Foram encontradas 60 questões.
Analise o texto a seguir e responda à questão.
Texto II
"As dores são muito interessantes porque
sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que
trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo
dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora
especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
Ela explica que a dor funciona como um sistema
de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo
prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação
para solucionar o problema.
Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente
das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode
diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar
em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca,
mas o mecanismo é o mesmo.
No entanto, embora o cérebro seja o órgão que
recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele
mesmo não tem terminações nervosas que captam
a dor. [...]
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado)
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"As dores são muito interessantes porque
sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que
trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo
dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora
especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
Ela explica que a dor funciona como um sistema
de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo
prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação
para solucionar o problema.
Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente
das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode
diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar
em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca,
mas o mecanismo é o mesmo.
No entanto, embora o cérebro seja o órgão que
recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele
mesmo não tem terminações nervosas que captam
a dor. [...]
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado)
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"As dores são muito interessantes porque
sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que
trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo
dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora
especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
Ela explica que a dor funciona como um sistema
de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo
prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação
para solucionar o problema.
Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente
das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode
diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar
em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca,
mas o mecanismo é o mesmo.
No entanto, embora o cérebro seja o órgão que
recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele
mesmo não tem terminações nervosas que captam
a dor. [...]
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado)
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Analise o texto e responda à questão.
Texto I
Bordado em branco (fragmento)
Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro:
Alfaguara, 2019, p. 49)
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Texto I
Bordado em branco (fragmento)
Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro:
Alfaguara, 2019, p. 49)
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Texto I
Bordado em branco (fragmento)
Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro:
Alfaguara, 2019, p. 49)
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Texto I
Bordado em branco (fragmento)
Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro:
Alfaguara, 2019, p. 49)
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Texto I
Bordado em branco (fragmento)
Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro:
Alfaguara, 2019, p. 49)
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Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
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Querida tia Liduína,
Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe.
Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto
meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que,
imagino, parecem dores de quando pregos são
martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e,
se o seu interior pudesse ser visto, certamente
pareceria com o asfalto quente que se mexe e
dança em contato com as altas temperaturas. Esse
mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo
vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu
sentimentalismo com as cartas, mas não há outra
maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a
mesa do meu quarto para fora e também um
tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos
meses. Ando pela casa com meu caderno muito
junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei
que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou
querem que eu pare de uma vez por todas, mas não
posso. A senhora é a única que compreende, o que
é a maior ironia de todas. [...]
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