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Em qual das condições relacionadas a seguir a plasmaférese terapêutica tem mais efetividade como tratamento inicial?
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Mulher, 38 anos, iniciou com febre recorrente, apresentando um pico diário de 39 °C, geralmente no início da noite, associada à artralgia de padrão inflamatório em punhos, joelhos e tornozelos. Foi diagnosticada com doença de Still e iniciou tratamento com prednisona e metotrexato, porém mantém refratariedade ao quadro. Considerando esse caso clínico, qual seria a melhor opção terapêutica?
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O teste de agregação plaquetária com diferentes agentes agregantes empregados (adrenalina, ADP, colágeno e ristocetina) possibilita a identificação e a caracterização dos seguintes distúrbios hematológicos:
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Paciente de 29 anos, masculino, natural do interior de Santa Catarina, com déficit de aprendizado e úlceras de repetição em membros inferiores há 14 anos, com recidivas e melhora parcial ao tratamento tópico. Desde 2022 (há 03 anos), apresenta lesão vegetante crônica em perna direita. Evoluiu, concomitantemente, com perda visual até amaurose bilateral, mantendo percepção luminosa, além de tetraparesia, arreflexia, ataxia e oftalmoplegia com nistagmo. Exames afastaram causas vasculares, infecciosas, reumatológicas e metabólicas. A retinografia evidenciou achados compatíveis com albinismo ocular, e o exame dermatológico mostrou hipopigmentação cutânea e cabelos acinzentados com biópsia revelando infiltrado linfoplasmocitário. O sangue periférico demonstrou neutrófilos e linfócitos com granulações citoplasmáticas gigantes. O hematologista olhou a lâmina e, pensando ser um caso raro, sugeriu realização de um painel de imunodeficiências hereditárias. O profissional, ao sugerir esse exame para confirmar o diagnóstico, espera encontrar
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Considere as seguintes imagens:

Assinale a alternativa que apresenta corretamente os possíveis diagnósticos das imagens de lâminas perífericas/medula.
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Paciente de 59 anos, DRC G5, chega à unidade de hemodiálise do município demonstrando tensão e insegurança em sua primeira sessão de diálise. Relata ter medo de sentir dor e pegar doença pelo sangue. A assistente social acolhe o paciente e o apresenta a toda a equipe multiprofissional. Depois, mostra a clínica, colhe relatos dos demais pacientes, explica o funcionamento da clínica, de como é cada sessão, e os demais integrantes da equipe ajudam na orientação do procedimento, tranquilizando o paciente. A conversa é feita de modo privado, esclarecendo todas as dúvidas e deixando o paciente à vontade para ter um tempo de adaptação até o início da sessão. O paciente aceita e resolve fazer a sessão, recebendo o mesmo cuidado até a hora de ir para casa.
De acordo com a Lei nº 8.080/1990 e conforme as Diretrizes para o Cuidado à Pessoa com Doença Renal Crônica, a conduta da equipe, nesse caso, se fundamenta principalmente na
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Após desabamentos e enchentes sucessivas em um município, vários pacientes são levados ao Hospital Estadual. Devido à alta demanda, a unidade de TRS teve sua capacidade reduzida, restando apenas uma máquina disponível para início imediato de hemodiálise. O nefrologista avaliou 18 pacientes e diagnosticou insuficiência renal aguda (IRA) em 5 que apresentavam indicação formal de diálise:
• Paciente A: 25 anos, vítima de trauma abdominal, estável, com sangramento controlado, anúria há 8 horas, K = 6,0 mEq/L.
• Paciente B: 69 anos, DPOC e ICC classe III, confuso, K = 5,8 mEq/L, diurese residual.
• Paciente C: 42 anos, oligossintomático, ficou soterrado, creatinina 6,0 mg/dl, K = 5,5 mEq/L, estável hemodinamicamente.
• Paciente D: 24 anos, sem comorbidades, choque hipovolêmico reversível, anúria há 12 horas, K = 7,0 mEq/L, acidose metabólica grave (pH 7,00).
• Paciente E: 78 anos, sepse grave, hipotenso, múltiplas comorbidades, dependente de noradrenalina, sem diurese há 24 horas.
Seguindo o princípio da equidade e as recomendações clínicas e éticas vigentes, qual seria o primeiro paciente a fazer hemodiálise e qual seria o último, respectivamente?
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Infectologista procura o hematologista na capital do estado, em hospital referência da Infectologia, para saber se a isoniazida – medicamento utilizado para tuberculose – causa alterações no hemograma de pacientes que fazem uso. O hematologista explica ao colega que a isoniazida NÃO costuma estar associada à
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Qual das seguintes alterações é critério diagnóstico de linfohistiocitose hemofagocítica?
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Um paciente, que está em uso de dabigatrana há 45 dias para tratamento de trombose venosa profunda, comparece à consulta com o hematologista. Encontra-se em investigação de possível trombofilia e relata que, alguns dias antes, foi atendido por um clínico que prescreveu um tratamento sistêmico para lesões de pele. Inicialmente, o paciente não recorda o nome do medicamento, mas, ao final da consulta, informa ao hematologista qual foi. Diante disso, o hematologista orienta suspender o uso desse medicamento e solicita reavaliação por outro colega, pois sua associação com dabigatrana é contraindicada por risco de sangramento. Qual é esse medicamento?
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