Foram encontradas 263 questões.
Quem inventou o aplauso?
Yuri Vasconcelos
Ninguém sabe ao certo. De acordo com uma das teorias mais bizarras, ele teria surgido entre os homens das cavernas
como forma de comemorar caçadas bem -sucedidas. A princípio, nossos antepassados celebrariam o banquete dando cabeçadas
uns nos outros, até que, finalmente, algum sujeito cansado dos galos na cabeça sugeriu a troca da dolorosa celebração. A versão
mais plausível, contudo, aponta que o surgimento do aplauso, ocorrido há cerca de 3 mil anos, teria conotação religiosa: seria o
instrumento usado por membros de tribos pagãs para chamar a atenção dos deuses nos rituais. Mais tarde, na Grécia antiga, a
plateia de espetáculos teatrais passou a usar as palmas para invocar os espíritos protetores das artes. Já no Império Romano, o
gesto começou a ser utilizado também como sinal de aprovação a autoridades que faziam aparições públicas. Por volta do século
18, os franceses inventaram a claque teatral: grupo de pessoas previamente contratadas por um artista espertalhão para aplaudir
seu espetáculo. Se vivesse nessa época, o jovem americano Kent French teria emprego garantido: ele é dono do recorde mundial
de bater palmas, com nada menos que 721 batidas por minuto – uma média de 12 por segundo. Mas nem sempre um aplauso é
sinônimo de elogio. Com o tempo, as palmas ganharam significados bem variados.
(Mundo Estranho – jan. 2009.)
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Quem inventou o aplauso?
Yuri Vasconcelos
Ninguém sabe ao certo. De acordo com uma das teorias mais bizarras, ele teria surgido entre os homens das cavernas
como forma de comemorar caçadas bem -sucedidas. A princípio, nossos antepassados celebrariam o banquete dando cabeçadas
uns nos outros, até que, finalmente, algum sujeito cansado dos galos na cabeça sugeriu a troca da dolorosa celebração. A versão
mais plausível, contudo, aponta que o surgimento do aplauso, ocorrido há cerca de 3 mil anos, teria conotação religiosa: seria o
instrumento usado por membros de tribos pagãs para chamar a atenção dos deuses nos rituais. Mais tarde, na Grécia antiga, a
plateia de espetáculos teatrais passou a usar as palmas para invocar os espíritos protetores das artes. Já no Império Romano, o
gesto começou a ser utilizado também como sinal de aprovação a autoridades que faziam aparições públicas. Por volta do século
18, os franceses inventaram a claque teatral: grupo de pessoas previamente contratadas por um artista espertalhão para aplaudir
seu espetáculo. Se vivesse nessa época, o jovem americano Kent French teria emprego garantido: ele é dono do recorde mundial
de bater palmas, com nada menos que 721 batidas por minuto – uma média de 12 por segundo. Mas nem sempre um aplauso é
sinônimo de elogio. Com o tempo, as palmas ganharam significados bem variados.
(Mundo Estranho – jan. 2009.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
Gaste, fique rico e salve o planeta
Riqueza dos países os faz trocar fontes sujas pelas limpas
(John Tierney, The New York Times, publicado em Revista da Semana, 30 abr. 2009, p. 08.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
Os cursinhos correm para mudar
Camila Pereira e Renata Betti
Os cursinhos que, há seis décadas, preparam os estudantes para o velho vestibular estão diante de um duro desafio: reformular rapidamente seus negócios para adaptar-se ao novo ENEM, prova feita pelo Ministério da Educação (MEC) que, já neste ano, substituirá o vestibular em mais de 500 universidades brasileiras. Para a maioria, as mudanças vão implicar uma verdadeira transformação em duas frentes essenciais do negócio: a produção de material didático e o treinamento dos professores. Juntas, elas representam até 40% dos custos fixos de um cursinho. As adaptações, não há dúvida, vão encarecer ainda mais essa conta. Um grupo como o Objetivo, dono de uma das cinco maiores redes de cursinhos do país, calcula que terá de desembolsar neste ano 10% além do previsto por causa do novo ENEM, uma prova mais voltada para o raciocínio lógico, com questões que entrelaçam diferentes áreas do conhecimento, e menos para a memorização de uma vasta quantidade de conteúdos e fórmulas, como ainda ocorre no vestibular. Outros cursinhos se viram forçados a recrutar dezenas de pessoas para reescrever as apostilas e treinar os professores de modo que consigam preparar os alunos para resolver a nova prova – caso do COC, um dos cinco maiores do setor. "Estamos reformulando nosso sistema de ensino", resume o diretor Tadeu Terra. "Quem não fizer isso será engolido."
