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Foram encontradas 233 questões.

1037004 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

Observe as relações entre frases, orações e períodos e assinale o item em que a conjunção ou expressão sugeridas farão a substituição do vocábulo sublinhado sem qualquer perda sintática e/ou semântica.
 

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1037003 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR
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TEXTO I

Cuidado: uso excessivo de internet e celular pode viciar.

Danos ao cérebro seriam similares aos de drogas como a cocaína.
por Sérgio Matsuura
09/06/2013 22:00
RIO — A tecnologia está definitivamente presente na vida cotidiana. Seja para consultar informações, conversar com amigos e familiares ou apenas entreter, a internet e os celulares não saem das mãos e mentes das pessoas. Por esse motivo, especialistas alertam: o uso excessivo dessas ferramentas pode viciar. Apesar de o distúrbio ainda não constar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, estudos recentes apontam que as mudanças causadas no cérebro pelo abuso na utilização da web são similares aos efeitos de drogas químicas, como o álcool e a cocaína.
— A dependência pela tecnologia é comportamental, as outras são químicas, mas ela causa o mesmo desgaste na ponta do neurônio que as drogas — explica Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Fobia de perder o celular
O problema, dizem os especialistas, é o usuário conseguir diferenciar a dependência do uso considerado normal. Hoje, a internet e os celulares são ferramentas profissionais e de estudo. De acordo com pesquisa realizada pela Google no ano passado, 73% dos brasileiros que possuem smartphones não saem de casa sem eles. A advogada Nídia Aguilar, por exemplo, diz se sentir ansiosa e incomodada quando fica longe do celular, pois usa o aparelho para se comunicar com clientes. Apesar de estar ciente do uso excessivo, ela considera o telefone fundamental para o trabalho.
— A linha que separa o uso do abuso é tênue. Mesmo que se use muito o celular, isso não caracteriza o vício. Na dependência patológica, o uso excessivo está ligado a um transtorno de ansiedade, como pânico ou fobia social — afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
A pesquisadora é a pioneira no estudo científico da nomofobia, nome cunhado na Inglaterra para descrever o medo de ficar sem celular (no + mobile + fobia).
Ela explica que os principais sintomas da síndrome são angústia e sensação de desconforto quando se está sem o telefone e mudanças comportamentais, como isolamento e falta de interesse em outras atividades.
— Isso pode indicar que a pessoa está com algum problema que precisa ser investigado.
Atenção especial às crianças
A professora de piano Olga de Lena não se considera viciada em celular, mas admite que faz uso exagerado do seu iPhone. Ela diz não largar o telefone por questões profissionais. E ressalta os pontos positivos de ter conexão à internet na palma da mão, como pesquisar músicas durante uma aula ou usar o mapa para se localizar.
— Estou sempre com ele. O aluno pede uma música e eu acesso na mesma hora. Quando vou a um restaurante, ele fica em cima da mesa. Sei que não é de bom tom, mas eu deixo mesmo que seja no silencioso — conta Olga, que relata a sensação de ficar sem o smartphone. — É desesperador! Eu perdi o meu aparelho recentemente e me senti como se estivesse doente, faltando uma parte de mim.
O relato de Olga pode ser considerado normal, mas existem casos que chamam atenção. Cristiano Nabuco atendeu a uma mãe que tinha que dar o celular para o filho de dois anos para que ele saísse da cama. Pior, no shopping a criança pedia colo para as vendedoras das lojas para tocar no teclado. Segundo o psicólogo, a tecnologia está se tornando uma espécie de babá eletrônica, e os pais não conseguem medir as consequências disso.
É comum ver, em festas infantis, crianças isoladas com o celular do pai na mão em vez de estar brincando com os colegas. De acordo com Nabuco, tal comportamento interfere no desenvolvimento emocional do indivíduo, o que pode acarretar transtornos na fase adulta. Ele recomenda que os pais não deem smartphones e tablets para crianças muito novas e monitorem como os filhos estão usando a internet.
No Hospital das Clínicas de São Paulo, o tratamento da dependência em tecnologia é feito com 18 reuniões semanais de psicoterapia de grupo, tratamento psiquiátrico e suporte emocional para os familiares, modelo parecido com o adotado para outros vícios. A pesquisadora Anna Lucia explica que, em alguns casos, é preciso tomar medicação.
A psicóloga Luciana Nunes, do Instituto Psicoinfo, pede ações do governo para o tratamento dos dependentes. Segundo ela, existem diversos projetos para promover a inclusão digital, mas não para apoiar quem sofre com o uso em excesso da tecnologia.
— Com a popularização dos smartphones, o problema tende a crescer. Quanto mais interativo é o aparelho, maior o potencial de dependência — afirma a psicóloga.
Para não sofrer desse mal, os especialistas recomendam moderação, mesmo que o smartphone ou a internet sejam essenciais para determinadas atividades. Cristiano Nabuco aconselha que as pessoas fiquem ao menos uma hora por dia longe do celular e desabilitem as notificações automáticas de e-mail e redes sociais. Também é essencial manter atividades ao ar livre, com encontros presenciais com outras pessoas. É o que faz o estudante de administração Felipe Souza. Pelo celular, ele joga, manda mensagens, lê e-mails e até assiste televisão. Na internet, conversa pelo Skype e participa de jogos on-line, mas não abandona o futebol semanal com os amigos.
— O celular não afeta o meu dia a dia. Só fico com ele na mão quando não tenho nada melhor para fazer — diz.
https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/cuid ado-uso-excessivo-de-internet-celular-pode-viciar8636717
Sobre o uso excessivo do celular, profissionais colocam que, exceto:
 

