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Em relação à insuficiência venosa crônica e ao manejo intervencionista das varizes dos membros inferiores, assinale a alternativa correta, considerando fisiopatologia, classificação clínica e opções terapêuticas atuais.
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Paciente de 49 anos, previamente hígido, apresenta dor e edema progressivos no membro inferior esquerdo há dois dias. O exame ultrassonográfico evidencia trombose iliofemoral aguda, com veia femoral comum dilatada e não compressível. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de isquemia venosa grave.
Considerando o manejo atual da trombose venosa profunda iliofemoral e a seleção de pacientes para terapias endovasculares precoces, a conduta mais adequada é
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No contexto do diagnóstico e da abordagem intervencionista da insuficiência arterial crônica dos membros inferiores, assinale a alternativa correta considerando evidências atuais e prática clínica.
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Mulher de 45 anos, vítima de trauma de alta energia, chega ao pronto atendimento com fraturas pélvicas instáveis, hipotensão persistente e necessidade contínua de transfusão. O exame FAST não evidencia líquido livre intra-abdominal. Após estabilização inicial, a tomografia computadorizada com contraste demonstra extravasamento de contraste em território arterial pélvico, sem outras fontes de sangramento identificáveis.
Considerando o manejo atual do choque hemorrágico de origem pélvica, o próximo passo mais adequado é
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Homem, 62 anos, internado há 3 dias após cirurgia ortopédica, evolui com dispneia súbita, dor torácica e taquicardia. A gasometria arterial mostra hipoxemia moderada, e a angiotomografia de tórax evidencia trombo em artéria pulmonar lobar direita, com aumento da relação entre ventrículo direito e ventrículo esquerdo (VD/VE), e derrame pleural mínimo. A pressão arterial é de 100/60 mmHg, sem choque, e o paciente apresenta antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico há 3 meses. Encontra-se em anticoagulação plena com heparina não fracionada.
Considerando o manejo atual da embolia pulmonar de risco intermediário a alto em pacientes com maior risco de sangramento e o papel da radiologia intervencionista, a conduta mais adequada é
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Paciente de 71 anos, com carcinoma hepatocelular multifocal, função hepática preservada e doença restrita ao fígado, é avaliado para radioembolização hepática. O estudo angiográfico prévio demonstra desvio significativo do fluxo arterial para o pulmão.
Diante desse achado, a conduta mais adequada é
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Paciente de 63 anos, com metástase hepática única de adenocarcinoma colorretal, apresenta lesão de 2,8 cm no segmento VII, sem doença extra-hepática, após boa resposta ao tratamento sistêmico. Diante desse cenário, a equipe avalia tratamento local por método minimamente invasivo.
Considerando critérios anatômicos e técnicos para terapias ablativas hepáticas, qual é a conduta mais adequada?
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Paciente de 67 anos, no pós-operatório de colectomia, evolui com febre persistente e leucocitose. A tomografia contrastada evidencia coleção intra-abdominal profunda, com septações finas, pequeno nível gasoso e acesso seguro apenas por trajeto lateral, devido à interposição de alças intestinais.
Considerando os princípios técnicos da drenagem percutânea guiada por imagem, qual é a conduta mais adequada?
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Um paciente de 32 anos é admitido após colisão automobilística de alta energia. Após reposição inicial, encontra-se hemodinamicamente estável, porém apresenta dor abdominal difusa. Exame FAST positivo, e a tomografia computadorizada contrastada evidencia lesão hepática com extravasamento arterial ativo, sem indicação imediata de laparotomia.
Considerando os princípios atuais do manejo endovascular no trauma abdominal, qual é a conduta mais apropriada nesse caso?
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Um paciente com suspeita de insuficiência arterial femoropoplítea realiza US Doppler arterial. O exame mostra:
• onda monofásica no segmento femoral distal;
• aumento de PSV no poplíteo proximal;
• artefatos de aliasing e turbulência distal.
A equipe deseja complementar a investigação com exame anatômico para planejamento de possível intervenção. Considerando as vantagens e limitações de CTA (angiotomografia) e MRA (angioressonância magnética) descritas nas revisões clássicas, a melhor escolha para avaliação anatômica detalhada das artérias femoropoplíteas é
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