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Quem inventou o aplauso?
Yuri Vasconcelos
Ninguém sabe ao certo. De acordo com uma das teorias mais bizarras, ele teria surgido entre os homens das cavernas
como forma de comemorar caçadas bem -sucedidas. A princípio, nossos antepassados celebrariam o banquete dando cabeçadas
uns nos outros, até que, finalmente, algum sujeito cansado dos galos na cabeça sugeriu a troca da dolorosa celebração. A versão
mais plausível, contudo, aponta que o surgimento do aplauso, ocorrido há cerca de 3 mil anos, teria conotação religiosa: seria o
instrumento usado por membros de tribos pagãs para chamar a atenção dos deuses nos rituais. Mais tarde, na Grécia antiga, a
plateia de espetáculos teatrais passou a usar as palmas para invocar os espíritos protetores das artes. Já no Império Romano, o
gesto começou a ser utilizado também como sinal de aprovação a autoridades que faziam aparições públicas. Por volta do século
18, os franceses inventaram a claque teatral: grupo de pessoas previamente contratadas por um artista espertalhão para aplaudir
seu espetáculo. Se vivesse nessa época, o jovem americano Kent French teria emprego garantido: ele é dono do recorde mundial
de bater palmas, com nada menos que 721 batidas por minuto – uma média de 12 por segundo. Mas nem sempre um aplauso é
sinônimo de elogio. Com o tempo, as palmas ganharam significados bem variados.
(Mundo Estranho – jan. 2009.)
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Desde o tempo do cabo-de-guerra
Não apenas os equipamentos, os recordes e as regras mudaram em 112 anos de Olimpíadas. Esportes também foram
aceitos ou expulsos .
Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
(Veja, 11 jun. 2008, p. 114.)
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Assinale a alternativa em que a concordância na sentença corresponde à norma padrão.
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Desde o tempo do cabo-de-guerra
Não apenas os equipamentos, os recordes e as regras mudaram em 112 anos de Olimpíadas. Esportes também foram
aceitos ou expulsos .
Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
(Veja, 11 jun. 2008, p. 114.)
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Desde o tempo do cabo-de-guerra
Não apenas os equipamentos, os recordes e as regras mudaram em 112 anos de Olimpíadas. Esportes também foram
aceitos ou expulsos .
Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
(Veja, 11 jun. 2008, p. 114.)
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Quanto tempo vão durar as pegadas do homem na Lua?
Gabriela Portilho
Em teoria, elas durariam milhões de anos, pois(1), como não há atmosfera na Lua, por lá não ocorre erosão, seja pelo
vento, seja pela chuva. Acontece que, justamente por não ter atmosfera, a Lua é constantemente bombardeada por meteoritos.
Esses meteoritos, por sua vez, podem levantar um monte de poeira no choque com o astro, provocar tremores na crosta, ou
mesmo cair em cima das pegadas, o que, obviamente, as desfiguraria. No entanto(2), não temos como saber se isso já ocorreu
ou não, já que nenhuma missão retornou ao lugar onde, em 20 de julho de 1969, os astronautas americanos Neil Armstrong e
Edwin Aldrin deixaram a marca de suas pisadas.
Outro possível "apagador" das pegadas seria a erosão provocada por ventos solares – mas isso somente em uma escala
de tempo extremamente longa e difícil de prever. Ou seja(3), qualquer tentativa de cálculo seria unicamente na base do
"chutômetro". Ah, e detalhe: as marcas de que estamos falando são aquelas deixadas longe do módulo de pouso do foguete. As
que estão – ou estavam – próximas provavelmente foram apagadas pelo jato de propulsão da nave com que os astronautas
retornaram à Terra.
(Mundo Estranho – jan. 2009.)
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aceitos ou expulsos .
Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
(Veja, 11 jun. 2008, p. 114.)
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Desde o tempo do cabo-de-guerra
Não apenas os equipamentos, os recordes e as regras mudaram em 112 anos de Olimpíadas. Esportes também foram
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Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
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