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1037002 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR
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TEXTO I

Cuidado: uso excessivo de internet e celular pode viciar.

Danos ao cérebro seriam similares aos de drogas como a cocaína.
por Sérgio Matsuura
09/06/2013 22:00
RIO — A tecnologia está definitivamente presente na vida cotidiana. Seja para consultar informações, conversar com amigos e familiares ou apenas entreter, a internet e os celulares não saem das mãos e mentes das pessoas. Por esse motivo, especialistas alertam: o uso excessivo dessas ferramentas pode viciar. Apesar de o distúrbio ainda não constar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, estudos recentes apontam que as mudanças causadas no cérebro pelo abuso na utilização da web são similares aos efeitos de drogas químicas, como o álcool e a cocaína.
— A dependência pela tecnologia é comportamental, as outras são químicas, mas ela causa o mesmo desgaste na ponta do neurônio que as drogas — explica Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Fobia de perder o celular
O problema, dizem os especialistas, é o usuário conseguir diferenciar a dependência do uso considerado normal. Hoje, a internet e os celulares são ferramentas profissionais e de estudo. De acordo com pesquisa realizada pela Google no ano passado, 73% dos brasileiros que possuem smartphones não saem de casa sem eles. A advogada Nídia Aguilar, por exemplo, diz se sentir ansiosa e incomodada quando fica longe do celular, pois usa o aparelho para se comunicar com clientes. Apesar de estar ciente do uso excessivo, ela considera o telefone fundamental para o trabalho.
— A linha que separa o uso do abuso é tênue. Mesmo que se use muito o celular, isso não caracteriza o vício. Na dependência patológica, o uso excessivo está ligado a um transtorno de ansiedade, como pânico ou fobia social — afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
A pesquisadora é a pioneira no estudo científico da nomofobia, nome cunhado na Inglaterra para descrever o medo de ficar sem celular (no + mobile + fobia).
Ela explica que os principais sintomas da síndrome são angústia e sensação de desconforto quando se está sem o telefone e mudanças comportamentais, como isolamento e falta de interesse em outras atividades.
— Isso pode indicar que a pessoa está com algum problema que precisa ser investigado.
Atenção especial às crianças
A professora de piano Olga de Lena não se considera viciada em celular, mas admite que faz uso exagerado do seu iPhone. Ela diz não largar o telefone por questões profissionais. E ressalta os pontos positivos de ter conexão à internet na palma da mão, como pesquisar músicas durante uma aula ou usar o mapa para se localizar.
— Estou sempre com ele. O aluno pede uma música e eu acesso na mesma hora. Quando vou a um restaurante, ele fica em cima da mesa. Sei que não é de bom tom, mas eu deixo mesmo que seja no silencioso — conta Olga, que relata a sensação de ficar sem o smartphone. — É desesperador! Eu perdi o meu aparelho recentemente e me senti como se estivesse doente, faltando uma parte de mim.
O relato de Olga pode ser considerado normal, mas existem casos que chamam atenção. Cristiano Nabuco atendeu a uma mãe que tinha que dar o celular para o filho de dois anos para que ele saísse da cama. Pior, no shopping a criança pedia colo para as vendedoras das lojas para tocar no teclado. Segundo o psicólogo, a tecnologia está se tornando uma espécie de babá eletrônica, e os pais não conseguem medir as consequências disso.
É comum ver, em festas infantis, crianças isoladas com o celular do pai na mão em vez de estar brincando com os colegas. De acordo com Nabuco, tal comportamento interfere no desenvolvimento emocional do indivíduo, o que pode acarretar transtornos na fase adulta. Ele recomenda que os pais não deem smartphones e tablets para crianças muito novas e monitorem como os filhos estão usando a internet.
No Hospital das Clínicas de São Paulo, o tratamento da dependência em tecnologia é feito com 18 reuniões semanais de psicoterapia de grupo, tratamento psiquiátrico e suporte emocional para os familiares, modelo parecido com o adotado para outros vícios. A pesquisadora Anna Lucia explica que, em alguns casos, é preciso tomar medicação.
A psicóloga Luciana Nunes, do Instituto Psicoinfo, pede ações do governo para o tratamento dos dependentes. Segundo ela, existem diversos projetos para promover a inclusão digital, mas não para apoiar quem sofre com o uso em excesso da tecnologia.
— Com a popularização dos smartphones, o problema tende a crescer. Quanto mais interativo é o aparelho, maior o potencial de dependência — afirma a psicóloga.
Para não sofrer desse mal, os especialistas recomendam moderação, mesmo que o smartphone ou a internet sejam essenciais para determinadas atividades. Cristiano Nabuco aconselha que as pessoas fiquem ao menos uma hora por dia longe do celular e desabilitem as notificações automáticas de e-mail e redes sociais. Também é essencial manter atividades ao ar livre, com encontros presenciais com outras pessoas. É o que faz o estudante de administração Felipe Souza. Pelo celular, ele joga, manda mensagens, lê e-mails e até assiste televisão. Na internet, conversa pelo Skype e participa de jogos on-line, mas não abandona o futebol semanal com os amigos.
— O celular não afeta o meu dia a dia. Só fico com ele na mão quando não tenho nada melhor para fazer — diz.
https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/cuid ado-uso-excessivo-de-internet-celular-pode-viciar8636717
Assinale a alternativa em que o trecho seguinte é reescrito sem causar qualquer alteração semântica para o enunciado.
— A linha que separa o uso do abuso é tênue. Mesmo que se use muito o celular, isso não caracteriza o vício. Na dependência patológica, o uso excessivo está ligado a um transtorno de ansiedade, como pânico ou fobia social — afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ. (Parágrafo 04)
 

