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Foram encontradas 60 questões.

2424569 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: SPPREV
Um robô é programado para andar 10 cm em linha reta e tomar uma decisão dentre três possíveis. A decisão A é girar 45° para esquerda da direção em que vinha e seguir novos 10 cm em linha reta; a decisão F é manter a direção em que vinha e seguir novos 10 cm; a decisão B é girar 45° para direita da direção em que vinha e seguir novos 10 cm. Após andar 10 cm iniciais, o robô seguiu os comandos A, F, B, B, A, nessa ordem. O trajeto do robô que mais se aproxima ao trajeto das seis etapas relatadas é
 

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2422280 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: SPPREV
Atenção: Para responder à questão, considere as configurações dos aplicativos e sistemas sempre originais, no modo clássico, em português e sem as adaptações passíveis de serem feitas pelo usuário, salvo se especificado diferentemente na questão.
No Windows XP, a partir do botão Iniciar, é possível chegar ao Painel de controle sem a necessidade de digitação de quaisquer caracteres, mediante o acionamento da opção
 

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2422208 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SPPREV

Atenção: Para responder à questão, considere os textos.

Texto I

A onça-pintada, também chamada de jaguar, tem uma força descomunal. Quando dá o bote, mesmo que seja num enorme búfalo, a morte da presa é instantânea. Sua boca consegue esmigalhar ossos do crânio e vértebras da coluna. Estraçalha até a carapaça de uma tartaruga. Rara na natureza, essa força é uma das singularidades apontadas pelo recém-lançado livro Jaguar: o Rei das Américas, de autoria do ecólogo Evaristo Eduardo de Miranda e da jornalista Liana John. Para apresentar a onça-pintada, os autores falam de seu físico sem igual, de seus hábitos solitários, seus ancestrais extintos e sua conturbada relação com o ser humano pelos séculos. Foram dois anos de pesquisas. Não havia no Brasil livro tão abrangente sobre o tema.

Embora estampe o verso das notas de 50 reais, a onça-pintada ainda está longe de ser familiar aos brasileiros. Costuma ser vista como mais um bicho da fauna nacional, como o lobo-guará e o tamanduá-bandeira. Isso não faz sentido. A onça-pintada é o maior predador das Américas. Não existe, na cadeia alimentar, outro animal acima dela. Habita praticamente todo o continente americano, desde o norte da Argentina até o sul dos Estados Unidos. Estima-se que metade delas esteja no Brasil, em ambientes tão distintos quanto a Amazônia, o Pantanal e a caatinga.

O reinado da onça-pintada está ameaçado. Estudos mostram que o felino desapareceu de metade da área que ocupava no início do século passado. Na caatinga, pelas estimativas do Instituto Onça-Pintada existem hoje irrisórias 327 onças. Na Amazônia, por outro lado, quase 52.000.

Segundo Evaristo de Miranda, um dos objetivos de seu livro, ao mostrar o felino sob o ponto de vista biológico, ecológico, histórico e cultural, é justamente ajudar em sua conservação. "Nós só nos preocupamos com aquilo que conhecemos", diz ele.

(Adaptado de: Ricardo Vestin. Veja, 9 de fevereiro de 2011, p. 111)

Texto II

Já vista em 50 países, a série Extinções chega ao Brasil na próxima quarta-feira, oportunamente na Semana do Meio Ambiente, pela tela da TV Brasil. Episódio brasileiro produzido pela Grifa e Gullane, com direção de Maurício Dias e apoio da própria TV Brasil, a onça-pintada faz as honras da estreia. Mas a lista de coprodutores que coletaram imagens e relatos sobre animais em extinção em 17 países, para seis episódios, é mais extensa. Luana Piovani e Eduardo Moscovis, cada um com seu bicho − ela fala sobre a onça, e ele, sobre o guepardo − apresentam os dois primeiros episódios. A seguir, os focos estarão no elefante asiático, no tigre, no orangotango e, finalmente, no urso polar, o mais comentado dos animais em extinção. Em comum, todos vivem em lugares exóticos, tendo a ameaça à espécie como inimigo maior. No caso da onça pintada, a escolha levou em conta o pouco material sobre o animal e a disputa territorial em áreas isoladas e reduzidas, em especial o Cerrado brasileiro, tão dizimado e pouco reparado.

(Adaptado de: O Estado de S. Paulo, TV, 5 a 11 de junho de 2011, p.7)

Costuma ser vista como mais um bicho da fauna nacional, como o lobo-guará e o tamanduá-bandeira. (2º parágrafo do Texto I)

O comentário acima

 

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2422114 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SPPREV

Atenção: A questão refere-se ao texto.

Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em 1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.

Um levantamento recém-divulgado pela Agência Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a captação da água para consumo humano.

Esses investimentos são necessários considerando-se a parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março de 2011, p. 38)

É possível identificar posicionamento do autor quando ele se utiliza da seguinte frase:

 

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2422006 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SPPREV

Atenção: A questão refere-se ao texto.

Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em 1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.

Um levantamento recém-divulgado pela Agência Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a captação da água para consumo humano.

Esses investimentos são necessários considerando-se a parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março de 2011, p. 38)

Há, no último parágrafo,

 

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2421027 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: SPPREV
As duas sequências foram criadas com a mesma lógica e com número inicial diferente. São sequências limitadas a doze elementos porque o 13º elemento repetiria o 3º elemento.
→ 5; 6; 11; 12; 7; 8; 13; 14; 9; 10; 15; 16.
→ 16; 17; 22; 23; 18; 19; 24; 25; 20; 21; 26; 27.
Sejam X e Y sequências com a mesma lógica das duas descritas, porém iniciando com 40 e 35, respectivamente. A diferença entre o 8º termo de X e o 5º termo de Y é
 

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2420690 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SPPREV

Atenção: A questão refere-se ao texto.

Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em 1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.

Um levantamento recém-divulgado pela Agência Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a captação da água para consumo humano.

Esses investimentos são necessários considerando-se a parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março de 2011, p. 38)

É correto concluir do texto que

 

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2419921 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SPPREV

Atenção: A questão refere-se ao texto.

Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada, em 1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.

Um levantamento recém-divulgado pela Agência Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a captação da água para consumo humano.

Esses investimentos são necessários considerando-se a parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.

(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março de 2011, p. 38)

... metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa ... (1º parágrafo)

O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está na frase:

 

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2418503 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: SPPREV
Atenção: Para responder à questão, considere as configurações dos aplicativos e sistemas sempre originais, no modo clássico, em português e sem as adaptações passíveis de serem feitas pelo usuário, salvo se especificado diferentemente na questão.
Na hipótese de receber uma mensagem eletrônica (e-mail) e o destinatário Marcos constar em cópia oculta, isto significa, correta e especificamente, que
 

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2416602 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SPPREV
O valor da expressão numérica
(−1)6 . (−1)−2 ÷ (−1)−3 . (−1)4 . (−1)−2 . (−1)7 . ((−1)−1 ÷ (−1)3)4
é igual ao valor da expressão
 

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