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Foram encontradas 99 questões.

Com relação a conceitos de informática, assinale a opção correta.
 

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Texto para a questão a seguir.

Quando o ritmo de vida se acelerou? Alguns juram que foi a partir de 1995, com a chegada da Internet ao Brasil e sua avalancha de informação. A verdade é que a culpa acabaráA) genericamente atribuída à tecnologia. Foi ela que nos viciou na vida de tempo real, nos supermercados 24 horas, no acesso à informação farta, exata e imediata. Obcecados por conveniência, velocidade e modismos, somos presasB) fáceis para marcas que promovem a obsolescência prematura de seus produtosC). Segundo especialistas, esse comportamento é o fenômeno da posse transitória, termo que define o pouco tempo que permanecemos com os produtos que compramos. Por sinal, o mesmo raciocínio estende-se às relações, tanto pessoais quanto profissionais. PriorizamosD) resultados de curto prazo e queremos tudo ao mesmo tempo agora. E, assim, aos poucos, sem perceber, vamos construindo uma sociedade descartávelE).

Luiz Alberto Marinho. Sociedade descartável. In: Vida

Simples, dez./2008, p. 80 (com adaptações).

Assinale a opção correta a respeito da associação entre as estruturas linguísticas e os argumentos do texto.

 

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Texto para a questão a seguir.

Toda a questão do conhecimento, como desejo de penetrar os fenômenos e dizer sua lógicaA), organização e seu funcionamento, pode ser pensadaA) a partir do que se deve denominarB) uma filosofia de superfície: aquela que se dedica a tratar crítica e analiticamente o mundo das superfícies. Há a confusão a ser revista entre superfície e aparência. Enquanto a aparência é uma categoria metafísica, a superfície é muito mais uma categoria gnosiológica. Desse ponto de vista, a superfície é aquilo que revela nossos valores e preconceitos ou que os esconde. Por isso, é possível associarC) a superfície ao superficial. O conceito de aparência está intimamente conectado com o de superfície, mas é dele sutilmente diverso. Enquanto a aparência é um conceito em sentido estrito, pois não a podemos entender sem a palavra que a representa, “superfície”, quase não é um conceito, dado seu caráter de realidade fisicamente tangível. Mais correto é dizer que a superfície é um conceito limiar, diverso de um conceito puro, aquele que se estabelece a priori por estratégias puramente racionais. Não precisamos usar a superfícieD) para explicar o mundo, porque ela mesma é parte do mundo que exigeD) explicação. Ela é um dado da realidade ao qual nos relacionamosE). A superfície pode ter uma aparência ou ser mais, a própria verdade.

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.

In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).

Considerando o uso das estruturas linguísticas no texto, assinale a opção correta.

 

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Texto para a questão a seguir.

Toda a questão do conhecimento, como desejo de penetrar os fenômenos e dizer sua lógica, organização e seu funcionamentoA), pode ser pensada a partir do que se deve denominar uma filosofia de superfícieB): aquela que se dedica a tratar crítica e analiticamente o mundo das superfícies. Há a confusão a ser revista entre superfície e aparência. Enquanto a aparência é uma categoria metafísica, a superfície é muito mais uma categoria gnosiológica. Desse ponto de vista, a superfície é aquilo que revela nossos valores e preconceitos ou que os esconde. Por isso, é possível associar a superfície ao superficial. O conceito de aparência está intimamente conectado com o de superfície, mas é dele sutilmente diverso. Enquanto a aparência é um conceito em sentido estrito, pois não a podemos entender sem a palavra que a representa, “superfície”C), quase não é um conceito, dado seu caráter de realidade fisicamente tangívelD). Mais correto é dizer que a superfície é um conceito limiar, diverso de um conceito puro, aquele que se estabelece a priori por estratégias puramente racionais. Não precisamos usar a superfície para explicar o mundo, porque ela mesma é parte do mundo que exige explicação. Ela é um dado da realidade ao qual nos relacionamos. A superfície pode ter uma aparência ou ser mais, a própria verdadeE).

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.

In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).

Assinale a opção incorreta a respeito da relação entre as estruturas linguísticas e as ideias do texto.

 

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Texto para a questão a seguir.

