Foram encontradas 1.784 questões.
Uma mulher com 34 anos de idade, taquígrafa de órgão da administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita, apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue os itens subsequentes.
A presença de fibromialgia, neuropatias compressivas e doenças autoimunes podem contribuir para o desencadeamento de LER/DORT no caso da paciente em apreço.
Provas
Uma mulher com 34 anos de idade, taquígrafa de órgão da administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita, apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue os itens subsequentes.
Os sintomas apresentados pela paciente em questão não podem ser atribuídos a LER/DORT, uma vez que ela também apresenta parestesia em membros inferiores, o que exclui esse diagnóstico.
Provas
Uma mulher com 34 anos de idade, taquígrafa de órgão da administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita, apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue os itens subsequentes.
Em face desse quadro clínico, é correto concluir que a paciente sofre de diabetes gestacional e que seu quadro osteomuscular pode agravar-se por essa condição clínica.
Provas
Uma mulher com 34 anos de idade, taquígrafa de órgão da administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita, apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue os itens subsequentes.
Na condução do caso da referida paciente, deve-se, sempre que possível, evitar a imobilização total das articulações, pois esta pode promover hipotrofia tendinosa e muscular, agravando o distúrbio.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Os fatores preditivos suficientes e confiáveis para o diagnóstico da presença de síndrome coronariana aguda compreendem: padrão e característica da dor e alívio ou redução da dor com o uso de nitroglicerina.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Nesse caso clínico, a realização de eletrocardiograma faz-se de suma importância, visto que, em ambiente pré-hospitalar, o eletrocardiograma de 12 derivações apresenta boa sensibilidade, cerca de 68%, e alta especificidade, cerca de 97%, no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio com supra de ST.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Nesse caso clínico, indica-se a administração de oxigênio, que deve ser orientada pela saturação de oxigênio arterial. Contudo, evidências recentes não avalizam a suplementação empírica de oxigênio, nos casos não complicados de síndrome coronariana aguda, em que não se apresenta hipoxemia, choque ou insuficiência cardíaca.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Em razão de o uso de betabloqueador apresentar benefícios terapêuticos para esse paciente, o médico deve indicar a sua administração para logo após a resolução da congestão.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Nesse caso clínico, a dosagem de BNP e de pró-BNP tem grande importância para o diagnóstico diferencial, uma vez que a utilização de dois pontos de corte, um para excluir (valor preditivo positivo alto), e outro para confirmar (valor preditivo negativo alto), facilitará o diagnóstico da insuficiência cardíaca.
Provas
Um paciente de 67 anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media 212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a saturação de O2 era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares. O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, julgue os itens de 97 a 103.
Em face do caso clínico apresentado, é correto afirmar que o paciente apresenta disfunção ventricular esquerda e preenche critérios para classificação de sua disfunção como insuficiência cardíaca esquerda de classe IV.
Provas
Caderno Container