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Uma paciente de 71 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial e diabetes, foi admitida no pronto-socorro referindo que apresentava, havia três dias, episódios de dor retroesternal ao repouso, em peso, de moderada intensidade, sem irradiação e com alívio espontâneo em menos de vinte minutos. Contudo, segundo a paciente, esses episódios tornaram-se mais frequentes e de maior intensidade álgica nas 24 horas anteriores a esse atendimento, quando já ocorreram três vezes. Na admissão, ela relatou desconforto torácico do tipo opressão havia uma hora. Ao exame físico, encontrava-se eupneica, com pressão arterial de 138 mm/Hg × 82 mm/Hg, frequência cardíaca de 74 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. O restante do exame físico foi normal. A dosagem da troponina ultrassensível foi normal. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão, apresentado a seguir.

Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item seguinte, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2021.
A mioglobina deve ser dosada para confirmação diagnóstica precoce.
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Uma paciente de 71 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial e diabetes, foi admitida no pronto-socorro referindo que apresentava, havia três dias, episódios de dor retroesternal ao repouso, em peso, de moderada intensidade, sem irradiação e com alívio espontâneo em menos de vinte minutos. Contudo, segundo a paciente, esses episódios tornaram-se mais frequentes e de maior intensidade álgica nas 24 horas anteriores a esse atendimento, quando já ocorreram três vezes. Na admissão, ela relatou desconforto torácico do tipo opressão havia uma hora. Ao exame físico, encontrava-se eupneica, com pressão arterial de 138 mm/Hg × 82 mm/Hg, frequência cardíaca de 74 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. O restante do exame físico foi normal. A dosagem da troponina ultrassensível foi normal. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão, apresentado a seguir.

Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item seguinte, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2021.
Recomenda-se nesse caso a realização adicional das derivações eletrocardiográficas: V3R, V4R, V7, V8 e V9.
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Um paciente de 69 anos de idade, ex-tabagista de 40 anos/maço, compareceu ao pronto-socorro relatando piora de tosse produtiva e de dispneia havia uma semana. Ele relatou ter sido internado em duas outras ocasiões no mesmo ano, apesar do uso regular de formoterol associado à budesonida. Ao exame físico, apresentava os seguintes resultados: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 90%, frequência respiratória de 28 rpm, pressão arterial de 118 mmHg × 72 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,31; pO2 = 91; pCO2 = 48; HCO3 = 24; BE = 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina = 14 g%; leucócitos = 7.100 com 1% de bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 45% do predito (após broncodilatador). Após três nebulizações com fenoterol e ipatrópio, o paciente evoluiu com melhora da dispneia, SO2 de 94% e frequência respiratória de 22 rpm.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Está indicado o uso de roflumilaste, para reduzir as exacerbações futuras.
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Um paciente de 69 anos de idade, ex-tabagista de 40 anos/maço, compareceu ao pronto-socorro relatando piora de tosse produtiva e de dispneia havia uma semana. Ele relatou ter sido internado em duas outras ocasiões no mesmo ano, apesar do uso regular de formoterol associado à budesonida. Ao exame físico, apresentava os seguintes resultados: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 90%, frequência respiratória de 28 rpm, pressão arterial de 118 mmHg × 72 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,31; pO2 = 91; pCO2 = 48; HCO3 = 24; BE = 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina = 14 g%; leucócitos = 7.100 com 1% de bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 45% do predito (após broncodilatador). Após três nebulizações com fenoterol e ipatrópio, o paciente evoluiu com melhora da dispneia, SO2 de 94% e frequência respiratória de 22 rpm.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Recomenda-se o uso de prednisona e azitromicina por cinco dias.
