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Leia o texto para responder a questão.

Invasão de danos


Como se resolver o problema do déficit habitacional já não fosse tarefa complexa, invasões orquestradas por movimentos de sem-teto em empreendimentos populares inacabados adicionam à equação dificuldades nada desprezíveis – e não apenas para as autoridades.

Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos que, à margem da lei, decidem se apossar de conjuntos habitacionais construídos com recursos públicos.
Na cidade de São Paulo, 1.427 famílias de baixa renda continuam à espera de moradias do programa federal devido a danos causados por invasores.
Não satisfeitos em ocupar ilegalmente unidades quase prontas, que dependiam apenas de ligações de água e de esgoto para serem entregues, os sem-teto depredaram e incendiaram instalações de oito condomínios quando a polícia comandou uma ação de reintegração de posse.
O vandalismo tornou necessário reformar os empreendimentos. Assim, não se sabe quando as unidades, em construção desde 2010, serão oferecidas às famílias. Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias.
Os próprios sem-teto agradeceriam se os recursos não precisassem ser aplicados duas vezes no mesmo apartamento.


(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)

No trecho – Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos… – (2.º §), se a expressão a população for substituída por os moradores, o enunciado assume a seguinte redação, de acordo com a norma-padrão:
 

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Leia a charge para responder à questão.

enunciado 193677-1

O cenário descrito da cidade e a existência da amoreira significam
 

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193676 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SP-URBANISMO
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Para responder à questão , leia trechos da entrevista dada pelo arquiteto Jorge Wilheim à Revista E, em que analisa o planejamento urbano de São Paulo e fala sobre a mobilidade (movimentação do trânsito).

Revista E – Nós vivemos um momento difícil da história de São Paulo, em que, pensando na mobilidade e na violência do trânsito, as pessoas estão cansadas da cidade. É possível fazer uma mudança positiva para a metrópole voltar a ser agradável?

J. Wilheim – O momento difícil da cidade, hoje, é que, em vez de uma mobilidade, temos uma imobilidade. Não se sabe o que fazer com o automóvel, e a população está fazendo críticas. Se teremos uma vida mais pacata, menos violenta, mais humana, eu, como sou otimista, diria que sim. Existem medidas que podem ser tomadas e que levariam a uma vida de mais qualidade.

Revista E – O carro ainda confere um status muito grande para o brasileiro e para o paulistano. Assim como a maioria das cidades brasileiras, São Paulo foi planejada para o uso do automóvel. Você acha que o paulistano está preparado para deixar o carro em casa e usar o transporte público, a bicicleta ou andar a pé?

J.Wilhein - Não. Ninguém está preparado. O dramaturgo italiano Luigi Pirandello, na década de 1930, dizia que o automóvel é uma invenção do diabo. Se é uma invenção do diabo, o que ele pretende? Trazer o inferno para a superfície da terra. E de que maneira? Pela sedução. Ele nos seduz. O automóvel, além de ser um objeto bonito e sensual, é um instrumento que nos permite a liberdade de circular por onde quisermos, quando quisermos, com quem quisermos, ou até de ficarmos parados ouvindo música ou namorando dentro dele. Além disso, ele traz em si o significado do conforto e de certo status social.

A sociedade de São paulo se divide em duas: aqueles que usam ônibus e aqueles que não usam, deslocando-se a pé ou de automóvel. Eu mesmo não estou habituado a usar o ônibus, porque a distância entre minha casa e o trabalho é de 12 metros. Uso pouco o automóvel, mas não saberia usar ônibus, pois faz tempo que não tomo um.

As pessoas só vão abandonar o automóvel se ele não servir mais para circular. Se a pessoa circular a 14 quilômetros por hora e ainda tiver que pagar uma fortuna para estacionar ou não encontrar onde parar o carro, ele vai começar a ser um empecilho na vida, e não uma ajuda. Aí, as pessoas serão obrigados a abandonar o carro.

Revista E - O prefeito de Bogotá, na Colômbia, diante do caos da cidade, eliminou a maior parte das áreas para estacionar automóveis nas ruas da cidade. Aboliu, inclusive, as vagas exploradas pelo Estado (o equivalente da zona azul, em São Pulo). Você acha que uma medida como essa funcionaria em São Paulo?

J.Wilheim - Aquele estacionamento nos dois lados das vias de grande circulação, realmente, não vai poder continuar a existir. Essas vias foram feitas para circular, não se podem perder duas de quatro faixas, por exemplo. Elas devem ser utilizadas de maneira que não seja possível estacionar, apenas parar para embarque e desembarque. O problema de estacionamento vai causar uma crise daqui a pouquíssimo tempo, pois essas vagas, com zona azul ou sem, não vão existir. Os edifícios de estacionamento surgirão a partir dessa demanda que vai acontecer, mas vai ser um empecilho a mais, inclusive um encarecimento do uso do automóvel.

(www.mobilize.org.br/noticias/5746/arquiteto-jorge-wilheim-analisa--o planejamento-urbano-da-cidade-de-sao-paulo. Adaptado)

Quanto à medida tomada pelo prefeito de Bogotá, Jorge Wilheim
 

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enunciado 193675-1
Nas passagens – em detrimento do automóvel – (2.º§), – proporcionalmente ao incremento oriundo da valorização – (6.º§) e – poderá usufruir espaços mais interessantes – (7.º§), os termos em destaque são sinônimos, respectivamente, de
 

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enunciado 193674-1
Assinale a alternativa correta quanto à concordância e à regência, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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193673 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SP-URBANISMO
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Além de mudanças no estilo de vida e nas condições sanitárias, as pessoas estão vivendo mais graças______ boas perspectivas da medicina. A expectativa de vida hoje é de 74 anos. Ninguém tem dúvida da importância das atividades físicas na prevenção de doenças e no processo de um envelhecimento ativo. Mas hoje, mesmo tendo condições físicas, muitos idosos temem frequentar parques e praças devido________ falta de segurança das grandes cidades.
(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)
As lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
 

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193672 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SP-URBANISMO
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Pobres das Flores dos Canteiros

Pobres das flores dos canteiros dos jardins regulares.
Parecem ter medo da polícia…
Mas tão boas que florescem do mesmo modo
E têm o mesmo sorriso antigo
Que tiveram para o primeiro olhar do primeiro homem
Que as viu aparecidas e lhes tocou levemente
Para ver se elas falavam…
No poema, percebe-se que existe uma humanização das flores. Isso se comprova com a expressão
 

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enunciado 193671-1
Nas estações de transporte de massa ____________ serem instaladas, é preciso que __________comércio e serviços para dar atenção _____________ necessidades diárias das pessoas, garantindo a elas oportunidades de resolverem suas questões quando em trânsito.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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enunciado 193670-1
Na passagem – O primeiro deles, sem dúvida, é planejar a instalação das estações de transporte de massa e seu entorno… – (4.º §), a locução adverbial em destaque pode ser substituída, nesse contexto, pelo advérbio
 

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enunciado 193669-1
Observe os enunciados

– Ao final do século, o automóvel tornou-se um dos principais meios de transporte em áreas urbanas… (1.º§)
– … tem ficado mais clara a tendência de reversão desse quadro… (2.º§)
– O gasto investido nas melhorias da região poderia ser ressarcido… (6.º§)


As formas verbais destacadas expressam, correta e respectivamente, os seguintes tipos de ação:
 

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