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Assinale a alternativa que apresenta quantas garrafas de !$ { \large 3 \over 4} !$ de litro pode-se encher com 0,75 m3 de água.
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Iolanda vai pagar uma dívida em cinco parcelas iguais de R$ 3.458,00. Como conseguiu pagar três parcelas de uma vez, obteve um desconto de 1,5% no restante da dívida. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta o valor restante dessa dívida depois do desconto.
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Sebastião pescou uma grande quantidade de peixes. Eles foram guardados em uma câmara frigorífica, na qual a temperatura cai 3 ºC a cada 20 minutos até atingir -32 ºC. Considerando que a temperatura inicial da câmara frigorífica era 9 ºC, assinale a alternativa que apresenta quanto tempo levará para que ela atinja -27 ºC.
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A matriz da multinacional não cedeu protestos feitos pelos gerentes locais demanda visava atenuar investidores os impactos negativos da decisão.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à regência e concordância das palavras, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Esses dias difíceis me trouxeram lembrança pessoas quais sou grata e, assim, passei a levar sério a ideia de entrar em contato com elas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à acentuação, assinale a alternativa correta.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ortografia e à acentuação, assinale a alternativa correta.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
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Lar desfeito
José e Maria estavam casados há vinte anos e eram muito felizes um com o outro. Tão felizes que um dia, na mesa, a filha mais velha reclamou:
- Vocês nunca brigam?
José e Maria se entreolharam. José respondeu:
- Não, minha filha. Sua mãe e eu não brigamos.
- Nunca brigaram? – quis saber Vítor, o filho do meio.
- Claro que já brigamos, mas sempre fazemos as pazes.
- Na verdade, briga, mesmo, nunca teve. Desentendimentos, como todo mundo. Mas sempre nos demos muito bem...
- Coisa mais chata – disse Venancinho, o menor.
Vera, a filha mais velha, tinha uma amiga, Nora, que a deixava fascinada com suas histórias de casa. Os pais de Nora viviam brigando. Era um drama. Nora contava tudo pra Vera. Ás vezes chorava. Vera consolava a amiga. Mas no fundo tinha uma certa inveja. Nora era infeliz. Devia ser bacana ser infeliz assim. O sonho de Vera era ter um problema em casa para poder ser revoltada como Nora. Ter olheiras como Nora.
Vítor, o filho do meio, frequentava muito a casa de Sérgio, seu melhor amigo. Os pais de Sérgio estavam separados. O pai de Sérgio tinha um dia certo para sair com ele. Domingo. Iam ao parque de diversões, ao cinema, ao futebol. O pai de Sérgio namorava uma moça de teatro. E a mãe de Sérgio recebia visitas de um senhor muito camarada que sempre trazia presentes para Sérgio. O sonho de Vítor era ser irmão de Sérgio.
Venancinho, o filho menor, também tinha amigos com problemas em casa. A mãe de Haroldo tinha uma filha de 11 anos que podia tocar o Danúbio Azul espremendo uma mão na axila, o que deixava a mãe do Haroldo louca. A mãe do Haroldo gritava muito com o marido.
Bacana.
- Eu não aguento mais esta situação – disse Vera, na mesa.
- Que situação, minha filha?
- Essa felicidade de vocês!
- Vocês pelo menos deviam ter cuidado de não fazer isso na nossa frente – disse Vítor.
- Mas nós não fazemos nada!
- Exatamente.
Venancinho batia com o talher na mesa e reivindicava:
- Briga. Briga. Briga.
José e Maria concordavam que aquilo não podia continuar. Precisavam pensar nas crianças. Antes de mais nada, nas crianças. Manteriam uma fachada de desacordo, ódio e desconfiança na frente deles, para esconder a harmonia. Não seria fácil. Inventariam coisas. Trocariam acusações fictícias e insultos. Tudo para não traumatizar os filhos.
- Víbora não – gritou Maria, começando a erguer-se do seu lugar na mesa com a faca serrilhada na mão.
(Luís Fernando Veríssimo)
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à classificação dos pronomes, assinale a alternativa em que o pronome destacado é reflexivo de reciprocidade.
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Lar desfeito
José e Maria estavam casados há vinte anos e eram muito felizes um com o outro. Tão felizes que um dia, na mesa, a filha mais velha reclamou:
- Vocês nunca brigam?
José e Maria se entreolharam. José respondeu:
- Não, minha filha. Sua mãe e eu não brigamos.
- Nunca brigaram? – quis saber Vítor, o filho do meio.
- Claro que já brigamos, mas sempre fazemos as pazes.
- Na verdade, briga, mesmo, nunca teve. Desentendimentos, como todo mundo. Mas sempre nos demos muito bem...
- Coisa mais chata – disse Venancinho, o menor.
Vera, a filha mais velha, tinha uma amiga, Nora, que a deixava fascinada com suas histórias de casa. Os pais de Nora viviam brigando. Era um drama. Nora contava tudo pra Vera. Ás vezes chorava. Vera consolava a amiga. Mas no fundo tinha uma certa inveja. Nora era infeliz. Devia ser bacana ser infeliz assim. O sonho de Vera era ter um problema em casa para poder ser revoltada como Nora. Ter olheiras como Nora.
Vítor, o filho do meio, frequentava muito a casa de Sérgio, seu melhor amigo. Os pais de Sérgio estavam separados. O pai de Sérgio tinha um dia certo para sair com ele. Domingo. Iam ao parque de diversões, ao cinema, ao futebol. O pai de Sérgio namorava uma moça de teatro. E a mãe de Sérgio recebia visitas de um senhor muito camarada que sempre trazia presentes para Sérgio. O sonho de Vítor era ser irmão de Sérgio.
Venancinho, o filho menor, também tinha amigos com problemas em casa. A mãe de Haroldo tinha uma filha de 11 anos que podia tocar o Danúbio Azul espremendo uma mão na axila, o que deixava a mãe do Haroldo louca. A mãe do Haroldo gritava muito com o marido.
Bacana.
- Eu não aguento mais esta situação – disse Vera, na mesa.
- Que situação, minha filha?
- Essa felicidade de vocês!
- Vocês pelo menos deviam ter cuidado de não fazer isso na nossa frente – disse Vítor.
- Mas nós não fazemos nada!
- Exatamente.
Venancinho batia com o talher na mesa e reivindicava:
- Briga. Briga. Briga.
José e Maria concordavam que aquilo não podia continuar. Precisavam pensar nas crianças. Antes de mais nada, nas crianças. Manteriam uma fachada de desacordo, ódio e desconfiança na frente deles, para esconder a harmonia. Não seria fácil. Inventariam coisas. Trocariam acusações fictícias e insultos. Tudo para não traumatizar os filhos.
- Víbora não – gritou Maria, começando a erguer-se do seu lugar na mesa com a faca serrilhada na mão.
(Luís Fernando Veríssimo)
"Venancinho, o filho menor, 'também' tinha amigos com problemas em casa".
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe da palavra "também".
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