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Um paciente de 69 anos de idade, ex-tabagista de 40 anos/maço, compareceu ao pronto-socorro relatando piora de tosse produtiva e de dispneia havia uma semana. Ele relatou ter sido internado em duas outras ocasiões no mesmo ano, apesar do uso regular de formoterol associado à budesonida. Ao exame físico, apresentava os seguintes resultados: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 90%, frequência respiratória de 28 rpm, pressão arterial de 118 mmHg × 72 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,31; pO2 = 91; pCO2 = 48; HCO3 = 24; BE = 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina = 14 g%; leucócitos = 7.100 com 1% de bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 45% do predito (após broncodilatador). Após três nebulizações com fenoterol e ipatrópio, o paciente evoluiu com melhora da dispneia, SO2 de 94% e frequência respiratória de 22 rpm.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Esse paciente deve receber a vacina pneumocócica polissacarídica, conforme posicionamento do Ministério da Saúde do Brasil.
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Um homem branco de 59 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia dois anos, compareceu ao hospital relatando cefaleia e dificuldade para manter a atenção em seu ambiente de trabalho. Sua esposa relatou que o ronco do cônjuge vinha causando incômodo ultimamente. Ele usava regularmente enalapril, anlodipino e hidroclorotiazida, nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentou circunferência abdominal de 114 cm, grande circunferência do pescoço de 43 cm, pressão arterial de 158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 52 bpm. Os demais achados do exame físico foram normais. Examescomplementares revelaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 203 mg/dL, colesterol total de 251 mg/dL, HDL-colesterol de 37 mg/dL, LDL-colesterol de 171 mg/dL e glicemia de jejum de 109 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
Na medida ambulatorial da pressão arterial (MAPA) de 24 horas, é compatível com esse caso a alteração do padrão de descenso noturno com a média da pressão arterial no sono mais alta do que na vigília.
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Um homem branco de 59 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia dois anos, compareceu ao hospital relatando cefaleia e dificuldade para manter a atenção em seu ambiente de trabalho. Sua esposa relatou que o ronco do cônjuge vinha causando incômodo ultimamente. Ele usava regularmente enalapril, anlodipino e hidroclorotiazida, nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentou circunferência abdominal de 114 cm, grande circunferência do pescoço de 43 cm, pressão arterial de 158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 52 bpm. Os demais achados do exame físico foram normais. Examescomplementares revelaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 203 mg/dL, colesterol total de 251 mg/dL, HDL-colesterol de 37 mg/dL, LDL-colesterol de 171 mg/dL e glicemia de jejum de 109 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
Para a confirmação do diagnóstico, recomenda-se a dosagem da relação aldosterona plasmática/atividade de renina plasmática.
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Um homem branco de 59 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia dois anos, compareceu ao hospital relatando cefaleia e dificuldade para manter a atenção em seu ambiente de trabalho. Sua esposa relatou que o ronco do cônjuge vinha causando incômodo ultimamente. Ele usava regularmente enalapril, anlodipino e hidroclorotiazida, nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentou circunferência abdominal de 114 cm, grande circunferência do pescoço de 43 cm, pressão arterial de 158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 52 bpm. Os demais achados do exame físico foram normais. Examescomplementares revelaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 203 mg/dL, colesterol total de 251 mg/dL, HDL-colesterol de 37 mg/dL, LDL-colesterol de 171 mg/dL e glicemia de jejum de 109 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
A espironolactona é a medicação de escolha a ser acrescentada para melhor controle pressórico, de acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020.
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Um homem branco de 59 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia dois anos, compareceu ao hospital relatando cefaleia e dificuldade para manter a atenção em seu ambiente de trabalho. Sua esposa relatou que o ronco do cônjuge vinha causando incômodo ultimamente. Ele usava regularmente enalapril, anlodipino e hidroclorotiazida, nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentou circunferência abdominal de 114 cm, grande circunferência do pescoço de 43 cm, pressão arterial de 158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 52 bpm. Os demais achados do exame físico foram normais. Examescomplementares revelaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 203 mg/dL, colesterol total de 251 mg/dL, HDL-colesterol de 37 mg/dL, LDL-colesterol de 171 mg/dL e glicemia de jejum de 109 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
Trata-se de um caso de hipertensão arterial refratária.
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Julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Ministério da Saúde do Brasil com relação às hepatites virais.
A imunoglobulina humana anti-hepatite B está indicada para vítimas de acidentes com material biológico de paciente-fonte com AgHBs positivo, quando o esquema de vacina contra a hepatite B estiver incompleto.
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