Foram encontradas 143 questões.
A atenção domiciliar possui algumas ferramentas que
estruturam o seu trabalho, como a Escala de Riscos e
Vulnerabilidades de Coelho e Savassi que classifica a
família em risco familiar máximo, médio e menor. Um
paciente atendido na modalidade AD1, cuja família foi
classificada (pela Escala de Coelho e Savassi) como risco
familiar máximo, deve ser atendido pela
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Leia o caso a seguir.
R.F.S.S., homem trans, chega para uma consulta agendada na APS para solicitar contracepção. Está em uso de terapia hormonal para transição de gênero.
Qual a contracepção adequada para esse paciente, que não interferirá na hormonização?
R.F.S.S., homem trans, chega para uma consulta agendada na APS para solicitar contracepção. Está em uso de terapia hormonal para transição de gênero.
Qual a contracepção adequada para esse paciente, que não interferirá na hormonização?
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No atendimento às pessoas com síndrome vestibular
espontânea aguda, o Teste de Hints tem uma sensibilidade
de aproximadamente 100% para o diagnóstico de Acidente
Vascular Encefálico (AVE) quando realizado por um
profissional qualificado e treinado nas primeiras 48 horas de
sintomas, enquanto a ressonância magnética tem uma
sensibilidade de aproximadamente 90%. Esses dados
revelam que
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Leia o caso a seguir.
A.C.B, 62 anos, homem, está com episódios de tontura há cerca de um mês, episódios esses que duram poucos minutos e são desencadeados pela movimentação do paciente ao mudar de posição. Você realiza as manobras de Dix-Hallpike e de Head Roll, que vêm negativas. PA sentada: 125x87 mmHg, PA de pé: 101x82 mmHg. Nega cefaleia, náuseas ou sintomas auditivos.
Diante do caso apresentado, qual é o provável diagnóstico?
A.C.B, 62 anos, homem, está com episódios de tontura há cerca de um mês, episódios esses que duram poucos minutos e são desencadeados pela movimentação do paciente ao mudar de posição. Você realiza as manobras de Dix-Hallpike e de Head Roll, que vêm negativas. PA sentada: 125x87 mmHg, PA de pé: 101x82 mmHg. Nega cefaleia, náuseas ou sintomas auditivos.
Diante do caso apresentado, qual é o provável diagnóstico?
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Texto 2
A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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Texto 2
A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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Analise a imagem a seguir.

Sobre o familiograma apresentado na imagem, observa-se que
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Imagem 1

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Imagem 1

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