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As funções estomatognáticas,
mastigação, deglutição e fala,
caracterizam-se pela utilização do
movimento mandibular modificando os
espaços funcionais e possibilitando
a mobilidade livre das estruturas de
tecido mole que realizam tais funções. A
luxação é uma disfunção da articulação
temporomandibular intra-articular.
Assinale a alternativa que apresenta o
trabalho fonoaudiológico a ser realizado
diante desse quadro.
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O deficiente auditivo que se utiliza da
Libras (Língua Brasileira de Sinais) para
se comunicar como primeira língua é
chamado de surdo conforme o decreto
n° 5.626, de 22 de dezembro de 2005. São
constituintes desse decreto, EXCETO
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“Efeito audível da voz em função da
adução da glote ao iniciar a fonação. Na
voz profissional, pode estar associado
à necessidade do falante empregar um
forte volume de voz quando a respiração
apresenta-se de padrão inadequado
não associado à fonação, provocando
aumento da pressão glótica.”. O
enunciado refere-se ao componente
vocal denominado
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Assinale a alternativa que corresponde
aos componentes e às características
eletroacústicas de um Aparelho de
Amplificação Sonora Individual,
respectivamente.
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Considerando-se a alta infectividade
e contagiosidade da doença, todo
caso suspeito de sarampo deve ser
comunicado por telefone à Secretaria
Municipal de Saúde dentro das primeiras
24 horas após o atendimento do paciente
e também à Secretaria Estadual de
Saúde por telefone, fax ou e-mail, para
acompanhamento junto ao município.
Além disso, a notificação deve ser
registrada no
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O Comitê de Implementação do Programa
Nacional de Segurança do Paciente
(CIPNSP), conforme o que consta na
Portaria GM/MS nº 529, de 01 de abril
de 2013, é composto por alguns dos
representantes, titular e suplentes dos
seguintes órgãos e entidades, EXCETO
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De acordo com o Decreto n° 7.508/11, é
correto afirmar que
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Dentre os programas e projetos
prioritários destacados no Plano
Estadual de Saúde 2016 a 2019, do
Estado de Pernambuco, aquele que tem
como objetivo reduzir a mortalidade
materna e infantil é o Programa
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No que se refere ao disposto no
Estatuto dos Funcionários Públicos do
Estado de Pernambuco (Lei Estadual
nº 6.123/1968), o ato que completa a
investidura em cargo público e órgão
colegiado é o/a
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INFELICIDADES CONTEMPORÂNEAS
Marcia Tiburi – 31 de maio de 2017
Faz tempo que ando pensando na felicidade como categoria ética. Longe da felicidade publicitária,
da felicidade das mercadorias, me parece necessário manter esse conceito em cena devolvendo-lhe
ao campo da análise crítica contra a ordem da ingenuidade onde ele foi lançado. Justamente porque
o tema da felicidade foi capturado na ordem das produções discursivas, falar da felicidade se torna
um desafio quando muita gente tenta transformá-la em uma bobagem, uma caretice, um assunto do
passado.
A felicidade é assunto do campo da ética. Em Aristóteles ela representa o máximo da virtude. Feliz
acima de tudo é quem pratica a filosofia, mas na vida em geral, aquele que vive uma vida justa já pode
ser feliz. Uma vida justa é uma vida boa, vivida com dignidade. Aquele que alcança um meio termo
entre extremos e faltas sempre falsos, sempre destrutivos, sempre irreais, é alguém que pode se dizer
feliz. A felicidade não é inalcançável, ela é busca bem prática que conduz a vida.
Hoje, depois de uma aula sobre o tema, uma aula crítica e analítica, daquelas que revoltam os
ressentidos e fortalecem os corajosos, uma pessoa que se anunciou tendo mais de 80 anos, me
abraçou e me disse, “sua aula me deixou feliz”. Eu também fiquei feliz.
***
Fico pensando no que o termo felicidade pode ainda nos dizer, quando, por meio de uma deturpação
conceitual, localizamos a felicidade nas mercadorias, quando a confundimos com fantasias e
propagandas.
A felicidade sempre foi uma ideia e uma prática complexas. Sua complexidade remete a uma
instabilidade inevitável. Em nossos dias, as pessoas falam muito da felicidade porque a desejam.
E se a desejam é porque, de algum modo, podemos dizer que sonham com ela. Mas não podem
pegá-la, comprá-la, obtê-la simplesmente e justamente porque ela não é uma coisa. Por isso, a ideia
de felicidade não combina com a ideia de mercadoria. Como ideia, a felicidade é aberta e produz
aberturas. Ela não cabe nas coisas, nem nas mais ricas, nem nas mais bonitas. Porque quando a
felicidade está, ela é como a morte, as coisas, assim como a vida, já não estão.
Há, no entanto, coisas que nos lembram ou nos iludem da ideia de felicidade, mas sempre o fazem
como um ideal ou um simulacro. Ninguém pode ser feliz plenamente, mas sempre pode buscar ser feliz
em uma medida muito abstrata que, no entanto, nos conecta à outras utopias. Não é sem sabedoria que,
em vez de pensarmos em uma única felicidade, começamos há muito tempo a pensar em felicidades no
plural. Se não se pode ser feliz no todo, que se seja em lugares, em setores da vida. Que se realize a
felicidade relativa, contra uma felicidade absoluta. Abaixo os absolutos, diz todo pensamento razoável .
Felicidades mil é o que desejamos àqueles que amamos. É um voto, apenas, um voto de fé que
em tudo se confunde com a postura ética de quem deseja o bem ao outro. Felicidade, lembremos os
filósofos antigos, era o sumo bem, o bem maior, o Bem com letra maiúscula. Uma coisa para inspirar,
para fazer suportar as dores e sofrimentos da vida comum. [...].
Adaptado de: (https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-infelicidades-contemporaneas/).
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