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O traumatismo craniano, ou traumatismo cranioencefálico, é uma lesão no crânio provocada por uma pancada ou trauma na cabeça, que pode atingir o cérebro e ocasionar sangramento e coágulos. Esse tipo de traumatismo pode ser causado por acidentes de carro, por quedas graves e até mesmo por acidentes que ocorrem durante a prática de esportes.
A partir das informações precedentes, julgue o item que se segue.
As lesões fechadas da cabeça envolvem penetração do couro cabeludo e do crânio.
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O traumatismo craniano, ou traumatismo cranioencefálico, é uma lesão no crânio provocada por uma pancada ou trauma na cabeça, que pode atingir o cérebro e ocasionar sangramento e coágulos. Esse tipo de traumatismo pode ser causado por acidentes de carro, por quedas graves e até mesmo por acidentes que ocorrem durante a prática de esportes.
A partir das informações precedentes, julgue o item que se segue.
É possível suspeitar de traumatismo cranioencefálico quando, na avaliação da cinemática do trauma, houver suspeita de acometimento direto da região craniofacial.
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Julgue o próximo item, considerando que um choque pode ser classificado como hipovolêmico, séptico, cardiogênico e neurogênico.
No caso do choque hipovolêmico classe II, o estado mental do paciente é de ansiedade e confusão.
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Julgue o próximo item, considerando que um choque pode ser classificado como hipovolêmico, séptico, cardiogênico e neurogênico.
Para classificar um choque hipovolêmico classe I, a quantidade de sangue perdido deve ser inferior a 750 mL, com frequência cardíaca abaixo de 100 bpm e frequência respiratória entre 14 a 20 irpm.
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Julgue o próximo item, considerando que um choque pode ser classificado como hipovolêmico, séptico, cardiogênico e neurogênico.
No atendimento ao choque, o enfermeiro deverá instalar acesso venoso periférico ou, após duas tentativas sem sucesso, considerar punção intraóssea.
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Julgue o próximo item, considerando que um choque pode ser classificado como hipovolêmico, séptico, cardiogênico e neurogênico.
Nos choques hipovolêmicos e cardiogênicos, os critérios de sinais são os mesmos.
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No atendimento pré-hospitalar, é de suma importância o papel do enfermeiro no reconhecimento de emergências, como na parada cardiorrespiratória (PCR). Acerca desse assunto, julgue o próximo item.
As causas associadas potencialmente reversíveis de PCR são os chamados cinco H — hipovolemia, hidrogênio (acidose), hipóxia, hipo ou hipercalemia, hipotermia — e cinco T — trombose coronariana (infarto agudo do miocárdio), trombose pulmonar, tamponamento pericárdico, tensão no tórax, tóxicos.
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No atendimento pré-hospitalar, é de suma importância o papel do enfermeiro no reconhecimento de emergências, como na parada cardiorrespiratória (PCR). Acerca desse assunto, julgue o próximo item.
Quando for indicada a aplicação do choque durante a ressuscitação cardiopulmonar, deve ser realizado choque único na potência máxima do aparelho (360 J no monofásico e 200 J no bifásico).
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No atendimento pré-hospitalar, é de suma importância o papel do enfermeiro no reconhecimento de emergências, como na parada cardiorrespiratória (PCR). Acerca desse assunto, julgue o próximo item.
Os ritmos chocáveis na PCR são atividade elétrica sem pulso (AESP) e fibrilação ventricular.
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No atendimento pré-hospitalar, é de suma importância o papel do enfermeiro no reconhecimento de emergências, como na parada cardiorrespiratória (PCR). Acerca desse assunto, julgue o próximo item.
Em vítimas de PCR no atendimento pré-hospitalar, deve-se realizar cinco ciclos de 35 compressões eficientes (na frequência de 100-120/min, deprimindo-se o tórax em 5-6 cm com completo retorno) para cada duas ventilações com a bolsa valva máscara.
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