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Foram encontradas 35 questões.

84495 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho da Indústria da Construção (PCMAT) estabelece critérios de dimensionamento e condições das áreas de vivência presentes em canteiros de obras. Em relação às áreas de vivência, assinale a alternativa correta:

 

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84494 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

A NR 15 (atividades e operações insalubres) define as atividades consideradas insalubres e os limites de exposição ocupacional. Em relação a estas atividades assinale a alternativa que é considerada insalubridade de grau máximo:

 

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84493 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

O Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) NR07, estabelece a obrigatoriedade de elaborar e implantar este programa visando monitorar individualmente os trabalhadores expostos aos agentes físicos, químicos e biológicos definidos pelo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Em relação ao PCMSO assinale a alternativa correta:

 

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84492 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

Segundo a NR 06 (equipamento de proteção individual) cabe ao empregado:

 

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84491 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

Dentre os requisitos descritos pela NR18 encontra-se as medidas de Proteção contra a queda de altura. Em relação a estas medidas é correto afirmar que:

 

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84490 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

A NR 26 – Sinalização de Segurança, tem por objetivo fixar cores que devem ser utilizadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes. Em relação a esta NR é correto afirmar:

 

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84489 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

O anexo 13 da NR15 apresenta a relação das atividades e operações envolvendo alguns elementos químicos que são consideradas insalubres, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. Um destes elementos é tóxico, não essencial e de efeito acumulativo que se fixa no cérebro, podendo gerar insônia, tontura, fadiga, fraqueza geral, perda de memória e de cabelos. Nos casos de intoxicação grave pode causar cegueira e paralisia. O elemento que pode desencadear esta doença ocupacional é:

 

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84480 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

A CASA, A RUA E O TRABALHO

Roberto Da Matta

Enunciado 3365924-1

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.

É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.

De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)

Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.

O texto, por seu ponto de vista, se enquadra entre os textos:

 

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84479 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

A CASA, A RUA E O TRABALHO

Roberto Da Matta

Enunciado 3365923-1

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.

É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.

De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)

Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.

“Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas”; a comparação da rua com um rio se fundamenta em:

 

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84478 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: TBG

A CASA, A RUA E O TRABALHO

Roberto Da Matta

Enunciado 3365922-1

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.

É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.

De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)

Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.

A charge a seguir que foi retirada do livro se refere:

Enunciado 3365922-2

 

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