Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto para responder a questão.
Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
• A velha diz que o velho ronca quando dorme, ele diz ______ ela que é mentira.
• A empregada chega _____ casa do casal pela manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
• E em seguida, o casal começa ______ ouvir um sussurro. É uma voz indefinida.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
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Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
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Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
• Os filhos raramente visitam os pais. (5º parágrafo)
• Vou gravar os seus roncos. (6º parágrafo)
De acordo com a norma-padrão de emprego de pronomes e colocação pronominal, as passagens admitem, respectivamente, as reescritas:
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Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Sozinhos
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar
um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão
antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
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Na passagem – E em seguida tem a ideia infeliz. (6º parágrafo) –, a expressão destacada tem como consequência a descoberta d
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antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é
mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de
manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois
sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer
– diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou
fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e
gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para
a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas
em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica
ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a
fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém
roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de
mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não
se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão
ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia a charge para responder às questões de números 01 e 02.

(https://ndmais.com.br/opiniao/charges, 22.05.2021. Adaptado)
Sem prejuízo ao sentido original e em conformidade com a norma-padrão, a frase de Willy pode ser assim reescrita:
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Leia a charge para responder a questão.

(https://ndmais.com.br/opiniao/charges, 22.05.2021. Adaptado)
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