Foram encontradas 30 questões.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à mudança de decúbito.
( ) A mudança de decúbito consiste em mudar a posição do paciente acamado, proporcionando maior conforto e a fim de evitar as complicações devido à imobilidade prolongada, como as contrações musculares e lesão por pressão.
( ) No decúbito dorsal horizontal, o paciente é posicionado com a cabeça alinhada com o tronco, membros superiores ao longo do corpo ou cruzados sobre o tórax e membros superiores estendidos ou levemente fletidos.
( ) No decúbito lateral, a cabeça deve ficar em posição anatômica, ombro posicionado mais à frente, apoio anterior para o membro superior de cima, joelhos semifletidos, sempre com travesseiros entre eles e apoio no dorso com travesseiro ou coxim em ângulo de 30°.
( ) Durante a mudança de decúbito de paciente acamado, o profissional de Enfermagem deve inspecionar as condições da pele do paciente, principalmente os pontos mais sensíveis para o surgimento de lesões por pressão.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à nebulização.
( ) A nebulização consiste numa forma de tratar afecções pulmonares por meio de substâncias especiais associadas ao O2.
( ) Durante a nebulização, o fluxo de oxigênio não deve ser superior a 5 ou 6l/min no fluxômetro.
( ) O nebulizador deve ser trocado após cada uso e o intermediário deve ser trocado quando o paciente estiver de alta ou quando suspensa a terapêutica com nebulização.
( ) Durante a nebulização, o paciente deve ser orientado a permanecer com a boca aberta e inspirar profundamente.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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A aspiração de secreções pode ser oronasofaríngea, orotraqueal e por traqueostomia.
Identifique abaixo as afirmativas corretas em relação ao assunto.
1. Durante a aspiração oronasofaríngea o cliente deve ser colocado deitado para facilitar a expansão pulmonar.
2. Sonda números 12 a 16 são adequadas para aspiração em adultos.
3. Na aspiração nasal a sonda deve ser retirada em movimentos firmes e rotatórios com o aspirador ligado.
4. Na aspiração, a manobra de introdução e retirada da sonda nasal não deve ultrapassar 30 segundos.
5. Na aspiração orotraqueal, o diâmetro da sonda não deve ser superior à metade do diâmetro do tubo endotraqueal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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No que se refere à administração de medicamentos via intramuscular, relacione as colunas abaixo:
Coluna 1
1. Crianças de 6 a 14 anos
2. Adolescentes
3. Adultos
4. Neonatos
Coluna 2
( ) Injetar de 2,0-2,5 ml no ventroglúteo.
( ) Injetar até 5,0 ml no ventroglúteo.
( ) Injetar até 0,5 ml na região deltoide.
( ) Injetar de 1,5-2,0 ml no Hochestetter.
( ) Injetar até 1,5 ml no vasto lateral.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomes
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto 1
Não quero ser feliz, quero é ter uma vida interessante
O que é felicidade hoje?
Não gosto muito da palavra felicidade. Acho que é uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo. Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha…
Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.
Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?
Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente. Então, costumo dizer que não quero ser feliz. Quero é ter uma vida interessante.
Mas isso inclui os pequenos prazeres?
Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.
A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes…
O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século XIX, início do XX, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.
E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.
Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado.
Entrevista de Dagmar Serpa com o psicanalista ContardoCalligaris. <http://claudia.abril.com.br/noticias/contardo-calligaris-nao-quero-ser-feliz-quero-e-ter-uma-vida-interessante/>
Considere os três trechos abaixo retirados do texto:
1. “[…] estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista.” (primeiro bloco de resposta)
2. “Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante.” (terceiro bloco de resposta)
3. “Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias.” (quinto bloco de resposta)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação aos trechos.
( ) Em 1 e 2, o conector “quando” é usado com valores diferentes: no primeiro caso, tem valor adversativo; no segundo, tem valor temporal.
( ) Em 1, a expressão “de fato” poderia ser substituída por “na verdade”, sem prejuízo de significado ao texto.
( ) Em 2, o pronome átono “se” poderia ser colocado depois do verbo (fica-se), sem ferir nenhuma regra de colocação pronominal.
( ) Em 2, o pronome demonstrativo “Isso” faz referência ao conteúdo expresso na frase que precede o pronome.
( ) Em 3, a palavra “que” tem o mesmo funcionamento nas duas ocorrências: é uma conjunção que introduz complemento verbal oracional.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 1
Não quero ser feliz, quero é ter uma vida interessante
O que é felicidade hoje?
Não gosto muito da palavra felicidade. Acho que é uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo. Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha…
Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.
Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?
Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente. Então, costumo dizer que não quero ser feliz. Quero é ter uma vida interessante.
Mas isso inclui os pequenos prazeres?
Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.
A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes…
O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século XIX, início do XX, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.
E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.
Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado.
Entrevista de Dagmar Serpa com o psicanalista Contardo Calligaris. http://claudia.abril.com.br/noticias/contardo-calligaris-nao-quero-ser-feliz-quero-e-ter-uma-vida-interessante/ , acesso em 12 de julho de 2017. [Adaptado].
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base no texto 1.
( ) O uso de primeira pessoa do singular ilustra o posicionamento subjetivo do entrevistado no decorrer do texto.
( ) O formato do texto com perguntas e respostas caracteriza o dialogismo do gênero discursivo entrevista.
( ) O entrevistado faz uso de definições genéricas e abstratas, sem fundamentar sua visão em situações práticas e cotidianas.
( ) O entrevistador tece comentários no decorrer da entrevista que complementam a perspectiva do entrevistado.
( ) O entrevistado alterna os pronomes “nós” e “a gente” para designar a primeira pessoa do plural, recurso que torna o texto mais formal do que se usasse apenas “nós”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 1
Não quero ser feliz, quero é ter uma vida interessante
O que é felicidade hoje?
Não gosto muito da palavra felicidade. Acho que é uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo. Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha…
Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.
Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?
Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente. Então, costumo dizer que não quero ser feliz. Quero é ter uma vida interessante.
Mas isso inclui os pequenos prazeres?
Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.
A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes…
O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século XIX, início do XX, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.
E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.
Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado.
Entrevista de Dagmar Serpa com o psicanalista Contardo Calligaris. http://claudia.abril.com.br/noticias/contardo-calligaris-nao-quero-ser-feliz-quero-e-ter-uma-vida-interessante/, Acesso em 12 de julho de 2017. [Adaptado].
Considere as reescritas da seguinte frase, sem prejuízo do significado e sem ferir a norma culta da língua escrita.
A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. (primeiro bloco de resposta)
1. Já é sabido, que a sensação de competência no exercício do trabalho, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração.
2. Mais que a remuneração, a sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar.
3. Já se sabe que a sensação de competência no exercício do trabalho mais que a remuneração é, a maior fonte de bem-estar.
4. A maior fonte de bem-estar, já se sabe, é, mais que a remuneração, a sensação decompetência no exercício do trabalho.
5. A sensação de competência no exercício do trabalho é a maior fonte de bem-estar, já se sabe mais que a remuneração.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
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