Toda a questão do conhecimento, como desejo de penetrar os fenômenos e dizer sua lógica, organização e seu funcionamento, pode ser pensada a partir do que se deve denominar uma filosofia de superfície: aquela que se dedica a tratar crítica e analiticamente o mundo das superfícies. Há a confusão a ser revista entre superfície e aparência. Enquanto a aparência é uma categoria metafísica, a superfície é muito mais uma categoria gnosiológica. Desse ponto de vista, a superfície é aquilo que revela nossos valores e preconceitos ou que os esconde. Por isso, é possível associar a superfície ao superficial. O conceito de aparência está intimamente conectado com o de superfície, mas é dele sutilmente diverso. Enquanto a aparência é um conceito em sentido estrito, pois não a podemos entender sem a palavra que a representa, “superfície”, quase não é um conceito, dado seu caráter de realidade fisicamente tangível. Mais correto é dizer que a superfície é um conceito limiar, diverso de um conceito puro, aquele que se estabelece a priori por estratégias puramente racionais. Não precisamos usar a superfície para explicar o mundo, porque ela mesma é parte do mundo que exige explicação. Ela é um dado da realidade ao qual nos relacionamos. A superfície pode ter uma aparência ou ser mais, a própria verdade.

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície.

In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).

Com base no texto, julgue as inferências propostas nos itens abaixo.

I A partir das superfícies das coisas do mundo, pode-se julgar se as aparências são verdadeiras ou não.

II Na perspectiva teórica do texto, conceitos puros ou estritos são estabelecidos, a priori, por estratégias puramente racionais.

III Da supremacia da aparência sobre a superfície decorrem preconceitos e problemas no conhecimento da lógica e do funcionamento da realidade.

Apresenta sustentação na argumentação do texto apenas o que se afirma

 

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Texto para a questão a seguir.

As sociedades humanas são complexas e os seus membros se atraem ou se repelemA) em função de sua pertinência. Não existe o homem só, mesmo quando solitário. Para se construirB) e entender-seB), o homem precisa pertencerB). Essa pertinência vai desde a linguagem, passa pelos grupos e classes sociais e invade as culturas, os saberes e, até mesmo, as idiossincrasias. As sociedades não são essencialmente harmônicas. Elas sempre se estão transformando a partir dos conflitos e das contradições que asC) fazem mover-se e transformar-se. Assim, as sociedades funcionam, muito mais, pela lógica das contradições do que pela lógica da identidade.

À luz desses entendimentos é que os direitos humanos devem ser vistos. Não mais direitos que apenas se cristalizam em leis ou códigosD) , mas queD) se constituem a partir de conflitosE), que traduzemD) as transformações e os avanços históricos da humanidade. Não se pode mais entendê-losE) como fruto de uma sociedade abstrata, mas como a expressão coativa de tensões e contradições engendradas pelos embates de interesses e projetos de grupos sociais.

Roberto A. R. de Aguiar. Ética e direitos humanos. In: Desafios Éticos.

Conselho Federal de Medicina, p. 60-1, 1993 (com adaptações).

Considerando as relações de coesão textual, assinale a opção correta a respeito do uso de pronomes no texto.

 

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Texto para a questão a seguir.

As sociedades humanas são complexas e os seus membros se atraem ou se repelem em função de sua pertinência. Não existe o homem só, mesmo quando solitário. Para se construir e entender-se, o homem precisa pertencer. Essa pertinência vai desde a linguagem, passa pelos grupos e classes sociais e invade as culturas, os saberes e, até mesmo, as idiossincrasias. As sociedades não são essencialmente harmônicas. Elas sempre se estão transformando a partir dos conflitos e das contradições que as fazem mover-se e transformar-se. Assim, as sociedades funcionam, muito mais, pela lógica das contradições do que pela lógica da identidade.

À luz desses entendimentos é que os direitos humanos devem ser vistos. Não mais direitos que apenas se cristalizam em leis ou códigos, mas que se constituem a partir de conflitos, que traduzem as transformações e os avanços históricos da humanidade. Não se pode mais entendê-los como fruto de uma sociedade abstrata, mas como a expressão coativa de tensões e contradições engendradas pelos embates de interesses e projetos de grupos sociais.

Roberto A. R. de Aguiar. Ética e direitos humanos. In: Desafios Éticos.

Conselho Federal de Medicina, p. 60-1, 1993 (com adaptações).

Assinale a opção que dá continuidade gramaticalmente correta e argumentativamente coerente ao texto.

 

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Em relação à improbidade administrativa, assinale a opção correta.

Questão Desatualizada

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Assinale a opção correta a respeito dos contratos administrativos.

Questão Desatualizada

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