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1037001 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXTO II

Cientistas criam cadeira de rodas que pode ser controlada apenas com os olhos.

Equipamento ainda passa por testes e não tem data para chegar ao Brasil.

por Sérgio Matsuura

22/03/2018 17:17 / Atualizado 22/03/2018 19:07

RIO- A inteligência artificial, vista por vezes como uma ameaça, pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência. Ao menos essa é a aposta do brasileiro Henrique Malvar, cientista-chefe da Microsoft Research, que comanda um time de cientistas na gigante do software que busca soluções de acessibilidade. Como exemplo, o pesquisador demonstrou nesta quinta-feira um sistema baseado na tecnologia que permite o controle de uma cadeira de rodas motorizada apenas com o movimento dos olhos.

— Tudo precisa ser inteligente — profetiza Rico, como é conhecido. — Em particular, estamos prestando atenção cada vez maior à acessibilidade, especialmente para pessoas com deficiência. Não são as pessoas que precisam se ajustar à tecnologia, é a tecnologia que precisa se ajustar às pessoas.

A cadeira de rodas controlada pelo olhar ainda está em fase de protótipo, sem data para chegar ao mercado, explica Alessandro Jannuzzi, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft Brasil. A ideia é demonstrar o potencial da tecnologia para atrair empresas interessadas no desenvolvimento de um produto.

O sistema consiste numa câmera especial — Tobii Eye Tracker, vendida nos EUA por US$ 150 — acoplada a um tablet, que por sua vez está conectado ao sistema de controle da cadeira de rodas. Apenas com o olhar, a pessoa com limitações motoras “clica” em setas apresentadas na tela, movimentando a cadeira.

