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Half the nation, a hundred million citizens strong
Source: www.economist.co.uk
Sep 11th, 2008 (Adapted)
It remains hard to define, and
attempts to do so often seem arbitrary. But in Brazil, the middle class
describes those with a job in the formal economy, access to credit and
ownership of a car or motorbike. According to the Fundação Getúlio
Vargas (FGV), a research institute, this means households with a monthly
income ranging from 1,064 reais ($600) to 4,561 reais. Since 2002,
according to FGV, the proportion of the population that fits this
description has increased from 44% to 52%. Brazil, previously notorious
for its extremes, is now a middle-class country.
This social climbing is a feature mainly of the country's cities,
reversing two decades of stagnation that began at the start of the
1980s. Marcelo Neri of FGV suggests two factors behind the change. The
first is education. The quality of teaching in Brazil's schools may
still be poor, but those aged 15-21 now spend on average just over three
more years studying than their counterparts did in the early 1990s.
The second is a migration of jobs from the informal "black" economy to
the formal economy. The rate of formal job creation is accelerating,
with 40% more created in the year to this July than in the previous 12
months, which itself set a record. Together with cash transfers to poor
families, this helps to explain why − in contrast with economic and
social development in India or China − as Brazil's middle class has
grown, so the country's income inequality has lessened.
According to paragraph 3, Brazil's income inequality has lessened. Therefore, it has
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Half the nation, a hundred million citizens strong
Source: www.economist.co.uk
Sep 11th, 2008 (Adapted)
It remains hard to define, and
attempts to do so often seem arbitrary. But in Brazil, the middle class
describes those with a job in the formal economy, access to credit and
ownership of a car or motorbike. According to the Fundação Getúlio
Vargas (FGV), a research institute, this means households with a monthly
income ranging from 1,064 reais ($600) to 4,561 reais. Since 2002,
according to FGV, the proportion of the population that fits this
description has increased from 44% to 52%. Brazil, previously notorious
for its extremes, is now a middle-class country.
This social climbing is a feature mainly of the country's cities,
reversing two decades of stagnation that began at the start of the
1980s. Marcelo Neri of FGV suggests two factors behind the change. The
first is education. The quality of teaching in Brazil's schools may
still be poor, but those aged 15-21 now spend on average just over three
more years studying than their counterparts did in the early 1990s.
The second is a migration of jobs from the informal "black" economy to
the formal economy. The rate of formal job creation is accelerating,
with 40% more created in the year to this July than in the previous 12
months, which itself set a record. Together with cash transfers to poor
families, this helps to explain why − in contrast with economic and
social development in India or China − as Brazil's middle class has
grown, so the country's income inequality has lessened.
According to paragraph 2, the social climbing in Brazil
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Read the text below entitled 'Half the nation, a hundred million citizens strong' so as to answer question:
Half the nation, a hundred million citizens strong
Source: www.economist.co.uk
Sep 11th, 2008 (Adapted)
It remains hard to define, and attempts to do so often seem arbitrary. But in Brazil, the middle class describes those with a job in the formal economy, access to credit and ownership of a car or motorbike. According to the Fundação Getúlio Vargas (FGV), a research institute, this means households with a monthly income ranging from 1,064 reais ($600) to 4,561 reais. Since 2002, according to FGV, the proportion of the population that fits this description has increased from 44% to 52%. Brazil, previously notorious for its extremes, is now a middle-class country.
This social climbing is a feature mainly of the country's cities, reversing two decades of stagnation that began at the start of the 1980s. Marcelo Neri of FGV suggests two factors behind the change. The first is education. The quality of teaching in Brazil's schools may still be poor, but those aged 15-21 now spend on average just over three more years studying than their counterparts did in the early 1990s.
The second is a migration of jobs from the informal "black" economy to the formal economy. The rate of formal job creation is accelerating, with 40% more created in the year to this July than in the previous 12 months, which itself set a record. Together with cash transfers to poor families, this helps to explain why − in contrast with economic and social development in India or China − as Brazil's middle class has grown, so the country's income inequality has lessened.
