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No que diz respeito ao uso dos sinais de pontuação no texto abaixo, assinale a opção correta.

Na Ata do Copom(a) divulgada em janeiro, o Banco Central passou o recado de que o problema da economia brasileira não é falta de consumo; é falta de oferta, que não se resolve com mais afrouxamento monetário(b) (política de juros(b)). Antes de verificar quais políticas podem ser acionadas pelo governo para garantir um PIB mais alentado(c) em 2013 e 2014(c), é preciso sublinhar que o Banco Central se recusa a desempenhar dupla função(d): a de combater a inflação e, ao mesmo tempo, a de garantir o aumento do emprego e da produção(e). E isso contraria o que têm pedido setores importantes do governo federal.

(Adaptado de Celso Ming. Estadão, 26 de janeiro de 2013 http://blogs.estadao.com.br/celso-ming, acesso em 26/1/2013)

 

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China concentra el 21% del intercambio comercial chileno El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364 millones durante 2012, cifra que representó el 21% del comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2% y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro años, las ventas a la República Popular subieron 121%, mientras que las compras se incrementaron en 78% en igual período. De la cartera de productos que enviamos a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a US$42.723 millones, cifras que reflejó una baja de 3,9% en comparación a 2011, y de todos los compradores de metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.

Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones. También, representa el tercer comprador de cobre, con US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones de fruta, el mercado estadounidense se queda con el 33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones. Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo comprador de celulosa y papel, al registrar US$301 millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/detalle_noticia.php?cod=72256

Se mantiene el sentido del enunciado en el que aparece la palabra “Aunque” (línea 2) si se sustituye por:
 

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Un motor exterior que se debe respaldar

El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos motores de empuje con los que puede contar la economía española en esta crisis. La demanda interna se encuentra bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados internacionales aparezcan como una gran oportunidad para aquellas empresas capaces de vender sus productos fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre exportaciones, correspondientes al mes de noviembre, revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica el desplome de las compras, no la mejora de las ventas, que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los datos generales de nuestra balanza, que indican que en los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo de España volvió a reducirse un 29,5%.

Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como el de la caída del déficit exterior constituyen señales que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada recuperación. El desempeño actual del comercio exterior español se asienta principalmente en cinco sectores -bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas empresas españolas que apuestan por mantener e incluso incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior. Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde al sector privado, pero poniendo todos los medios a su alcance para allanar un camino que resulta vital para la recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respalda /20130121cdscdsopi_10/

En la línea 3 del texto, la locución conjuntiva “de ahí que” expresa un sentido de:
 

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Uma população X é constituída de 10 diferentes valores ─ x1, x2, x3, x4, x5, x6, x7, x8, x9 e x10 ─, na qual E(X) = !$ \mu !$, e !$ \sigma^2 !$ (X) = !$ \sigma^2 !$. Desta população foram retiradas, com reposição, todas as possíveis amostras de tamanho 3, onde a1, a2 e a3 representam, respectivamente, o primeiro, o segundo e o terceiro elemento de cada uma das amostras. Desse modo, pode-se afirmar que:

 

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Question refer to the following text:

Where to be born in 2013

Warren Buffett, probably the world’s most successful investor, has said that anything good that happened to him could be traced back to the fact that he was born in the right country, the United States, at the right time (1930). A quarter of a century ago, when The World in 1988 lightheartedly ranked 50 countries according to where would be the best place to be born in 1988, America indeed came top. But which country will be the best for a baby born in 2013?

To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a sister company of The Economist, has this time turned deadly serious. It earnestly attempts to measure which country will provide the best opportunities for a healthy, safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-of-
life index links the results of subjective life-satisfaction surveys—how happy people say they are—to objective determinants of the quality of life across countries. Being rich helps more than anything else, but it is not all that counts; things like crime, trust in public institutions and the health of family life matter too. In all, the index takes 11 statistically significant indicators into account.