Também é possível gravar movimentos para que a cadeira realize trajetos corriqueiros de forma autônoma. O objetivo, diz Jannuzzi, é que o sistema seja oferecido, principalmente, a pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), como o físico britânico Stephen Hawking, morto na semana passada:

— A inteligência artificial é muito importante. Combinada com novas interfaces, pode empoderar as pessoas com deficiência — comenta.

A invenção está baseada na tecnologia Eye Control, tornada pública na última atualização do Windows. Com sistemas de inteligência artificial, os cientistas da Microsoft conseguiram “treinar” um sensor, no caso a câmera, a terem a precisão necessária para que pessoas com deficiência tenham acesso à computação.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/cientistas-criam-cadeira-de-rodas-que-pode-ser-controlada-apenas-com-os-olhos-22516281

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

Compreenda sintaticamente a classificação das orações subordinadas no trecho transcrito abaixo para assinalar o item que contenha oração, transcrita do texto, com mesma classificação sintática.

Não são as pessoas que precisam se ajustar à tecnologia, é a tecnologia que precisa se ajustar às pessoas. (Texto II, parágrafo 02)

 

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1037000 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR
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Analise os trechos observando as alterações realizadas que não provocaram qualquer desvio gramatical. Após análise, assinale o item correto.
 

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1036999 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

Aponte alternativa onde o vocábulo sublinhado tem a mesma função sintática gramatical do indicado no trecho seguinte.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. (Parágrafo 02)

 

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1036998 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

O avanço da tecnologia é uma realidade presente no cotidiano e o texto I aponta essa compreensão:
 

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1036997 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR
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TEXTO I

Cuidado: uso excessivo de internet e celular pode viciar.