Um grande complicador é o tempo exíguo para executar tamanha mudança. Normalmente, um processo como esse – que requer uma reestruturação do plano pedagógico – consome mais de um ano. Como só restam cinco meses até a aplicação da prova e os alunos ainda precisam ser treinados para ela, será necessário fazer o mesmo até julho, em apenas três meses. O prazo curto vai exigir um aumento na carga horária das aulas, para que todo o conteúdo seja passado a tempo. Nessa corrida, levam vantagem aqueles cursinhos que já haviam começado a se reformular antes de o MEC anunciar o novo sistema. "Estamos nessa direção há cinco anos", diz Carlos Eduardo Bindi, diretor da rede Etapa. Ele e outros, como o próprio COC, miravam, na realidade, o velho ENEM, que já é adotado na admissão a cerca de 500 faculdades do país. Também se adaptavam a vestibulares como o da Unicamp, menos afeito à decoreba. Como ambos os exames mantêm semelhanças com o novo ENEM (ao menos conceitualmente, uma vez que falta ao MEC divulgar muitos detalhes sobre a prova), quem já ajustava sua linha pedagógica ficou em situação mais confortável. Diz o consultor Mateus Prado: "Esses são os cursinhos mais bem posicionados para ganhar terreno". Eles estão em melhores condições para brigar por alunos num mercado que é extremamente sensível à novidade. "Para um cursinho prosperar, deve dispor de capacidade para empreender mudanças radicais rapidamente", sintetiza Prado.
No atual cenário, as grandes redes, por uma questão logística, estão mais bem posicionadas para se ajustar à nova realidade. As cinco maiores, com curs inhos esparramados pelo país inteiro, possuem gráfica própria, nas quais o cronograma de impressão já é mensal. Somando-se todo o material produzido numa dessas gráficas por mês, chega-se a meio milhão de apostilas. Os cursinhos menores, que não contam com tal estrutura, recebem o material apenas uma vez por ano. Sem escala para a impressão, não seria economicamente viável fazê-lo mensalmente. "Só vai dar para adaptar nosso material em 2010", admite Jorge Curvelo, diretor do Quanta, cursinho de 250 alunos em Salvador.
Outro fator que pesa em favor dos grandes é o fato de não dependerem de um negócio só. Além de escolas e faculdades, tais grupos ganham muito dinheiro com a venda do que é conhecido no mercado como "pacote pedagógico". Entenda-se por isso material didático, treinamento de professores e consultorias prestadas a cursinhos menores, negócio que já supera a receita proveniente das próprias matrículas. Na prática, significa que, ainda que o lucro com os cursinhos encolha por ora, uma vez que precisarão desembolsar mais dinheiro para dar conta das mudanças, os grandes grupos apresentam condições bastante favoráveis para superar esse momento. Mais capitalizados, podem, por exemplo, bancar a decisão de não repassar o prejuízo para as mensalidades – o que periga acontecer com os concorrentes. Diz Jorge Curvelo, do Quanta, que faz coro com donos de cursinhos médios e pequenos: "A verdade é que estamos com medo de ser extintos". (...)
(Veja, 29 abr. 2009.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
Memória é o que não vai faltar
O disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes e custa, proporcionalmente, menos que um disco blu-ray.
