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Foram encontradas 3.053 questões.

3154458 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
Homem de 38 anos procura Unidade de Pronto Atendimento relatando queimadura em mão direita, durante um churrasco em família. Relata não ter sentido que o espeto que tocara estava quente. Após os cuidados com a queimadura, é encaminhado à Unidade de Atenção Primária, onde é submetido à avaliação dermatológica minuciosa que não encontrou lesões cutâneas, nem espessamento de nervos periféricos, embora tenha sido documentada alteração tátil na mão direita. As baciloscopias de material obtido de lóbulos auriculares, sobrancelhas, cotovelos, joelhos e mucosa nasal foram negativas (IB = 0,0). O paciente é, então, referenciado para uma Unidade de Atenção Especializada para avaliação.
De acordo com o fluxograma do Ministério da Saúde, o próximo passo a ser realizado, além de repetir as avaliações dermatológica e neurológica, é confirmar o diagnóstico de hanseníase neural pura por meio de
 

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3154457 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
Entre as situações descritas a seguir, que levam a suspeição de hanseníase em indivíduos não contactantes de casos comprovados, assinale aquela que, por si só, já define o paciente como caso de hanseníase, de acordo com o Ministério da Saúde do Brasil.
 

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3154456 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
Adolescente de 17 anos, sexo masculino, procura atendimento em UBS relatando o surgimento, há duas semanas, de “manchas na pele e ínguas por todo o corpo”, acompanhadas de febre não aferida e artralgias. Havia feito uso de diclofenaco para as artralgias no início do quadro. Relata atividade sexual desde os 15 anos. Desde então, teve vários parceiros, sempre do mesmo sexo, que contata através de aplicativo pela internet. Sempre usa preservativos nas relações anais (insertivas e receptivas), mas não nas relações orais. Ao exame: bom estado geral, PA: 110/70 mmHg, FC: 80 bpm, eupneico, temperatura axilar: 36,5 o C. Corado, hidratado, anictérico. Erupção máculo-papular disseminada, simétrica, não poupando palmas e plantas, não pruriginoso, nem doloroso, acompanhado de adenomegalia generalizada, de até 2 cm de diâmetro, com linfonodos elásticos, não aderidos, indolores, em cadeias occipitais, cervicais anterior e posterior, epitrocleares e inguinais. Exame da genitália não apresenta alterações significativas. Presença de alopecia em clareira. Na UBS, é submetido a teste rápido treponêmico positivo, e para HIV e hepatites negativos.
Nesse caso, o diagnóstico que se impõe para o adolescente é:
 

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3154455 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
Cada uma das formas clínicas da hanseníase tem seu diagnóstico diferencial próprio. Conhecendo tais diagnósticos diferenciais, as equipes de saúde estarão aptas a reconhecer precocemente os sinais e sintomas da doença, evitando, assim o diagnóstico tardio e prevenindo incapacidades físicas e perdas funcionais, pela pronta instituição do tratamento.

Assinale a opção em que a forma clínica da hanseníase está correlacionada precisamente a um diagnóstico diferencial.
 

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3154454 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
O diagnóstico diferencial das lesões cutâneas nas diversas formas clínicas da hanseníase é imenso e o conhecimento das semelhanças auxilia o profissional de saúde a pensar em hanseníase e estabelecer mais prontamente a hipótese diagnóstica. Relacione o tipo de lesão com os diagnósticos diferenciais.

1. Lesões maculares.
2. Lesões em placas.
3. Lesões anulares;
4. Lesões nodulares.
5. Infiltração cutânea.

( ) Dermatofitose;
( ) Sarcoma de Kaposi.
( ) Leishmaniose difusa anérgica.
( ) Vitiligo.
( ) Líquen plano.

A opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
 

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3154453 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
O reconhecimento das formas clínicas é de grande valor para as equipes de saúde, pois auxilia na identificação dos sinais e sintomas ligados a cada forma da hanseníase e na correlação dos aspectos dermatológicos, neurológicos, imunológicos e baciloscópicos, bem como dos seus mecanismos patogênicos subjacentes.
Assinale a opção que indica as queixas e/ou achados de exame físico que levantam a hipótese de reação hansênica do tipo 2.
 

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3154452 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
Em relação à imunologia da hanseníase, pode-se afirmar que, em linhas gerais, a fisiopatogenia da doença depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença. Embora os mecanismos responsáveis por essa diferenciação celular não estejam completamente elucidados, o papel da imunidade adaptativa mediante as citocinas produzidas por linfócitos T auxiliares (Th) tem papel fundamental no direcionamento da resposta imune.
Em relação à fisiopatogenia da hanseníase, assinale a afirmativa correta.
 

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3154451 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT
A Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas relacionados à Saúde (CID-10), quando se refere à hanseníase, usa majoritariamente a classificação
 

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3154450 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


A Estratégia Global da OMS para a Hanseníase 2021–2030 não mais objetiva, como em estratégias anteriores, a “eliminação da hanseníase como problema de saúde pública”, definida como menos de um caso em tratamento por 10.000 habitantes, mas se concentra na interrupção da transmissão e na obtenção de zero casos autóctones. Ao fazer isso, a Estratégia visa motivar os países com alta carga a acelerar as atividades, ao mesmo tempo em que compele os países com baixa carga a completarem a tarefa inacabada de fazer história na hanseníase. Especificamente, a Estratégia promove abordagens inovadoras, convidando os países a desenvolverem “roteiros para zero hanseníase”.


Fonte: Estratégia Global de Hanseníase 2021–2030 –
“Rumo à zero hanseníase”. OMS, 2021.
A visão da estratégia, de longo prazo passa a ser “Zero hanseníase: zero infecção e doença, zero incapacidade, zero estigma e discriminação” e a Meta, Eliminação da hanseníase (definida como interrupção da transmissão/ausência de doença).
As metas globais da Estratégia da OMS para 2030 estão dispostas na tabela a seguir.
Enunciado 3565259-1


Em relação à linha de base projetada para 2020, espera-se alcançar, em 2030
 

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3154449 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: SES-MT

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


A Estratégia Global da OMS para a Hanseníase 2021–2030 não mais objetiva, como em estratégias anteriores, a “eliminação da hanseníase como problema de saúde pública”, definida como menos de um caso em tratamento por 10.000 habitantes, mas se concentra na interrupção da transmissão e na obtenção de zero casos autóctones. Ao fazer isso, a Estratégia visa motivar os países com alta carga a acelerar as atividades, ao mesmo tempo em que compele os países com baixa carga a completarem a tarefa inacabada de fazer história na hanseníase. Especificamente, a Estratégia promove abordagens inovadoras, convidando os países a desenvolverem “roteiros para zero hanseníase”.


Fonte: Estratégia Global de Hanseníase 2021–2030 –
“Rumo à zero hanseníase”. OMS, 2021.
Os pilares estratégicos do “Rumo à zero hanseníase” são:


1. Implementar, em todos os países endêmicos, um roteiro zero hanseníase do próprio país.


2. Ampliar as atividades de prevenção da hanseníase integradas com a detecção ativa de casos.


3. Controlar a hanseníase e suas complicações e prevenir novas incapacidades.


4. Combater o estigma e garantir que os direitos humanos sejam respeitados.


São componentes-chave dos pilares 2 e 3, respectivamente,

 

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