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Julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Ministério da Saúde do Brasil com relação às hepatites virais.
Recomenda-se revacinação contra a hepatite B com esquema completo quando há falha na resposta primária (anti-HBs < 10 mUI/mL, 30 a 60 dias após a última dose) para os indivíduos pertencentes a grupos de risco.
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Uma paciente de 32 anos de idade, previamente hígida, foi atendida no pronto-socorro devido a episódios de precordialgia em repouso, de início súbito, havia 24 horas. Ela relatou dor de intensidade moderada, com duração prolongada (horas) e piora à inspiração, sem irradiação e com melhora na posição sentada, inclinando-se para frente. Negou fatores de risco cardiovasculares e uso de drogas ilícitas. Referiu quadro de febre (38,3 ºC), coriza hialina e mialgia difusa havia três dias. O exame físico não detectou alterações significativas. Observou-se troponina TnI ultrassensível de 2 ng/dL (sendo o valor de referência < 0,04 ng/dL). O teste molecular para detecção do SARS-CoV 2, por RT-PCR, em amostra clínica respiratória, foi reagente. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão, apresentado na figura a seguir.

Com relação ao caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O exame para confirmação diagnóstica é o cateterismo cardíaco.
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Uma paciente de 32 anos de idade, previamente hígida, foi atendida no pronto-socorro devido a episódios de precordialgia em repouso, de início súbito, havia 24 horas. Ela relatou dor de intensidade moderada, com duração prolongada (horas) e piora à inspiração, sem irradiação e com melhora na posição sentada, inclinando-se para frente. Negou fatores de risco cardiovasculares e uso de drogas ilícitas. Referiu quadro de febre (38,3 ºC), coriza hialina e mialgia difusa havia três dias. O exame físico não detectou alterações significativas. Observou-se troponina TnI ultrassensível de 2 ng/dL (sendo o valor de referência < 0,04 ng/dL). O teste molecular para detecção do SARS-CoV 2, por RT-PCR, em amostra clínica respiratória, foi reagente. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão, apresentado na figura a seguir.

Com relação ao caso clínico precedente, julgue o próximo item.
A paciente deve receber ácido acetilsalicílico, clopidogrel e nitrato.
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Uma paciente de 32 anos de idade, previamente hígida, foi atendida no pronto-socorro devido a episódios de precordialgia em repouso, de início súbito, havia 24 horas. Ela relatou dor de intensidade moderada, com duração prolongada (horas) e piora à inspiração, sem irradiação e com melhora na posição sentada, inclinando-se para frente. Negou fatores de risco cardiovasculares e uso de drogas ilícitas. Referiu quadro de febre (38,3 ºC), coriza hialina e mialgia difusa havia três dias. O exame físico não detectou alterações significativas. Observou-se troponina TnI ultrassensível de 2 ng/dL (sendo o valor de referência < 0,04 ng/dL). O teste molecular para detecção do SARS-CoV 2, por RT-PCR, em amostra clínica respiratória, foi reagente. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão, apresentado na figura a seguir.

Com relação ao caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O mecanismo fisiopatológico no caso em apreço é a trombose intravascular, em razão da liberação de citocinas que levam a comprometimento das vias da coagulação e interrupção da fibrinólise.
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Indivíduo previamente saudável, de 25 anos de idade, compareceu ao pronto-socorro relatando quadro de desconforto torácico acompanhado de tosse improdutiva matutina havia seis meses. Ao exame físico, apresentou sibilos expiratórios, sem outras alterações expressivas. O hemograma e os demais exames laboratoriais de rotina não demonstraram anormalidades significativas. A espirometria revelou o seguinte: volume expiratório forçado em 1 segundo (FEV1) de 2,66 L (79% do previsto), capacidade vital forçada (FVC) de 3,8 L (97% do previsto) e relação FEV1/FVC igual a 70% (86% do previsto). Observou-se FEV1 de 3,0 L após administração de salbutamol.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item a seguir, conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia de 2020.
Nesse caso, recomenda-se o brometo de tiotrópio como terapia adjuvante, para melhoria da função pulmonar.
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Indivíduo previamente saudável, de 25 anos de idade, compareceu ao pronto-socorro relatando quadro de desconforto torácico acompanhado de tosse improdutiva matutina havia seis meses. Ao exame físico, apresentou sibilos expiratórios, sem outras alterações expressivas. O hemograma e os demais exames laboratoriais de rotina não demonstraram anormalidades significativas. A espirometria revelou o seguinte: volume expiratório forçado em 1 segundo (FEV1) de 2,66 L (79% do previsto), capacidade vital forçada (FVC) de 3,8 L (97% do previsto) e relação FEV1/FVC igual a 70% (86% do previsto). Observou-se FEV1 de 3,0 L após administração de salbutamol.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item a seguir, conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia de 2020.
O tratamento medicamentoso inicial nesse caso constitui-se do uso de formoterol por demanda e corticoide inalatório.
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Indivíduo previamente saudável, de 25 anos de idade, compareceu ao pronto-socorro relatando quadro de desconforto torácico acompanhado de tosse improdutiva matutina havia seis meses. Ao exame físico, apresentou sibilos expiratórios, sem outras alterações expressivas. O hemograma e os demais exames laboratoriais de rotina não demonstraram anormalidades significativas. A espirometria revelou o seguinte: volume expiratório forçado em 1 segundo (FEV1) de 2,66 L (79% do previsto), capacidade vital forçada (FVC) de 3,8 L (97% do previsto) e relação FEV1/FVC igual a 70% (86% do previsto). Observou-se FEV1 de 3,0 L após administração de salbutamol.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item a seguir, conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia de 2020.
O teste de broncoprovocação com histamina deve ser realizado para confirmação diagnóstica, devido ao seu alto valor preditivo positivo.
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Indivíduo previamente saudável, de 25 anos de idade, compareceu ao pronto-socorro relatando quadro de desconforto torácico acompanhado de tosse improdutiva matutina havia seis meses. Ao exame físico, apresentou sibilos expiratórios, sem outras alterações expressivas. O hemograma e os demais exames laboratoriais de rotina não demonstraram anormalidades significativas. A espirometria revelou o seguinte: volume expiratório forçado em 1 segundo (FEV1) de 2,66 L (79% do previsto), capacidade vital forçada (FVC) de 3,8 L (97% do previsto) e relação FEV1/FVC igual a 70% (86% do previsto). Observou-se FEV1 de 3,0 L após administração de salbutamol.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item a seguir, conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia de 2020.
O caso apresenta fenótipo compatível com o mecanismo fisiopatológico de inflamação tipo 2 (T2) alta.
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Julgue o item a seguir, a respeito de patologias vasculares.
Na avaliação de doença carotídea extracraniana através de ultrassonografia que utilize o modo bidimensional, quanto maior for a calcificação das paredes arteriais, melhor será a identificação e a quantificação das placas ateroscleróticas ao exame.
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Julgue o item a seguir, a respeito de patologias vasculares.
No caso de portadores de doença carotídea assintomática com obstrução entre 60% e 70%, não há evidências de que o tratamento cirúrgico, embora aceitável, seja mais benéfico que o tratamento clínico.
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