Thomaz Favaro

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Desde o tempo do cabo-de-guerra
Não apenas os equipamentos, os recordes e as regras mudaram em 112 anos de Olimpíadas. Esportes também foram
aceitos ou expulsos .
Uma avaliação comparativa das Olimpíadas modernas, a partir da primeira, em 1896, permite um passeio pelas mudanças
globais ocorridas nesse período, da tecnologia à cultura. Na estréia, não havia atletas femininas. Em 1900, a primeira tenista jogou
de vestidão e botina. O atleta do salto com vara disputava com uma pesadíssima e frágil vara de bambu. Devido à falta de
monitoramento confiável, os juízes deram o ouro da maratona de 1904 a um americano que fizera parte do trajeto de automóvel.
Descoberta a trapaça, a medalha passou ao segundo colocado, que, por sua vez, revelou ter turbinado o desempenho com doses
de estricnina e conhaque. Os exames antidoping só começaram a ser feitos em 1968, no México.
Um dos aspectos mais surpreendentes é o entra-e-sai de modalidades. Catorze esportes entraram e depois saíram da lista
de categorias olímpicas. Até 1920, provas de cabo-de-guerra, croquet, pelota basca, nado subaquático e golfe já haviam sido
disputadas em pelo menos um dos Jogos. Para ser aceito nas Olimpíadas (ou nelas permanecer), um esporte precisa atender a
uma regra básica: ser praticado em 75 países de quatro continentes. Entre as categorias femininas, a exigência é de quarenta
países em três continentes. Cumprido esse critério, a incorporação da modalidade depende ainda de sua popularidade ou da força
política de sua federação internacional. “O pentatlo moderno, com poucos fãs, é disputado até hoje apenas por uma razão
política", diz Nelson Todt, membro da Academia Olímpica Brasileira. A modalidade foi criada com base na versão praticada na
Antiguidade pelo barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos modernos.
O bicicross foi aceito depois de oito anos de negociações com o Comitê Olímpico Internacional. Trata-se de uma tentativa
dos organizadores de atrair um público mais jovem e de atribuir uma imagem mais atual às Olimpíadas. Outras atividades radicais,
como o skate e o BMX Freestyle, poderão entrar na Olimpíada de Londres, em 2012. Na lista dos que se candidataram sem
sucesso estão o surfe, o rúgbi, o boliche e a brasileiríssima capoeira.
(Veja, 11 jun. 2008, p. 114.)
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Assinale a alternativa em que a reescrita, de acordo com a norma padrão, preserva as relações de sentido originais das frases abaixo:
Em busca de saúde as pessoas vão atrás de médicos, remédios comprados por conta própria, suplementos vitamínicos e livros de autoajuda. Mas elas também recorrem a uma outra arma poderosa, capaz de combater doenças e melhorar a qualidade de vida: os amigos.
(adaptado de Revista da Semana, 30 abr. 2009, p. 10.)
Em busca de saúde as pessoas vão atrás de médicos, remédios comprados por conta própria, suplementos vitamínicos e livros de autoajuda. Mas elas também recorrem a uma outra arma poderosa, capaz de combater doenças e melhorar a qualidade de vida: os amigos.
(adaptado de Revista da Semana, 30 abr. 2009, p. 10.)
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Considere as seguintes tecnologias de armazenamento:
1. CD.
2. DVD.
3. Blu-ray.
4. Disco holográfico.
A afirmação de que “algumas tecnologias surgem na hora certa para causar uma revolução” (linha 1) é exemplificada no texto com a criação do(s) dispositivo(s):
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O texto a seguir é referência para a questão.
Memória é o que não vai faltar
O disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes e custa, proporcionalmente, menos que um disco blu-ray.
Thomaz Favaro
(Veja – 06 maio 2009.)
Considere as seguintes tecnologias de armazenamento:
1. CD.
2. DVD.
3. Blu-ray.
4. Disco holográfico.
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Assinale a alternativa em que a concordância na sentença corresponde à norma padrão.
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