Danos ao cérebro seriam similares aos de drogas como a cocaína.
por Sérgio Matsuura
09/06/2013 22:00
RIO — A tecnologia está definitivamente presente na vida cotidiana. Seja para consultar informações, conversar com amigos e familiares ou apenas entreter, a internet e os celulares não saem das mãos e mentes das pessoas. Por esse motivo, especialistas alertam: o uso excessivo dessas ferramentas pode viciar. Apesar de o distúrbio ainda não constar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, estudos recentes apontam que as mudanças causadas no cérebro pelo abuso na utilização da web são similares aos efeitos de drogas químicas, como o álcool e a cocaína.
— A dependência pela tecnologia é comportamental, as outras são químicas, mas ela causa o mesmo desgaste na ponta do neurônio que as drogas — explica Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Fobia de perder o celular
O problema, dizem os especialistas, é o usuário conseguir diferenciar a dependência do uso considerado normal. Hoje, a internet e os celulares são ferramentas profissionais e de estudo. De acordo com pesquisa realizada pela Google no ano passado, 73% dos brasileiros que possuem smartphones não saem de casa sem eles. A advogada Nídia Aguilar, por exemplo, diz se sentir ansiosa e incomodada quando fica longe do celular, pois usa o aparelho para se comunicar com clientes. Apesar de estar ciente do uso excessivo, ela considera o telefone fundamental para o trabalho.
— A linha que separa o uso do abuso é tênue. Mesmo que se use muito o celular, isso não caracteriza o vício. Na dependência patológica, o uso excessivo está ligado a um transtorno de ansiedade, como pânico ou fobia social — afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
A pesquisadora é a pioneira no estudo científico da nomofobia, nome cunhado na Inglaterra para descrever o medo de ficar sem celular (no + mobile + fobia).
Ela explica que os principais sintomas da síndrome são angústia e sensação de desconforto quando se está sem o telefone e mudanças comportamentais, como isolamento e falta de interesse em outras atividades.
— Isso pode indicar que a pessoa está com algum problema que precisa ser investigado.
Atenção especial às crianças
A professora de piano Olga de Lena não se considera viciada em celular, mas admite que faz uso exagerado do seu iPhone. Ela diz não largar o telefone por questões profissionais. E ressalta os pontos positivos de ter conexão à internet na palma da mão, como pesquisar músicas durante uma aula ou usar o mapa para se localizar.
— Estou sempre com ele. O aluno pede uma música e eu acesso na mesma hora. Quando vou a um restaurante, ele fica em cima da mesa. Sei que não é de bom tom, mas eu deixo mesmo que seja no silencioso — conta Olga, que relata a sensação de ficar sem o smartphone. — É desesperador! Eu perdi o meu aparelho recentemente e me senti como se estivesse doente, faltando uma parte de mim.
O relato de Olga pode ser considerado normal, mas existem casos que chamam atenção. Cristiano Nabuco atendeu a uma mãe que tinha que dar o celular para o filho de dois anos para que ele saísse da cama. Pior, no shopping a criança pedia colo para as vendedoras das lojas para tocar no teclado. Segundo o psicólogo, a tecnologia está se tornando uma espécie de babá eletrônica, e os pais não conseguem medir as consequências disso.
É comum ver, em festas infantis, crianças isoladas com o celular do pai na mão em vez de estar brincando com os colegas. De acordo com Nabuco, tal comportamento interfere no desenvolvimento emocional do indivíduo, o que pode acarretar transtornos na fase adulta. Ele recomenda que os pais não deem smartphones e tablets para crianças muito novas e monitorem como os filhos estão usando a internet.
No Hospital das Clínicas de São Paulo, o tratamento da dependência em tecnologia é feito com 18 reuniões semanais de psicoterapia de grupo, tratamento psiquiátrico e suporte emocional para os familiares, modelo parecido com o adotado para outros vícios. A pesquisadora Anna Lucia explica que, em alguns casos, é preciso tomar medicação.
A psicóloga Luciana Nunes, do Instituto Psicoinfo, pede ações do governo para o tratamento dos dependentes. Segundo ela, existem diversos projetos para promover a inclusão digital, mas não para apoiar quem sofre com o uso em excesso da tecnologia.
— Com a popularização dos smartphones, o problema tende a crescer. Quanto mais interativo é o aparelho, maior o potencial de dependência — afirma a psicóloga.
Para não sofrer desse mal, os especialistas recomendam moderação, mesmo que o smartphone ou a internet sejam essenciais para determinadas atividades. Cristiano Nabuco aconselha que as pessoas fiquem ao menos uma hora por dia longe do celular e desabilitem as notificações automáticas de e-mail e redes sociais. Também é essencial manter atividades ao ar livre, com encontros presenciais com outras pessoas. É o que faz o estudante de administração Felipe Souza. Pelo celular, ele joga, manda mensagens, lê e-mails e até assiste televisão. Na internet, conversa pelo Skype e participa de jogos on-line, mas não abandona o futebol semanal com os amigos.
— O celular não afeta o meu dia a dia. Só fico com ele na mão quando não tenho nada melhor para fazer — diz.
https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/cuid ado-uso-excessivo-de-internet-celular-pode-viciar8636717
O avanço da tecnologia e a praticidade criada por ela contribuiu para o uso excessivo da internet e dos celulares. O texto I, dentre muitas observações feitas a respeito, acentua a praticidade proporcionada pelo uso dos meios eletrônicos para o cotidiano laboral das pessoas. Assinale a alternativa em que está presente o trecho que confirma essa declaração.
 

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Questão presente nas seguintes provas
1036996 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXTO II

Cientistas criam cadeira de rodas que pode ser controlada apenas com os olhos.

Equipamento ainda passa por testes e não tem data para chegar ao Brasil.

por Sérgio Matsuura

22/03/2018 17:17 / Atualizado 22/03/2018 19:07

RIO- A inteligência artificial, vista por vezes como uma ameaça, pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência. Ao menos essa é a aposta do brasileiro Henrique Malvar, cientista-chefe da Microsoft Research, que comanda um time de cientistas na gigante do software que busca soluções de acessibilidade. Como exemplo, o pesquisador demonstrou nesta quinta-feira um sistema baseado na tecnologia que permite o controle de uma cadeira de rodas motorizada apenas com o movimento dos olhos.

— Tudo precisa ser inteligente — profetiza Rico, como é conhecido. — Em particular, estamos prestando atenção cada vez maior à acessibilidade, especialmente para pessoas com deficiência. Não são as pessoas que precisam se ajustar à tecnologia, é a tecnologia que precisa se ajustar às pessoas.

A cadeira de rodas controlada pelo olhar ainda está em fase de protótipo, sem data para chegar ao mercado, explica Alessandro Jannuzzi, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft Brasil. A ideia é demonstrar o potencial da tecnologia para atrair empresas interessadas no desenvolvimento de um produto.