What does all this, and likely developments in the years to come, mean for where a baby might be luckiest to be born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has Switzerland comfortably in the top spot, with Australia second. Small economies dominate the top ten. Half of these are European, but only one, the Netherlands, is from the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain) lags behind despite the advantage of a favourable climate. The largest European economies (Germany, France and Britain) do not do particularly well.

America, where babies will inherit the large debts of the boomer generation, languishes back in 16th place. Despite their economic dynamism, none of the BRIC countries (Brazil, Russia, India and China) scores impressively. Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
Regarding Brazil’s rating in the survey, the text considers that it
 

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Para estimar a proporção !$ \pi !$ de fumantes de uma Universidade, foi retirada uma amostra aleatória de 1600 universitários. Na amostra foi constatado que 20% dos universitários são fumantes. Sabe-se que, para construir um intervalo de aproximadamente 95% de confiança para a proporção, no caso de fumantes, o valor tabelado é aproximadamente igual a 2 desvios-padrão. Com essas informações, e considerando o mesmo nível de confiança, o intervalo de confiança para a proporção de fumantes e o tamanho da amostra necessário para que o erro de estimação seja, no máximo, igual a 0,01 são, respectivamente, iguais a:

 

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Assinale a opção correta.

 

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A partir do texto abaixo, responda à questão.

Este é o momento do Brasil em muitas áreas e pode vir a ser também na filantropia. O Brasil experimenta(a) um crescimento robusto e sustentável e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos ramos de comunicação, educação e finanças estão cada vez mais comprometidos com as mudanças para melhorar o país. São pessoas conscientes(b) de que os benefícios de uma economia mais dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois sabem que todos se beneficiam de uma sociedade com menores graus de desigualdade. [...] Uma tendência que cresce(c) muito nos Estados Unidos e no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa expressão define a venda(d), por uma empresa, de um produto ou serviço que melhora a qualidade de vida das comunidades carentes e, ao mesmo tempo, dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo filantropia. Os empresários que entram(e) nesses ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde que a empresa contribua para uma melhora social.

(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)

Assinale a opção em que a sugestão de inserir o conectivo no início do período mantém o texto coerente e gramaticalmente correto.

 

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A Coluna I traz a nomenclatura das diversas formas de analisar o retorno financeiro dos projetos. A Coluna II traz o conceito de cada uma dessas formas. Correlacione as Colunas I e II e, ao final, selecione a opção que expressa a sequência correta para a Coluna II.
COLUNA I COLUNA II
(1) Valor presente
líquido
( ) Consiste em selecionar os projetos que retornem o capital investido no tempo mais curto.
(2) Payback



( ) A partir do conhecimento do fluxo de caixa dos projetos em análise, convertem-se todos os valores futuros para o presente, baseando-se em uma determinada taxa. Os projetos de maior interesse serão aqueles que possuírem saldos positivos mais elevados.
(3)Taxa interna de
retorno

( ) É a taxa de juros correspondente a um valor nulo para o valor presente líquido. Para serem financeiramente interessantes, os projetos devem possuir taxas de rendimento superiores à taxa de retorno intrínseca.
 

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Question is about the following text:

In the World Economy, the Ditch Is Never Far Away

WHEN you see a car being driven firmly within its lane and well under the speed limit, there’s nothing to worry about. Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-halfempty economist, there most certainly is. He says the world economy is like that car. And where others see stability and recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches each time.”

At this particular moment, he says, the car happens to be in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is that because the driver has sobered up, or is it because the car is just passing through the middle on its way to the ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the answer. But despite the cheer pervading the stock market and the relatively upbeat perspective of most economists, he says he isn’t convinced that the car will remain safely out of those ditches.

Formerly the chief North American economist at Merrill Lynch, and now proudly back in his native Canada as chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto, Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always provocative, often cantankerous and frequently out of step with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as possible and not locked into one position,” he says, “but I do understand that I have a much better record forecasting rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)

In the passage, economist David Rosenberg is portrayed as
 

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