. Após anamese e exame físico, seu professor orienta que sejam solicitados exames complementares.
Quais exames têm a finalidade de avaliar a presença de hipertensão portal?
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