According to paragraph 1, in Brazil,
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Assinale a opção que corresponde a erro gramatical.
Passaram-se(1) anos até que a América do Sul pudesse livrar-se(2) das ditaduras que dominaram o continente, sobretudo na segunda metade do século 20. O custo foi alto, com opressão e mortes. Por isso, faz sentido o apoio que nove presidentes de países do bloco, reunidos em Santiago do Chile, na primeira cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), deram ao(3) governo Evo Morales, legitimamente eleito e confi rmado em um referendo(4) popular realizado há pouco tempo. Tirando os exageros antiimperialistas do coronel Hugo Chávez − que procura enxergar nos levantes bolivianos o dedo da política externa americana como forma de capturar a crise para a própria agenda e, com isso, livrar-se do isolamento − os mandatários souberam manter o tom de diálogo que utilizou(5) para a transição em seus países na hora de apoiar o colega andino.
(Adaptado de O Globo, 17 de setembro de 2008, Editorial)
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Assinale a opção em que a relação de referência está incorreta.
O Brasil vive hoje seu primeiro momento plenamente democrático. Todas as experiências anteriores ou foram autoritárias ou tinham algumas características da democracia, mas não a realizavam por completo. Boa parte desse resultado político se deve à Constituição de 1988, num sentido mais amplo que as regras por ela determinadas. Além do arcabouço institucional original, o espírito que norteou a confecção do texto constitucional e o aprendizado posterior têm produzido efeitos democratizantes na vida política brasileira.
Ainda há, no plano da cidadania, distância entre o Brasil legal e o Brasil real. As formas de participação extra-eleitoral ainda são subaproveitadas. Grande parte da população não as usa.
(Fernando Abrucio, Revista Época, 17 de setembro de 2008)
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Com base no texto, assinale a opção correta.
No caso do Brasil, o potencial de contaminação das expectativas de crescimento pela crise externa concentra-se em três ameaças: a economia real ser atingida por forte contenção de liquidez, o que diminuirá a oferta de capital para manter os investimentos, o consumo interno sofrer abalos com a perda acelerada do preço das commodities, o que tenderá a reduzir o lucro dos exportadores, e a volta do déficit em conta corrente, com pressão sobre o câmbio e reflexos na inflação.
O momento é oportuno para o Brasil encontrar medidas que amenizem os efeitos de uma eventual tempestade internacional. As preocupações não são infundadas. O risco de escassez de crédito externo para as empresas brasileiras é um exemplo. Acertadamente, o governo já estuda meios para compensar uma eventual paralisia do crédito internacional, por meio de fontes internas, como empréstimos do BNDES.
(Jornal do Brasil, 18 de setembro de 2008, Editorial)
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Com base no texto, assinale a opção incorreta.
Ao lado de características inéditas, a crise cevada no mercado imobiliário e financeiro americano, com reverberações mundiais, apresenta aspectos também verificados em outras situações de nervosismo global. Não há medida mágica e salvadora que faça cotações se estabilizarem e o investidor recuperar o sono. Só uma sucessão de ações consegue mudar expectativas como as atuais. A Casa Branca, ao contrário da postura que assumira no caso do Lehman Brothers − tragado, sem socorro, por um rombo de US$600 bilhões −, decidira estender a mão para a maior seguradora do país, a AIG.
Aos bilhões empenhados para permitir ao Morgan digerir o Bear Stearns, em março; ao dinheiro sacado a fim de evitar a quebra das gigantes Fannie Mae e Freddie Mac, redescontadoras de hipotecas, o governo e o Fed, o BC dos EUA, decidiram somar US$85 bilhões para salvar a AIG. Decepcionou-se quem esperava tranqüilidade. O emperramento do crédito − ninguém empresta a ninguém, por não se saber ao certo o risco do tomador − continua a travar o mercado global, e as ações novamente desceram a ladeira, empurradas por boatos sobre quais serão, ou seriam, os próximos a cair.