O sistema consiste numa câmera especial — Tobii Eye Tracker, vendida nos EUA por US$ 150 — acoplada a um tablet, que por sua vez está conectado ao sistema de controle da cadeira de rodas. Apenas com o olhar, a pessoa com limitações motoras “clica” em setas apresentadas na tela, movimentando a cadeira.

Também é possível gravar movimentos para que a cadeira realize trajetos corriqueiros de forma autônoma. O objetivo, diz Jannuzzi, é que o sistema seja oferecido, principalmente, a pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), como o físico britânico Stephen Hawking, morto na semana passada:

— A inteligência artificial é muito importante. Combinada com novas interfaces, pode empoderar as pessoas com deficiência — comenta.

A invenção está baseada na tecnologia Eye Control, tornada pública na última atualização do Windows. Com sistemas de inteligência artificial, os cientistas da Microsoft conseguiram “treinar” um sensor, no caso a câmera, a terem a precisão necessária para que pessoas com deficiência tenham acesso à computação.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/cientistas-criam-cadeira-de-rodas-que-pode-ser-controlada-apenas-com-os-olhos-22516281

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

A respeito dos textos I e II, são elencadas declarações. Analise-as e julgue apenas as verdadeiras para assinalar alguma opção da questão.

I- Tanto o texto I como o II tratam de avanços tecnológicos e das possibilidades positivas que seus recursos podem oferecer aos cidadãos em geral.

II- Os textos desmistificam claramente a ideia de que a tecnologia depende de investimento financeiro para ser articulada às atividades em prol da comunidade.

III- Ambos os textos podem articular a discussão da necessidade de mobilizar a ciência a favor da bem estar e da formação intelectual do homem.

Assinale a alternativa que aponta a(s) declaração(ões) verdadeira(s).

 

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1036995 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UERR
Orgão: SETRABES-RR

TEXO I

Escola primária na Finlândia testa o uso de robôs em sala de aula.

Objetivo é avaliar se as máquinas podem melhorar a qualidade do ensino.

por O GLOBO

28/03/2018 10:36 / Atualizado 28/03/2018 11:06

TAMPERE, Finlândia — Com paciência infinita para repetir os ensinamentos e carisma para que as crianças não se sintam envergonhadas em fazer perguntas, Elias, que ensina línguas numa escola primária na Finlândia, está fazendo sucesso entre os alunos. Com cerca de 30 centímetros de altura, o novo professor é um robô equipado com um software que o permite compreender as perguntas dos estudantes e encorajar o aprendizado, se comunicando em três línguas: finlandês, inglês e alemão.

Elias é um dos quatro robôs que estão sendo empregados num programa piloto na cidade de Tampere, no sul do país. Ele é construído pela modificação do robô humanoide NAO, da japonesa Softbank, com software desenvolvido pela Utelias, uma firma local especializada em programas educativos para robôs sociais.

Além do Elias, a escola está fazendo testes com três OVObots, pequenas máquinas, com cerca de 25 centímetros de altura, que lembram corujas e ensinam matemática. O projeto piloto pretende avaliar se os robôs podem melhorar a qualidade do ensino. Isso não significa que eles irão substituir os professores, mas serão parceiros em sala de aula.

— Eu acho que a principal ideia do novo currículo é envolver as crianças, motivá-las, torná-las ativas — disse à Reuters Riikka Kolunsarka, professora de línguas na escola. — Eu vejo Elias como uma das ferramentas para aplicar diferentes atividades na sala de aula. Nesse sentido, eu acho que robôs, a programação de robôs e o trabalho com eles é algo de acordo com o novo currículo e algo com que nós, professores, precisamos ter a mente aberta.

Os OVObots são emprestados pela firma finlandesa AI Robots, e ficarão na escola por um ano. Já o Elias foi adquirido pela instituição. O uso de robôs em sala de aula já aconteceu em outros países no passado, mas somente agora as tecnologias estão ficando maduras o suficiente para o emprego mais rotineiro desses ajudantes. Até mesmo start-ups, como a AI Robots, conseguem disputar espaço neste mercado. E as crianças estão aprovando.

— Bem, é divertido, interessante e excitante e estou um pouco chocada — disse a pequena Abisha Jinia, sobre o Elias.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/escola-primaria-na-finlandia-testa-uso-de-robos-em-sala-deaula-22534037

Analisando as informações abaixo, podemos direcionar a compreensão para que a associação da robótica ao processo de ensino e aprendizagem objetiva, exceto:

 

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