(O Globo, 18 de setembro de 2008 , Editorial)
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De acordo com o texto, assinale a opção correta.
Valor: O sr. espera uma piora da crise financeira global?
Fernando Cardim: O que estamos assistindo agora no mercado financeiro dos EUA é altamente preocupante. Em menos de duas semanas, após o governo Bush injetar US$ 200 bilhões nas duas casas hipotecárias, quebra o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimento local, e é vendido, preventivamente, em apenas dois dias, o Merrill Lynch, banco de investimento independente. E a maior seguradora do mundo, a AIG, está ameaçada. Isso abre uma frente nova na crise. As seguradoras são grandes fornecedoras de CDS para os bancos comerciais. O CDS é um derivativo de crédito que serve como seguro. Quando os bancos fazem empréstimos e os tomadores não pagam eles recorrem às seguradoras para recuperar os valores dos empréstimos. Uma quebradeira nas seguradoras pode significar que a segurança do sistema bancário está sem proteção, os bancos estão nus.
(Valor Econômico, 18/09/2008)
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Analise as quatro asserções sobre aspectos lingüísticos do trecho abaixo e assinale, a seguir, a opção correta.
Em matéria concernente a responsabilização de sócios e gestores pelas dívidas tributárias da pessoa jurídica, os tribunais vêm se posicionando assim: sejam as dívidas estritamente fiscais, sejam previdenciárias, se as empresas não tiverem como pagá-las, os sócios e gestores só respondem por tal pagamento caso tenham agido de modo afrontoso aos estatutos, ao contrato social ou cometido ato de fraude ou sonegação, ou se, em última instância, diligenciaram a liquidação irregular da empresa.
Para se prevenirem, os credores públicos devem correr para cobrar as dívidas enquanto há solvabilidade social, ao invés de incomodarem sócios e gerentes que não praticaram atos fraudulentos com execuções indevidas e constrangedoras, as quais, nessa circunstância, e frente a determinação contundente do Judiciário, se continuam, podem dar margem a indenizações por dano moral.
(João Luiz Coelho da Rocha, Direito&Justiça, Correio Braziliense, 29/9/2008, com adaptações)
I. Falta o acento indicador de crase em: "concernente a"; "frente a determinação" e "margem a indenizações".
II. Os verbos "diligenciaram" e "se prevenirem" possuem o mesmo sujeito gramatical, que é: sócios e gestores.
III. As palavras sublinhadas em "se as empresas"; "caso tenham agido" e "se continuam" expressam idéia de condição.
IV. Os pronomes relativos "que" e "quais" assumem os respectivos antecedentes como sujeito gramatical da oração que iniciam, respectivamente: sócios e gerentes e execuções indevidas e constrangedoras.
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Assinale a asserção correta em relação aos sentidos e expressões lingüísticas do trecho.
Derrotada sistematicamente nos tribunais superiores, a Advocacia-Geral da União (AGU) resolveu editar um pacote com oito súmulas, reconhecendo direitos dos servidores públicos federais. O gesto põe fim a pendências jurídicas que se arrastavam havia décadas e serve de alento para quem ainda busca reaver ou manter benefícios funcionais. Com as súmulas, os advogados públicos ficam automaticamente desobrigados a contestar decisões desfavoráveis. (...) Esclarece a AGU: "O servidor sabia que se entrasse na Justiça ganharia, mas a União, por dever, mesmo sabendo que perderia, tinha de recorrer. As oito medidas acabam com isso." Entre as súmulas está a que reconhece o direito de pagamento do auxílio-alimentação retroativo ao servidor em férias ou licença entre outubro de 1996 e dezembro de 2001.
(Luciano Pires, Correio Braziliense, 20/09/2008, p. 23, com adaptações)
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